qui vai o novo capitulo! :P
Este capítulo vai para as responsáveis pelo abaixo assinado! Lool Para o capitulo sair mais cedo! :P Bruna, Catavita e Margarida -) Obrigada!
E para a LeaozinhoB que disse que a minha história não ficava atrás da saga Twilight! :O
“…amei a abordagem, diferente do que temos visto nos últimos tempos! os livros da Saga Luz e Escuridão são óptimos, mas a tua história, sinceramente AR não fica nada atrás!”
^És uma querida!^ Nem acreditei quando li! :P ^Obrigada^
Divirtam-se todas!
E para a LeaozinhoB que disse que a minha história não ficava atrás da saga Twilight! :O
“…amei a abordagem, diferente do que temos visto nos últimos tempos! os livros da Saga Luz e Escuridão são óptimos, mas a tua história, sinceramente AR não fica nada atrás!”
^És uma querida!^ Nem acreditei quando li! :P ^Obrigada^
Divirtam-se todas!
O dia de sábado amanheceu.
Parecia tudo normal.
O meu pai saíra de casa para a sua corrida matinal de sábado. Arrastara Michael com ele, que resmungava algo como queria dormir, e que me chamasse.
O meu pai gritou por mim. Como não obteve resposta pensou que mais uma vez estava a dormir.
Mas não estava.
Era plena manha de sábado, 7 da manha e eu não estava a dormir.
Estava sentada na cama a pensar no que acontecera na noite anterior.
Chegou a um ponto, que as lágrimas acabaram. Não existiam mais. Então, ficava a olhar a minha parede branca, e a pensar no causador do meu pesadelo.
Sentia nojo. De mim.
Porque estava a tentar encontrar uma forma de não o tornar no mau da história. Que era engano. Aquelas mortes que falavam na tv, não podiam ser da responsabilidade do meu amor.
Aliás, ainda não o conseguia ver como um vampiro.
Bateram na minha janela.
Gelei. Só podia ser ele.
- Vai embora!
-Não.
Depois de uns 10 minutos com ele a bater, levantei-me para o deixar entrar.
Olhei-me no espelho. Estava péssima.
Os meus olhos estavam muito vermelhos e inchados. Os meus cabelos desalinhados. Derrotada, nem me preocupei com o meu aspecto.
- O que fazes aqui? – perguntei dura e fria enquanto o deixava passar – Disse-te para te manteres longe de mim!
- Temos que falar…
Ele estava com a mesma roupa de ontem, na altura do ataque. Com calças pretas e camisa preta. E isso faziam-me lembrar da sua outra personalidade. Ele tinha mudado de roupa, depois de sair de minha casa! Como se vestisse uma outra pele.
Tinha o cabelo muito desalinhado, e profundas olheiras. Desviei o olhar do seu atormentado.
- Não temos nada para falar!
- Temos sim. Deixa-me ao menos explicar…
- Não. – cortei-o – Não quero ouvir nada. Vi o suficiente ontem.
- Não queria que visses aquilo… - baixou o olhar atormentado.
- Não queria que o tivesses feito… - sussurrei.
- É a minha natureza. – Não estava nada arrependido.
- Compreendo. Agora deixa-me em paz Alexander.
- Depois de falar, deixo.
Olhei para o seu rosto e percebi que ele não sairia se não falasse. Respirei fundo, mantive a mascara de indiferença e sentei-me na cama, olhando-o.
- Começa.
Ele respirou fundo, olhou-me com dor e ficou de pé enquanto começava a falar:
- Eu não queria nada disto Nikka…
- Eu muito menos Alexander. – respondi gélida. Os sentimentos estavam bem enterrados durante aquela conversa. – Mas continua. Não te vou interromper.
- Eu apenas mantive segredo para te proteger da verdade. A ti e a mim… Não queria que me olhasses da forma como me olhas agora…
- Isso não é proteger. Isso foi uma mentira Alexander… - a minha voz falhou e eu calei-me.
Ele fez uma careta, como se tivesse provado algum tipo de verduras e tivesse detestado.
- Tive medo. Medo de te perder. – deu um suspiro – Sabes… Nunca tive medo. Mas tudo mudou quando te conheci. Senti coisas que nunca tinha sentido… Apenas não tive coragem de olhar nos teus olhos e contar-te quem era, quem sou, e quem sempre vou ser.
- Portanto mentiste-me. – afirmei fria como gelo – Todos os momentos que passamos juntos foi uma mentira! – acrescentei cheia de dor.
- Não! – cortou-me indignado – Não foi uma mentira.
- Não? – perguntei descrente – Eu nunca soube quem eras. Quando estávamos juntos as tuas acções não eram verdadeiras. Dizias que fazias dieta! – olhei-o atormentada. – Esqueceste-te de dizer que matavas pessoas! Falamos tantas vezes sobre tantas parvoíces! Sobre o som da minha risada… do teu riso… e nunca, achas-te que eu tinha que saber o que eras?
- Tenta perceber… Eu apenas queria ganhar o teu amor primeiro, para depois poderes-me aceitar… Se naquela noite em que te pedi para seres minha tivesse revelado a minha natureza irias querer-me? Quando neste momento, depois de tudo o que passamos nem pareces tolerar a ideia de eu existir? Eu tentava ter a certeza que tu me amavas pelo menos um milésimo do que eu te amo, aí eu teria a certeza que ias ficar comigo independentemente da situação da minha humanidade ou falta dela…
- Não posso dizer o que teria feito. No entanto não se passou assim. Mentiste-me. Traíste-me.
- Não te traí!
- Não? – olhei-o indignada – E a confiança cega que eu tinha em ti? Eu confiava-te tudo! Nem acredito que isto esta a acontecer! – Acrescentei exasperada.
- Eu só queria ter a certeza que me ias aceitar independentemente do que era…
- Tentas-te manipular-me. Manipular os meus sentimentos. Fixes-te disso um espécie de jogo, na qual o objectivo eu ainda não consegui perceber qual é
- O objectivo era ter-te. Sempre foi. Ficares comigo, deixares-me amar-te e amares-me de volta…
Esfreguei o rosto, tentando varrer as emoções para longe. Alexander não era humano, tinha que lembrar a minha mente a cada segundo.
- Nikka… - Alexander já estava á minha frente ajoelhado e a tirar as mãos do meu rosto, fazendo-me encara-lo – Lamento. Dá-me a oportunidade de mostrar o que te posso dar…
- Não…
- Eu amo-te Nikka. – gemeu com dor.
- Não digas isso por favor… - pedi atormentada. – Não digas o que não sabes o que é! Não depois do que vi!
- Queres que negue a única verdade que conheço? Eu amo-te e já devia tê-lo dito mais cedo! Agora pareces não acreditar em mim!
- É errado!
- Não é.
- Alexander… - murmurei o seu nome como um pedido para ele para.
Alexander respirou fundo, segurou as minhas mãos e fitou-me atentamente, sério e cheio de verdade.
- Nikka, naquele dia quando eu entrei naquela sala, para dar aulas a adolescentes humanos, nunca pensei que tudo o que conheceria ia mudar! – Engoli em seco, mas incapaz de desviar o olhar do dele que me fitava intensamente, como se tivesse reprimido aquelas palavras tempo de mais e já fosse hora de as verbalizar. – Entrei e lá estavas tu. Uma simples humana é verdade. Uma adolescente. Quando olhei nos teus olhos o primeiro pensamento que me ocorreu foi que durante a minha existência nunca tinha visto olhos tão incríveis e de um verde tão puro. Pensei que me poderia perder naquele olhar. – respirou fundo, tomou fôlego e continuou: - Depois dediquei tempo a avaliar o teu rosto. Linda. O cabelo da cor do por do sol, a pele translúcida, os lábios cheios e apetitosos. E ficaste encantadora ao corar. Não imaginas como te destacavas naquela sala cheia de miúdos irritantes. Enquanto as outras faziam comentários sobre o meu aspecto físico tu nada disseste, ficavas na tua a fazer os exercícios. Confesso que queria que tivesses dito algo sobre mim, que mostrasses que me notavas. – suspirou, acariciou a minha mão e continuou como se para ele fosse impossível para até ter dito tudo – Mas havia algo misterioso em ti. Algo no teu olhar, o teu brilho especial. Quando sorriste Nikka… - suspirou e um ligeiro sorriso brotou nos seus lábios – Quando sorriste eu fiquei hipnotizado. Pelo som, pelo sorriso perfeito e pelas lindas covinhas… Tinha a ideia que serias uma menina mimada e a quem fora habituada a ter todos os seus desejos realizados, pois eras perfeita, uma princesa. Mas quando mencionaram o nome da tua família mostras-te ser uma tigresa. A gatinha soltou as garras e transformou-se num feros tigre. Tinhas porte, orgulho. E quando tive que interferir e toquei a tua pele, mesmo que por segundos… - Ergueu a sua mão branca para tocar o meu rosto, mas com um suspiro voltou a segurar a minha mão – Deves ter sentido o mesmo. Nunca senti aquilo! Depois apesar de poderes não ser castigada levantas-te o queixo numa atitude real e preferiste ser a culpada do que dares o gosto de mostrares as tuas fraquezas… Depois com o teu sorriso maroto vieste pedir desculpa por seres obrigada. Eu queria naquele momento saber tudo sobre ti. Foi assustador…
Ficamos em silêncio por alguns minutos. Tive que assimilar aquela informação. Era aquela a visão que ele teve de mim? As palavras dele martelavam na minha cabeça junto com pensamentos que não importava o que ele era, apenas o que sentíamos um pelo outro. Mas aí as imagens da boca dele com sangue apareciam…
- O teu cheiro era soberbo. Não me lembro de outro aroma tão apelativo. Eu desejava-te. Desejava o teu sangue, e o teu corpo. – na sua voz notavas se emoções ternas e cheias de paixão e dor – Nunca me senti assim. Quando isso acontecia, quando desejava alguma humana ou pelo seu sangue ou pelo seu corpo, acabava com a história numa única noite. Mas nada se tinha passado á escala do que senti por ti. Não podia matar-te. Não podia privar o mundo de alguém como tu. Os dias passavam e dava por mim a escutar as tuas conversas, saber os teus gostos, conhecer a tua personalidade, decorar as tuas pequenas acções. Tudo corria bem pois não tínhamos contacto. Comecei a sentir algo novo. Uma coisa que nunca senti, nem era capaz de reconhecer. Apenas sabia que girava em torno de ti. Dava por mim a pensar em ti, e tinha que me controlar para não atacar as crianças que sentiam algo por ti. E adorava implicar contigo. Ver-te envergonhada, ou irritada… Mas tudo piorou no baile…
As imagens do beijo atravessaram logo a minha mente. O seu olhar, o seu toque, a sua voz…
- Estavas linda, perfeita como sempre. Não podia deixar de te querer levar embora, longe daqueles olhares e ficar só contigo. Queria fazer mil coisas contigo… - eu tremi sentindo-me quente com as suas palavras – Mas era normal ficares com outros miúdos… Mesmo assim quando estavas com aquele miúdo… Sabia que algo se passava entre ti e ele. Tinha visto o bilhete… - senti ele apertar um pouco as minhas mãos e o seu maxilar ficar tenso – Decidi não intervir. Não resultou. – rugiu baixinho – No baile, Encontrei-te naquele miradouro… Não pode evitar… Não conseguia tirar-te da cabeça, e pensei que se provasse depois poderia seguir em frente. Estava farto de lutar contra. – os seus olhos soltaram faíscas ao lembrar-se – Enquanto dançávamos, senti-me a tremer de desejo de ânsia. Aquele gesto simbólico, nada de mais, pois não via mais nada do que a tua sedosa pele e os teus lábios apetitosos, Sentir o teu corpo no meu…. Mas aquilo tornou-se a coisa mais erótica e despertadora de desejos que já tinha tido… Não resiste. – baixou a cabeça tomou fôlego e depois olhou-me para continuar. Sabia que admitir aquilo tudo era difícil para ele – Beijei-te. E não me arrependi. Senti magia. Senti medo. Senti que estava num mundo paralelo a este. Aquilo assustou-me muito. Queria repetir, mas não podia. A minha natureza podia revelar-se… Não imaginas as horas que passei a lembrar o teu toque e o sabor dos teus lábios… - gemeu de dor.
Fechei os olhos pois lembrava-me exactamente da mesma dor.
- Depois tentei manter-me afastado, mas não podia deixar de te observar. E tu passas-te a ignora-me. Era de doidos. Tentei de tudo para que me notasses. Implicava contigo, mas simplesmente tratavas-me com indiferença… Depois todos falavam de um namoro entre ti e aquele pivete… Fiquei enraivecido. Só queria mata-lo. Tentei acalmar-me e depois tomei a atitude de um professor. Sentia uma onda de possessão e talvez… ciúme? Não podia ser, pois eu nunca tive ciúme. Mas ali estava eu a roer-me por dentro de não estar no lugar do humano e pela primeira vez desejei não ser o que sou. Ali quis ser humano. – admitiu como se fosse uma fraqueza imperdoável, um sentimento sujo. – Queria ser humano, para poder envolver-me numa luta com o miúdo, numa luta onde podia dar liberdade ao meu ódio e não estivesse em vantagem. Mas eu seria capaz de mata-lo em milésimos de segundos… - arrepiei-me ao vê-lo falar de morte tão calmamente como se falássemos do tempo em geral. Uma parte de mim não queria ouvir aquilo, outra parte era incapaz de o mandar parar – Queria ser humano para te agarrar e beijar á minha vontade, para ter direito a tocar em ti sem segredos…Até que percebi que não podia continuar a viver aqui pois acabaria por me render e fazer o que mais queria. Ficar contigo… Então, iria embora. Não minto. Eu pensaria em observar-te á distancia. Iria dar um tempo e depois, sem interferir na tua vida iria observar-te. Só iria embora quando encontrasses alguém. Teria que partir aí, ou iria acabar por matar esse homem. Merecias ser feliz. Pela primeira vez pensei em alguém alem de mim. Fui altruísta, coloquei-te em primeiro lugar. Nunca tinha feito isso… Mas – continuou – Fui um fraco pois quando chegaste a minha casa não consegui ficar longe. As tuas palavras batiam forte. Queria-te e tomei-te. Apesar de saber o que mais cedo ou mais tarde ia acontecer ignorei, pois não podia lutar para ficar longe… Até que tudo nos levou aqui…
Fiquei em silêncio, sentia-o a acariciar a minha mão. Mas nada podia dizer. Não conseguia pensar.
- Nikka… Para um vampiro – estremeci á palavra. – Sentir amor ou algo tão profundo é impossível. É fisicamente impossível para nós. No entanto eu senti. Senti Nikka! E foi belo, aterrorizante. Maravilhoso, insuportável. Tornas-te o impossível na maior verdade da minha existência – segurou mais forte as minhas mãos e olhava-me como se tentasse ver a minha alma – Desejo-te como nunca desejei nada. Desejo que me ames, que me faças viver momentos como os que partilhamos, que pelo menos sintas uma milésima do que sinto por ti, pois aí serei completo… Daria a minha imortalidade pelo teu coração Nikka.
Eu não aguentaria ouvir mais. Levei a minha mão aos lábios dele fazendo-o parar de dizer aquelas palavras que iam directas para o meu coração e ficavam lá alojadas. Criando desordem e caos. Alegria e dor.
- Não… - pedi.
- Mas…
- Agora não… - olhei-o implorante – Preciso de tempo para pensar…
- Mas diz-me se tens medo de mim de Nikka… - olhou-me atormentado – Eu sei o que viste, mas eu nuca te magoaria… Estarás sempre a salvo comigo…
- Eu sei… - e aquela verdade saiu da minha alma. – Eu sei…
- Obrigado… - beijou as minhas mãos como se fosse um objecto de culto, de amor incondicional.
Eu queria aquele amor incondicional…
- Não terei mais segredos para ti. Nunca mais… Não me tires da tua vida… - implorou.
- Alexander – o nome deve provocava sensações no meu estômago – Não posso prometer que ficarei contigo, mas prometo que a minha amizade terás…
- A amizade não basta! – olhou-me zangado – Não quero isso! Quero-te a ti!
- É o que posso oferecer agora… - retorqui.
- Posso dar-te tudo Nikka! Pede que eu dou-te. Tudo! Posso dar-te o mundo, posso fazer tudo o que quiseres. Mas ama-me! Por favor, ama-me! – pediu desesperado e fez com que fechasse os olhos. Era insuportável – Eu sei que agora, não me amas e que neste momento te pareço um monstro. Estás certa. Não tenho misericórdia nem compaixão. Mato e usufruo disso… - estremeci com medo – Mas nunca te magoaria! Preferi morrer do que te magoar. És tudo para mim! Eu não sei grande coisa, mas posso ensinar-te a amares-me. Nem que seja só um bocadinho do que sinto por ti. Por favor, tenta!
Não respondi. Ele acariciou o meu rosto fazendo-me desejar ter os seus lábios nos meus. Mas não iria permitir que isso acontecesse.
- Nikka, só um vampiro te pode amar para sempre. E eu vou. – apertou levemente o meu rosto – Pode ser uma maldição, mas durante cada segundo da minha existência, apenas tu terás importância. Estou completamente apaixonado e irremediavelmente perdido de amor por ti. Não posso explicar em palavras o quanto te amo.
Ele esperou, mas não disse nada. E quando abri os olhos, vi a esperança morrer nos dele.
- Eu sempre tive tudo aquilo que queria! Mas, tudo bem… Mas não vou desistir… Vou dar-te o teu espaço, mas nuca vou parar de tentar ficar contigo. Não posso…
Eu suspirei cansada. Aquilo era demais para apenas uma adolescente rebelde como eu.
- Também não te preocupes que não contarei a ninguém…
- Isso não me incomoda. – afirmou.
- Pois… - tentei sorrir torto – Achariam que estaria louca. Quer dizer… Mais que o habitual…
Ele adorou ver-me esboçar um sorriso. Mesmo que fosse um sorriso torto. Vi esperança renascer no olhar dele. Será que eu poderia responder a essa esperança?
- Não tens nenhuma curiosidade? Tu que és fãs de vampiros… - brincou ainda ajoelhado á minha frente.
- Isso era antes de saber que eles realmente existem… - fiz um esgar – E que brincavas que eras um vampiro!
- Sim. – concordou – Queria tentar descobrir como reagirias.
- És…- senti um no na garganta. - imortal?
Avaliou o meu rosto e depois respondeu.
- Sou Nikka.
- Tens a aparência de 26, mas és… mais velho certo?
- Sim… - ele parecia incomodado de falar sobre isso.
- Quando… Bem… Á quanto tempo te tornas-te vampiro?
Ele fez uma careta. Avaliou o meu rosto.
- Não quero que isso te choque ou te faça ficar com nojo, ou…
- Quero saber. – insisti. A curiosidade já borbulhava em mim.
Teria 100 anos?
Isso era assustador e petrificante!
- Nikka… Eu temo que isso…
- Alexander – cortei-o – Vais esconder coisas de mim novamente? Vais mentir-me?
- Não… - murmurou. – Prometi que não te escondia mais nada…
- Responde. – exigi.
Ele desviou o olhar do meu, suspirou.. Voltou-me a encarar atento a qualquer atitude minha. Numa tentativa de leitura corporal.
- Renasci em 3500 A.C.
Fiquei sem reacção. Pisquei montes de vezes, e olhei-o.
- Como? - perguntei chocada.
- Sou imortal há 5510 anos.
Engoli em seco e não conseguia deixar de o olhar assustada.
Não podia ser. Era impossível. Aquilo ia contra tudo o que aprendi.
- Eu sabia que irias ficar assim…
Respirei lentamente para tentar superar o choque. Não estava a ter lá muito sucesso.
- Jesus Cristo! – exclamei – Isto é…
- Por acaso não conheci o vosso Jesus. Perdi a oportunidade… - tentou aliviar o ambiente.
Eu olhei-o ainda mais chocada.
Ele era mais velho que Jesus! Viveu antes de Cristo! OMG!
Eu sentia-me imatura ao lado dele, por ele ter 26 anos e eu 17. Afinal ele tem 5510.
- Wow. Demasiada informação… Não quero saber mais por hoje…
- Nikka…
- Alexander dá-me tempo. – Pedi séria – Quando estiver pronta eu procuro-te. – Prometi.
Ele assentiu, beijou a minha testa e saiu pela janela.
Deitei-me na cama e olhei para o teto.
Não era possível aquilo acontecer.
Agora eu sabia o ponto de vista de Alexander. Eu queria acreditar no amor dele.
Quantas vezes eu desejei que ele me amasse?
Mas não era assim!
Ele não podia ser um assassino! Sabia que nunca me magoaria, mas…
Magoava outros e eu não estava bem com isso. Não tolerava isso.
Talvez, nem sempre o amor fosse suficiente, como costumava acreditar.
Então? O-o
^ Este capitulo é importante. Sabemos o que pensava Alex ^
Desculpem se não está muito bom, mas é que estou doente… Só espero que tenha transmitido as emoções fortes do Alex…
Ontem de tarde fiquei na cama e hoje não fui ás aulas, mas como tinha prometido a umas leitoras queridas, tinha que postar alguma coisa… Por isso se escapar algum erro ou não gostarem do capitulo, desculpem… Mas avissem! :S
Realmente não estou muito bem, hoje…
Espero pela vossa reacção! :*
O próximo capitulo é na segunda, excepto se as aspirinas e os remédios não fizerem efeito! :P
Agora vou é dormir um pouco, porque de tarde tenho k estudar para o teste de amanha! :P E não posso baixar a nota! :P
Portem-se bem! Ou não… ;)
Beijos, e já sabem… COMENTEM! ;)
^ Este capitulo é importante. Sabemos o que pensava Alex ^
Desculpem se não está muito bom, mas é que estou doente… Só espero que tenha transmitido as emoções fortes do Alex…
Ontem de tarde fiquei na cama e hoje não fui ás aulas, mas como tinha prometido a umas leitoras queridas, tinha que postar alguma coisa… Por isso se escapar algum erro ou não gostarem do capitulo, desculpem… Mas avissem! :S
Realmente não estou muito bem, hoje…
Espero pela vossa reacção! :*
O próximo capitulo é na segunda, excepto se as aspirinas e os remédios não fizerem efeito! :P
Agora vou é dormir um pouco, porque de tarde tenho k estudar para o teste de amanha! :P E não posso baixar a nota! :P
Portem-se bem! Ou não… ;)
Beijos, e já sabem… COMENTEM! ;)