Aqui vai outro capítulo! ;)
As duas semanas de castigo passaram e eu não arranjei mais problemas. E era tão bom ver a vaidosa da Nora, com um olho negro e arranhões na cara! Valia por mais semanas de castigos! Cumpri o meu castigo e nas aulas de inglês nem falava.
Bem… Agora, tenho algo melhor para fazer…
O que se faz quando temos um professor lindo, sexy, que exalta masculinidade, com um poderoso olhar e com uma boca tremendamente sensual?
Observa-se.
Bem é isso que faço durante as aulas dele. Todos os segundos. Não consigo parar de olhar para ele! Sabia que os outros professores faziam piada sobre Alexander ser tão rígido que até a Nicholaa se comportava, que tinham de ser tão autoritários como ele. Não sabiam era que, apesar de Alexander ser um professor muito rígido e que ninguém se atrevia a falar nas aulas dele, a verdadeira razão do meu silêncio era porque estava completamente fascinada por aquele homem perfeito.
Eu, que costumava tirar notas altas a inglês, desconfio que vou tirar uma péssima. Pois não presto atenção quando ele fala, a não ser nos seus lábios em movimentos ou o quanto sexy é a voz dele…
Eu simplesmente o olhava maravilhada. Mesmo quando ele estava a enxovalhar os outros alunos. Podia simplesmente apoiar o meu queixo nas mãos em formato de concha e ficar hipnotizada pelo som da sua voz. Profunda e sensual… Acredito que faria qualquer coisa que ele pedisse. Até saltar de um penhasco!
Penso que ele já percebeu que estou a criar uma espécie de paixãozinha de adolescente pelo professor, pois muitas vezes olha-me de lado e esboça um sorriso fazendo o me coração voar…
E ganhar tolas esperanças, quando no fundo sabia perfeitamente que o professor Alexander, - cobiçado por todas as mulheres dos 8 aos 80 – alguns homens também - era território inalcançável.
Uma colega entregou-me um papel. Abriu-o antes que o professor o visse.
“ Nikka, estás linda hoje. ;) Aposto que vais ser a mais linda no baile…”
Sorri para o papel e depois para Jonh. Eu e Jonh resolvemos as coisas e combinamos de irmos juntos. O pior é que cada vez mais, eu o achava uma verdadeira criança. Mais infantil. Mais imaturo…
Jonh não era… Ele.
Eu tempos atrás mataria por este papel. Na verdade sonhei como seria beijar o Jonh. Mas não era como isto. Não senti nada.
- Nicholaa, pode mostrar-me o que tem aí, por favor?
Corei horrores e escondi rápido o papel no meio do caderno.
- O quê? – fingi-me de desentendida. Mas a voz denunciou-me.
- O papel que, “discretamente”, escondeu…
Engoli em seco. Tirei o papel do meio do caderno e entreguei-o sem olhar.
- Então alguém considera que está linda hoje? E ainda teve direito a um smile com uma piscadela de olho? Que sorte que teve! – olhei-o morta de vergonha enquanto a turma ria de mim – será o Sr. Anderson o responsável pela piscadela?
- Parece que sim professor King… - admitiu Jonh.
- Bem, podemos continuar ou temos que esperar que os pombinhos terminem? Porque se estiver a interromper, por favor, avisem-me!
- Pode continuar professor…
- Obrigada Anderson. É muito simpático da sua parte! – ironizou o professor. – E que não volte a ver papeis a circular na sala! – Alexander olhou-me furioso e entregou-me o papel. Como se acabasse de cometer um crime. Como se o ofendesse profundamente.
Mas eu nem tinha culpa!
Ruborizada peguei no papel e guardei.
No final do dia quando estava á porta de minha casa a lavar o meu carro, vejo um Porch preto passar. Lá dentro ia o meu professor de inglês. Devia ir para casa… Aterrorizante a casa dele…
Ele olhou-me. OMG!
OMG! Mesmo!
Tão atrapalhada fiquei que acabei por escorregar e cair!
OMG que vergonha!
Rezei para ele não ter visto. Mas lá no fundo eu sabia que ele viu… Com a minha sorte ele tinha que ter visto a minha humilhação!
Sou uma nódoa! Sinceramente Nicholaa Brown…
De noite, acabei por adormecer no sofá da sala a pensar em como sou ridícula…
- Acorda, cabeça de fósforo! – o imbecil do meu irmão acordou-me (abanou-me como se fosse um animal e não UMA PESSOA que ainda por cima era IRMÃ dele!) a meio da noite. Voltei para o quarto e dormi que nem uma pedra.
De manha quando me levanto e me vejo ao espelho… Gritei de raiva! O imbecil do meu irmão, tinha aproveitado que adormeci no sofá para me desenhar um bigode e chifres na testa.
O pior foi que aquilo não saia! Era alguma espécie de tinta resistente. Só depois de muito esforço é que tirei aquilo!
Mas inevitavelmente atrasei-me para a escola. Começo bem o dia…
Se comecei bem, acabei ainda melhor.
Tive uma discussão com Nora na cantina e a vadia atirou-me com um copo de Coca-Cola. A sorte dela foi que a directora apareceu logo, mesmo quando eu estava para afundar as minhas unhas na cara nojenta dela!
Tive que correr para o meu cacifo e pegar numa camisola suplente do meu uniforme.
Cheguei atrasada á aula de inglês.
- Desculpe professor! – entrei toda atrapalhada na aula, da correria para não chegar atrasada.
- Menina Brown! Ainda bem que decidiu prendar-nos com a sua presença! É uma pena que tenha sido 15 minutos depois. – Deus! Até a resmungar era sensual!
- Desculpe – corei – É que tive uns imprevistos…
- Sente-se. E comece o teste.
Arregalei os olhos. Só aí reparei que estavam todos a fazer teste!
- Mas eu não sabia que íamos ter teste! – E a parva da Nereida nem me disse nada! Eu devo andar mesmo louca, pois juraria que o teste era só para a semana!
- É teste surpresa. – olhei-o sem acreditar.
Como assim?
- Mas eu não sabia!
- Talvez por ser surpresa… – olhou-me como se fosse a maior retardada do mundo. Queria um saco para esconder a cara.
Lá fui para a minha mesa, mas quando me sentei para fazer o teste dei uma olhadela para Alex – nos meus sonhos eu chamo-o de Alex, enquanto ele me diz o quanto perdidamente apaixonado está por mim – e vejo o olhar divertido dele na minha direcção.
Borboletas no estômago. Ruído nos ouvidos. Mãos suadas e falta de concentração.
Provavelmente Alexander fazia-me ficar doente. Sim. Eu só podia estar doente.
E o teste correu-me mal devido á minha nova doença.
- Que nojo! – queixei-me a Nereida – O teste correu-me super mal! – afundei-me contra os cacifos.
- Correu mal a toda a gente Nikka. Era impossível, alguém responder àquilo.
- Porcaria! – deixei a cabeça cair nas mão – Lá se vai a minha media! Adeus planos para o futuro! – gemi.
Nereida deu-me uma cotovelada. Olhei-a chateada.
Ela fez gesto com a cabeça, indicando o lugar para onde devia olhar.
Era Alexander que ia a passar com a sua maleta preta. Dirigia-se para as escadas.
- Havia de cair e partir uma perna! – rugi amaldiçoando-o.
Nereida riu. Alexander parou.
Não acreditei. Ele olhou para mim, esboçou um sorriso perfeito e depois olhou para a escada. Olhou-me novamente, ergueu uma sobrancelha esculpida.
Eu abri a boca. Era impossível, ele ter ouvido! Nem pensar! Era coincidência!
Ele riu. Piscou-me o olho e foi noutra direcção, evitando as escadas.
Fiquei aparvalhada e nem ouvia as tagarelices de Nereida sobre um suposto rapaz que a levaria ao baile.
As imagens da provocação de Alexander não me saiam da cabeça e as coisas que tentava guardar dentro de mim, cresciam cada vez mais e estava a ser impossível de esconder por muito mais tempo. Parecia que o meu coração não conseguiria guardar aquilo só para ele durante muito mais.
E novamente a minha doença atacou.
Então? Gostaram?
Dêem-me a vossa opinião… *-*
Eu fico sempre nervosa a tentar imaginar o que pensam…
Este capítulo foi mais pequeno que o normal porque acho que os outros eram grandes de mais e vos cansavam…
Está bom deste tamanho?
Como preferem? Mais pequeno ainda? Ou como estava antes?
Não quero que a leitura se torne cansativa para vocês…
É verdade, eu respondo a todos os vossos comentários! TODOS! Depois vão e verifiquem, ás vezes posso fazer perguntas lá! ;) E se eu tenho tempo para mostrar o quanto vos sou grata, voces podem comentar o que acharam de cada capítulo! Não custa nada! ;) pf! *implorando* ;P
Muito obrigada por lerem e comentarem! Mesmo!
Se não comentarem eu não sei se estão a ler e a gostar… :S
Beijinhos, e já sabem… COMENTEM! ;)
As duas semanas de castigo passaram e eu não arranjei mais problemas. E era tão bom ver a vaidosa da Nora, com um olho negro e arranhões na cara! Valia por mais semanas de castigos! Cumpri o meu castigo e nas aulas de inglês nem falava.
Bem… Agora, tenho algo melhor para fazer…
O que se faz quando temos um professor lindo, sexy, que exalta masculinidade, com um poderoso olhar e com uma boca tremendamente sensual?
Observa-se.
Bem é isso que faço durante as aulas dele. Todos os segundos. Não consigo parar de olhar para ele! Sabia que os outros professores faziam piada sobre Alexander ser tão rígido que até a Nicholaa se comportava, que tinham de ser tão autoritários como ele. Não sabiam era que, apesar de Alexander ser um professor muito rígido e que ninguém se atrevia a falar nas aulas dele, a verdadeira razão do meu silêncio era porque estava completamente fascinada por aquele homem perfeito.
Eu, que costumava tirar notas altas a inglês, desconfio que vou tirar uma péssima. Pois não presto atenção quando ele fala, a não ser nos seus lábios em movimentos ou o quanto sexy é a voz dele…
Eu simplesmente o olhava maravilhada. Mesmo quando ele estava a enxovalhar os outros alunos. Podia simplesmente apoiar o meu queixo nas mãos em formato de concha e ficar hipnotizada pelo som da sua voz. Profunda e sensual… Acredito que faria qualquer coisa que ele pedisse. Até saltar de um penhasco!
Penso que ele já percebeu que estou a criar uma espécie de paixãozinha de adolescente pelo professor, pois muitas vezes olha-me de lado e esboça um sorriso fazendo o me coração voar…
E ganhar tolas esperanças, quando no fundo sabia perfeitamente que o professor Alexander, - cobiçado por todas as mulheres dos 8 aos 80 – alguns homens também - era território inalcançável.
Uma colega entregou-me um papel. Abriu-o antes que o professor o visse.
“ Nikka, estás linda hoje. ;) Aposto que vais ser a mais linda no baile…”
Sorri para o papel e depois para Jonh. Eu e Jonh resolvemos as coisas e combinamos de irmos juntos. O pior é que cada vez mais, eu o achava uma verdadeira criança. Mais infantil. Mais imaturo…
Jonh não era… Ele.
Eu tempos atrás mataria por este papel. Na verdade sonhei como seria beijar o Jonh. Mas não era como isto. Não senti nada.
- Nicholaa, pode mostrar-me o que tem aí, por favor?
Corei horrores e escondi rápido o papel no meio do caderno.
- O quê? – fingi-me de desentendida. Mas a voz denunciou-me.
- O papel que, “discretamente”, escondeu…
Engoli em seco. Tirei o papel do meio do caderno e entreguei-o sem olhar.
- Então alguém considera que está linda hoje? E ainda teve direito a um smile com uma piscadela de olho? Que sorte que teve! – olhei-o morta de vergonha enquanto a turma ria de mim – será o Sr. Anderson o responsável pela piscadela?
- Parece que sim professor King… - admitiu Jonh.
- Bem, podemos continuar ou temos que esperar que os pombinhos terminem? Porque se estiver a interromper, por favor, avisem-me!
- Pode continuar professor…
- Obrigada Anderson. É muito simpático da sua parte! – ironizou o professor. – E que não volte a ver papeis a circular na sala! – Alexander olhou-me furioso e entregou-me o papel. Como se acabasse de cometer um crime. Como se o ofendesse profundamente.
Mas eu nem tinha culpa!
Ruborizada peguei no papel e guardei.
No final do dia quando estava á porta de minha casa a lavar o meu carro, vejo um Porch preto passar. Lá dentro ia o meu professor de inglês. Devia ir para casa… Aterrorizante a casa dele…
Ele olhou-me. OMG!
OMG! Mesmo!
Tão atrapalhada fiquei que acabei por escorregar e cair!
OMG que vergonha!
Rezei para ele não ter visto. Mas lá no fundo eu sabia que ele viu… Com a minha sorte ele tinha que ter visto a minha humilhação!
Sou uma nódoa! Sinceramente Nicholaa Brown…
De noite, acabei por adormecer no sofá da sala a pensar em como sou ridícula…
- Acorda, cabeça de fósforo! – o imbecil do meu irmão acordou-me (abanou-me como se fosse um animal e não UMA PESSOA que ainda por cima era IRMÃ dele!) a meio da noite. Voltei para o quarto e dormi que nem uma pedra.
De manha quando me levanto e me vejo ao espelho… Gritei de raiva! O imbecil do meu irmão, tinha aproveitado que adormeci no sofá para me desenhar um bigode e chifres na testa.
O pior foi que aquilo não saia! Era alguma espécie de tinta resistente. Só depois de muito esforço é que tirei aquilo!
Mas inevitavelmente atrasei-me para a escola. Começo bem o dia…
Se comecei bem, acabei ainda melhor.
Tive uma discussão com Nora na cantina e a vadia atirou-me com um copo de Coca-Cola. A sorte dela foi que a directora apareceu logo, mesmo quando eu estava para afundar as minhas unhas na cara nojenta dela!
Tive que correr para o meu cacifo e pegar numa camisola suplente do meu uniforme.
Cheguei atrasada á aula de inglês.
- Desculpe professor! – entrei toda atrapalhada na aula, da correria para não chegar atrasada.
- Menina Brown! Ainda bem que decidiu prendar-nos com a sua presença! É uma pena que tenha sido 15 minutos depois. – Deus! Até a resmungar era sensual!
- Desculpe – corei – É que tive uns imprevistos…
- Sente-se. E comece o teste.
Arregalei os olhos. Só aí reparei que estavam todos a fazer teste!
- Mas eu não sabia que íamos ter teste! – E a parva da Nereida nem me disse nada! Eu devo andar mesmo louca, pois juraria que o teste era só para a semana!
- É teste surpresa. – olhei-o sem acreditar.
Como assim?
- Mas eu não sabia!
- Talvez por ser surpresa… – olhou-me como se fosse a maior retardada do mundo. Queria um saco para esconder a cara.
Lá fui para a minha mesa, mas quando me sentei para fazer o teste dei uma olhadela para Alex – nos meus sonhos eu chamo-o de Alex, enquanto ele me diz o quanto perdidamente apaixonado está por mim – e vejo o olhar divertido dele na minha direcção.
Borboletas no estômago. Ruído nos ouvidos. Mãos suadas e falta de concentração.
Provavelmente Alexander fazia-me ficar doente. Sim. Eu só podia estar doente.
E o teste correu-me mal devido á minha nova doença.
- Que nojo! – queixei-me a Nereida – O teste correu-me super mal! – afundei-me contra os cacifos.
- Correu mal a toda a gente Nikka. Era impossível, alguém responder àquilo.
- Porcaria! – deixei a cabeça cair nas mão – Lá se vai a minha media! Adeus planos para o futuro! – gemi.
Nereida deu-me uma cotovelada. Olhei-a chateada.
Ela fez gesto com a cabeça, indicando o lugar para onde devia olhar.
Era Alexander que ia a passar com a sua maleta preta. Dirigia-se para as escadas.
- Havia de cair e partir uma perna! – rugi amaldiçoando-o.
Nereida riu. Alexander parou.
Não acreditei. Ele olhou para mim, esboçou um sorriso perfeito e depois olhou para a escada. Olhou-me novamente, ergueu uma sobrancelha esculpida.
Eu abri a boca. Era impossível, ele ter ouvido! Nem pensar! Era coincidência!
Ele riu. Piscou-me o olho e foi noutra direcção, evitando as escadas.
Fiquei aparvalhada e nem ouvia as tagarelices de Nereida sobre um suposto rapaz que a levaria ao baile.
As imagens da provocação de Alexander não me saiam da cabeça e as coisas que tentava guardar dentro de mim, cresciam cada vez mais e estava a ser impossível de esconder por muito mais tempo. Parecia que o meu coração não conseguiria guardar aquilo só para ele durante muito mais.
E novamente a minha doença atacou.
Então? Gostaram?
Dêem-me a vossa opinião… *-*
Eu fico sempre nervosa a tentar imaginar o que pensam…
Este capítulo foi mais pequeno que o normal porque acho que os outros eram grandes de mais e vos cansavam…
Está bom deste tamanho?
Como preferem? Mais pequeno ainda? Ou como estava antes?
Não quero que a leitura se torne cansativa para vocês…
É verdade, eu respondo a todos os vossos comentários! TODOS! Depois vão e verifiquem, ás vezes posso fazer perguntas lá! ;) E se eu tenho tempo para mostrar o quanto vos sou grata, voces podem comentar o que acharam de cada capítulo! Não custa nada! ;) pf! *implorando* ;P
Muito obrigada por lerem e comentarem! Mesmo!
Se não comentarem eu não sei se estão a ler e a gostar… :S
Beijinhos, e já sabem… COMENTEM! ;)


















