Novo capitulo!
Estou nervosa á espera da vossa reacção! :S
Este capitulo é muito importante! ;)
Divirtam-se! :P
Estou nervosa á espera da vossa reacção! :S
Este capitulo é muito importante! ;)
Divirtam-se! :P
P.S-) Se as musicas acabarem mais cedo, ponham-nas de novo! :P
Corri rápido, não liguei para as pequenas gotas de chuva que molhavam a minha pele.
Quando virei a esquina vi um vulto grande debruçado sobre a mulher que lentamente parou de se debater. Depois vi o corpo cair ao chão quando o assassino a largou.
O corpo começou a arder em chamas.
Estava mortificada, pois nada fazia sentido. E eu feita parva ficava ali, a olhar para um assassino, quando deveria era correr.
Então ouve um relâmpago.
Parei de respirar. Eu conhecia aquelas formas em qualquer parte.
Ofeguei. Não podia ser!
O vulto começou a voltar-se como se fosse em câmara lenta. Antes de os olhos dele focarem os meus, e a cor inconfundível ter sido iluminada por um forte relâmpago, já sabia quem era.
Gritei e a luz de um novo trovão bateu no rosto dele. Tinha sangue a escorrer pelos lábios.
Comecei a dar passos para traz. Mortificada e em negação.
- Nikka… - disse hesitante estendendo uma mão para mim.
Virei costas e corri com todas as minhas forças. O coração a bater muito forte, a cabeça a doer os músculos a reclamar. O medo, o desespero, e a negação em cada partícula do meu corpo.
Parei bruscamente quando o vi na minha frente. Não sabia como foi parar ali, mas gritei de medo.
Ofegante corri para outro lado, mas ele agarrou os meus braços imobilizando-me. Debati-me o máximo que pude.
- SOLTA-ME! – gritei dando-lhe socos.
- Pará Nikka! – pediu enquanto me segurava mais forte – Não te vou fazer mal!
- POR FAVOR LARGA-ME!
As lágrimas já se misturavam às grosas pingas da chuva e eu sentia-me desesperada. Parecia um pesadelo. Tinha que acordar, eu tinha que acordar! Não podia ser!
- Olha para mim, por favor! – implorou cheio de dor e eu debati-me mais nos seus braços enquanto gritava aterrorizada.
- Nikka! – segurou o meu rosto fazendo-me encara-lo.
Eu chorava ao mesmo tempo que tentava fugir. O seu rosto já não tinha sangue, mas aquela imagem não saia da minha mente. Tremia descontrolada, aterrada.
Soquei mais o seu peito e gritei por socorro.
Ele tampou a minha boca com a sua mão que um dia eu deixei afagar o meu rosto. Que um dia me confortara.
- Nikka, não te vou magoar. Nunca! – ele estava assustado também, mas eu era quem tinha o direito de estar assim - Se vierem aqui ver o que se passa, terei que mata-los.
Gelei de medo. Olhei-o mais assustada. Isto era um pesadelo! Quero acordar agora!
Estava aterrorizada e paralisada pelo medo e pela dor.
- Posso tirar a mão que não gritas?
Acenei afirmativamente.
Ele olhou-me cheio de dor e deslizou a mão pelos meus lábios.
Estava livre para gritar, mas não o fiz. Podia atrair pessoas. Não queria que ninguém morresse. Se fosse esse o meu destino, não queria ninguém a acompanhar-me.
- Nikka… - começou.
Eu fechei os olhos com uma dor insuportável. Ouvir aquela voz, aquele sussurro era de mais para mim. Era demasiado doloroso, demasiado penoso. As imagens dos momentos anteriores não abandonavam a minha mente.
Porque isto estava a acontecer comigo?
Não conseguia parar de derramar as lágrimas tal era a dor que corrompia a minha alma.
- Larga-me – gemi com dor. – Deixa-me ir. Imploro-te…
- Não posso deixar-te ir assim… Eu levo-te a casa…
- Não.
- Onde está a chave do teu carro? – perguntou num sussurro – Ou alguém te trouxe?
- O meu carro está na rua á frente. Deixa-me ir sozinha… por favor… - sussurrei ainda de olhos fechados enquanto ele segurava os meus braços.
Ele levantou-me e aconchegou-me nos seus braços, como se fosse uma criança que tivesse magoado o tornozelo e não conseguisse andar, ou como se fosse uma noiva a ser carregada pelo seu noivo. Debati-me para ele me pousar no chão, mas não resultou.
Ele segurou a minha cabeça contra o seu peito para abafar os meus protestos. Fiquei sem fôlego e paralisada. Acabei por me render. Não adiantaria lutar contra quem era infinitamente maior.
Então apercebi-me de uma coisa que antes nunca tinha ligado. Que estava demasiado distraída com outras coisas. Eu, não ouvia nada. Apenas o som do ar nos seus pulmões. Não havia batimento cardíaco. Um corpo que se movia sem ser coordenado pelos movimentos do coração.
Era um morto-vivo que me carregava nos braços.
Tinha sido um morto-vivo por quem me apaixonei.
Fora um morto-vivo que levei para conhecer a minha família.
Fora um assassino que me beijava.
Era mais uma evidência para aquilo que a minha mente queria recusar.
O meu corpo paralisou. Não protestei mais. A minha mente abandonou o meu corpo e divagava longe. Era como se fosse um cadáver nos braços dele.
Divagava pelos momentos que passamos juntos. As evidências estavam lá. A piada sobre vampiros. Ele na brincadeira até dissera que era um! E eu ficava de olhos fechados!
A beleza aborda e irreal dele. E a imagem daquele sumo de melancia passou pela minha mente. Era o sabor de sangue. Agora eu lembrava do sabor. A dieta constante dele! E ele comera na minha frente! E ainda existia a história do sol. Seria isso que ele me iria contar na tal conversa que ele sempre adiava? O que ele queria de mim? Rondar-me para depois poder fincar os dentes em mim?
Mas era impossível certo?
Não existe… Não pode…
Estava em negação. Era tudo uma estúpida brincadeira. A qualquer momento ele iria começar a rir e dizer que era muito fácil de enganar… certo?
Era só mais uma piada parva e com humor negro típica dele. Tinha que ser.
Estava tão longe do meu corpo que só reparei que estava no meu carro quando senti as mãos quentes dele erguer o meu queixo na sua direcção.
- Nikka…
Eu encolhi-me para longe dele. Foi uma reacção automática. Instantânea. E que pelo seu olhar o magoou profundamente.
- Ao menos tira o casaco. Deves estar gelada. Não quero que fiques doente…
Não me movi. Fiquei a fitar a estrada apenas. Ainda não tínhamos saído da rua onde tinha estacionado. O carro nem estava ligado. A chuva ainda caia lá fora. Tudo parecia normal.
Para todos, excepto para mim.
Ele aproximou-se de mim e ignorando a minha reacção de fuga ao seu toque tirou o meu caso e colocou-me o sinto.
Segundos depois tinha o seu sobretudo preto sobre mim. Estava quente e com o seu cheiro inebriante.
Atirei-o para longe. Não queria aquilo perto de mim. Não queria aquele cheiro, aquele calor acolhedor que me faziam lembrar dele e me cortava a alma.
Ele suspirou, ligou o carro e partiu daquela rua, á qual eu nunca mais queria voltar.
Aproximei-me o máximo da janela e encostei a cabeça ao vidro, á espera de acordar a qualquer momento. Mas no fundo do meu ser sabia que não aconteceria nunca. Era a realidade. Dura, fria e crua.
A realidade a que pertencia.
- Nikka… Não tenhas medo de mim por favor… - ignorei-o. A ele e á dor notável na sua voz – Estás a salvo comigo… Sou a ultima pessoa que devias temer.
Como não obteve resposta suspirou.
Fez-se silencio. Mas ele parecia ter uma necessidade bizarra de querer ter um diálogo quando nada havia a ser dito.
- Diz alguma coisa! Preferia os socos do que o teu silencio! Isso dá cabo de mim!
Ignorei-o novamente. Estava numa realidade paralela onde a dor reinava. Só existia a dor da traição, da mentira.
- Nikka! – disse exasperado – Não me faças isto!
- O que és Alexander? – sussurrei enquanto virava o rosto para ele.
Ele olhava a estrada á sua frente enquanto o seu rosto estava sério e vi a sua maça de adão mover-se tensamente.
- Necessitas mesmo que diga? – perguntou ainda sem me olhar. – Não me digas que ainda não descobris-te. – ironizou.
- Não. – voltei a olhar pela minha janela – Na verdade não preciso que o digas. Sei exactamente a verdade. Mas quero que dos teus lábios, os quais beijei e que sugam vidas, admitam que és um monstro.
- Tudo bem. – não vi a sua expressão, mas a sua voz era cansada – Sou um vampiro.
Estremeci.
Era muito pior ouvir a sua melodiosa voz, que amava, admitir aquilo.
- Não me queres fazer nenhuma pergunta?
- Não.
- Então o que queres, Nikka?
- Que te mantenhas longe de mim.
Não o olhei. Não queria. Fechei os olhos e continuei com a cabeça encostada á janela.
- Nunca quis que soubesses. Não desta maneira. Não nestas circunstâncias. Nunca devias ter visto aquilo.
Nunca mais disse-mos nada.
Quando chegamos em frente a minha casa, horas, minutos ou dias depois. Não tinha certeza. Até podiam ter passados anos. Saí do meu carro e lentamente fui para a porta de entrada da minha casa.
- Por favor não me deixes. – os seus braços abraçaram-me por trás enquanto o ouvi implorar. – Por favor Nikka! Perder-te vai contra todas as regras básicas da minha sobrevivência!
Perde-lo também me estava a destruir. Perde-lo também ia contra todas as regras básicas da minha sobrevivência.
Não me movi. Fechei os olhos, respirei fundo, ganhei força e depois livrei-me do seu abraço.
Baixei-me para tirar a chave que estava escondida num vaso de flores e abri a porta. Voltei a tirar a chave e entrei.
Olhei para ele com uma mascara de indiferença no meu rosto. Alexander estava á minha porta com o olhar atormentado e o rosto a transbordar de desespero. Emoções essas que borbulhavam no meu interior, mas que estavam disfarçadas.
- Eu amo-te. – uma lágrima de sangue caiu pelo seu rosto perfeito.
Bati rápido a porta, fechei-a atrapalhada e corri para o meu quarto.
Tremia descontrolada. As imagens não abandonavam a minha mente. Corri para a casa de banho, debrucei-me sobre o vaso sanitário e vomitei. A pouca comida que tinha no estômago revoltou-se e saiu.
As náuseas eram demasiadas. Tinha sido tudo uma grande mentira.
Todo o meu mundo tinha sido abalado. A realidade a que pertencia, tudo o que tinha lógica e sentido, deixara de existir.
Tinha-me apaixonado por… um mostro sanguinário. Um assassino.
Eu mesmo tinha presenciado, vi com os meus próprios olhos.
Já não me bastava ter-me apaixonado pelo meu professor. Afinal ele era um vampiro.
Afinal vampiros não são uma boa coisa. São óptimos nos livros. Não na realidade em que estamos inseridos.
Ali, ao velo alimentar-se, sabia que todas as minhas crenças, e todos os meus valores foram abalados.
Alexander tinha vindo para a minha vida, para a transformar completamente.
E já não acreditava que era para melhor.
Tirei a minha roupa e fui para debaixo do chuveiro. A água quente a cair na minha pele, aquecendo-a, mas não a levar a dor embora. A dor continuava lá. Sempre lá.
Assim como o rosto perfeito, o sorriso deslumbrante do seu causador.
Ainda sentia os lábios dele nos meus, ainda recordava o seu toque quente e suave.
E ele… tinha dito que me amava…
Foi um momento que sempre ansiei. Mas não era assim que queria.
Não quando descobrira aquilo.
E a dúvida da sua palavra estava sempre presente.
Ele não podia amar-me. Não me amava.
Ele não podia saber o que era o amor.
Ele não era… humano.
Então? O-o^^
A Nikka descobriu aquilo que já todos sabiamos! E que´só ela não queria ver...
Antes de mais quero explicar uma coisa….
Alexander não é um mártir. Ele mata e gosta disso. Não tem sentimentos humanos. Um vampiro à seria.
A única coisa que sente, que lhe preocupa é a Nikka. E nem ele sabe como foi deixar isso acontecer.
Já não é humano há MUITO tempo. Para eles os humanos são alimentos, nada mais.
Tudo aquilo que acreditava mudou quando conheceu a Nikka. (irei explicar melhor isso no próximo capitulo)
Sei que muitas pensam que Alexander é bonzinho, pois já conversei isso com elas.
Mas ele não é. Ele é mesmo o vilão.
E espero que não deixem de ler por causa disso. :S
Ele não é vegetariano.
Aqui não há disso. Eu não quero que seja igual a Twilight, pois a nossa querida Mayer faz isso na perfeição.
A única parecença com Twilight é o factor Humana/Vampiro.
Só agora é que percebemos o que ele é.
Ele só é bom para Nikka, pois ela é tudo para ele.
Afinal ele é um puro. E portanto não tem os mesmos valores que ela.
A história aborda um amor. Um amor doentio e dependente. Da parte dos dois. Um amor que não é lógico e destrói.
Do quanto Nikka é capaz de abdicar por ele. Do quanto é capaz de aceitar para ficar com ele. Ou se chega a um ponto que não pode mais.
E o quanto Alex aprende a amar. Pois ele ama mais profundamente que os humanos. E será que daria tudo pela Nikka?
Será que mudaria por ela?
Vai ser uma caminhada, onde nem eu sei como vai acabar.
Quero com esta história mostrar o lado bom do amor. O lado altruísta e bondosso, mas também o lado egoísta e desesperador.
^^
Sei que não queria que ele fosse “mauzinho” mas ele é. É um vampiro “á moda antiga”.
Espero que gostem á mesma, pois pretendo não desiludir! ;)
Eu não quero personagens heróicas. Eles têm os seus defeitos como todos nós. E tentam superar para encontrarem uma linha de equilíbrio.
Todos temos más atitudes, não somos santos nenhuns e certamente eles também não.
Quem aqui nunca fez nada que se arrependesse? Ou magoa os outros sem querer? Quem nunca foi magoado?
E certamente existe muitos que nos desiludem, mas mesmo assim continuamos a gostar deles e a perdoar sempre. Isso acontece muitas vezes entre amigos.
:D
Agora comentem muito! ;) Para saber a vossa opinião! :P
Já sabem… Parte preferida ect,ect…
P.S_) Mais uma vez Evanescence…. Amo! O-o
O próximo capitulo vem na sexta e será muito importante!
;)
Beijos grandes e obrigada por tudo! ;)
Tem valido a pena escrever só pelo facto de voz conhecer! ;)
Beijos, e já sabem…. COMENTEM! ;)
^^ Esta frase já chateia! ;) ^^
Desculpem o testamento! :P Mas era importante falar disto! :)
Antes de mais quero explicar uma coisa….
Alexander não é um mártir. Ele mata e gosta disso. Não tem sentimentos humanos. Um vampiro à seria.
A única coisa que sente, que lhe preocupa é a Nikka. E nem ele sabe como foi deixar isso acontecer.
Já não é humano há MUITO tempo. Para eles os humanos são alimentos, nada mais.
Tudo aquilo que acreditava mudou quando conheceu a Nikka. (irei explicar melhor isso no próximo capitulo)
Sei que muitas pensam que Alexander é bonzinho, pois já conversei isso com elas.
Mas ele não é. Ele é mesmo o vilão.
E espero que não deixem de ler por causa disso. :S
Ele não é vegetariano.
Aqui não há disso. Eu não quero que seja igual a Twilight, pois a nossa querida Mayer faz isso na perfeição.
A única parecença com Twilight é o factor Humana/Vampiro.
Só agora é que percebemos o que ele é.
Ele só é bom para Nikka, pois ela é tudo para ele.
Afinal ele é um puro. E portanto não tem os mesmos valores que ela.
A história aborda um amor. Um amor doentio e dependente. Da parte dos dois. Um amor que não é lógico e destrói.
Do quanto Nikka é capaz de abdicar por ele. Do quanto é capaz de aceitar para ficar com ele. Ou se chega a um ponto que não pode mais.
E o quanto Alex aprende a amar. Pois ele ama mais profundamente que os humanos. E será que daria tudo pela Nikka?
Será que mudaria por ela?
Vai ser uma caminhada, onde nem eu sei como vai acabar.
Quero com esta história mostrar o lado bom do amor. O lado altruísta e bondosso, mas também o lado egoísta e desesperador.
^^
Sei que não queria que ele fosse “mauzinho” mas ele é. É um vampiro “á moda antiga”.
Espero que gostem á mesma, pois pretendo não desiludir! ;)
Eu não quero personagens heróicas. Eles têm os seus defeitos como todos nós. E tentam superar para encontrarem uma linha de equilíbrio.
Todos temos más atitudes, não somos santos nenhuns e certamente eles também não.
Quem aqui nunca fez nada que se arrependesse? Ou magoa os outros sem querer? Quem nunca foi magoado?
E certamente existe muitos que nos desiludem, mas mesmo assim continuamos a gostar deles e a perdoar sempre. Isso acontece muitas vezes entre amigos.
:D
Agora comentem muito! ;) Para saber a vossa opinião! :P
Já sabem… Parte preferida ect,ect…
P.S_) Mais uma vez Evanescence…. Amo! O-o
O próximo capitulo vem na sexta e será muito importante!
;)
Beijos grandes e obrigada por tudo! ;)
Tem valido a pena escrever só pelo facto de voz conhecer! ;)
Beijos, e já sabem…. COMENTEM! ;)
^^ Esta frase já chateia! ;) ^^
Desculpem o testamento! :P Mas era importante falar disto! :)
