quinta-feira, 9 de setembro de 2010

11º Capitulo - Dominick...

Este capitulo vai para a Marta Boo que tem deixado comente lindos! :D Obrigada martinha!

E vai também para a Carolina, a Mariana.
^Ontem nem deu para falar convosco na chat… Todos sabemos porque! Lol

Ora bem, este capitulo tem cenas para maiores de 16.
Quem não quiser é só passar á frente destes sinais ****
Exemplo:
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Rtyuiokjhgfdsdfghjkl
Kjhgfdfghjkliuytredc

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Levei Dominick pela mão até o meu quarto. Ele não sabia no que estava a pensar. Eu, não queria pensar. Apenas sentir. Senti-lo. Faze-lo sentir.
Quando abri a porta e lentamente o puxei, ele viu o que tinha preparado para o fazer sentir mais livre. Uma manta estava no chão, pois a primeira vez e última vez, que nos tínhamos amado tinha sido no chão. Velas melhoravam o ambiente escuro. De alguma forma eu sabia que ele precisava de um pouco de escuridão. E lentamente aprenderia a lidar com tudo. Porque, eu pretendia faze-lo tão feliz quanto ele merecia.
Dominick apenas me olhou. Nada disse. Os seus olhos falavam, o seu corpo expressava o que pensava. Tirou a mascara e ele próprio a atirou contra a parede e estilhaçou-a em mil pedaços. Puxou-me para um beijo e muito lentamente foi despindo-me. Vendo as mudanças que o tempo fez com o meu corpo. Não tinha vergonha dele. Não tinha vergonha de lhe mostrar o meu corpo nu. Era natural. Perfeitamente natural estar com ele assim.
Então, comecei a tirar a camisola dele. As suas mãos tremeram ao impedirem as minhas.
- Qual o problema? – sussurrei – Está tudo bem se não quiseres agora…
- Eu quero. Só que…
- O quê? – beijei lentamente os seus lábios. Era estranho. Parecia que tínhamos invertido agora os papeis. Da ultima vez era eu que estava nervosa e ele acalmava-me e ajudava-me a lidar com as sensações – Se não conseguir-mos, não tem nenhum problema.
- Eu… Arianna… - levou as minhas mãos ao seu rosto fazendo-me tocar as suas cicatrizes – Existe mais, por baixo da roupa…
- Não me importo. De todo.
- Só não quero que te assustes…
- Isso seria impossível. – depositei beijos no seu pescoço, recebendo suspiros em troca – Eu não as vejo.
O seu corpo deixou de ficar tão tenso e começou a soltar-se. Deixando a paixão correr livremente.
- Levanta os braços para mim, Dominick. – ele sorriu e ergueu lentamente os braços, permitindo-me tirar-lhe a camisola. Observei o seu tronco musculado. Forte. Se tinha cicatrizes? Sim, tinha. Piores que a do rosto? Não sei. São apenas cicatrizes e eu não as vejo.
Tracei-as com as pontas dos meus dedos, e depois beijei-as. Ele estava tenso. Senti-a que estava hesitante, um tanto retraído.
- Relaxa… - pedi.
Não sei exactamente como aconteceu. Acabamos deitados na manta, nus e entregues á paixão. Já não necessitava de guiar Dominick. Guiávamo-nos mutuamente. As nossas respirações arfantes podiam-se ouvir no quarto. Não podia evitar. As mãos que percorriam o meu corpo, que me acariciavam deixavam-se exactamente como me estava a comportar – sem ar.
Com carinho, e ao mesmo tempo paixão, incentivava Dominick. Tentava desperta-lo cada vez mais. Com paciência e amor iríamos dar prazer um ao outro. Embora, apenas acariciar a sua pele, já me deixava extasiada. Desejosa por mais.
Dominick, rodou para se posicionar sobre mim. Encarava os meus olhos que deviam ser o reflexo dos dele. Luxuriosos e pedintes por mais. Cada vez mais.
- Pronta? – murmurou alterado.
- Sim!
- Vai ser como se fosse a primeira vez. – afastou o meu cabelo do rosto, com mãos trementes pela paixão e desejo que lhe corria pelas veias – Amo-te.
- Eu também. – e ele penetrou-me.
Dominick, lançou a cabeça para trás e rugiu vitorioso. Eu prendi a respiração e abracei-o forte.
Começamos a movermos, sempre a pensar no prazer do outro – e ao mesmo tempo explodir de amor e paixão. Sentia as suas investidas, os seus lábios que me beijavam ora na boca no pescoço. Ao mesmo tempo que ouvia os sussurros do meu próprio nome no quarto, misturados com o nome dele que saia dos meus lábios em forma de gemido.
Então, senti que flutuava no clímax e tive a pequena percepção que Dominick também atingiu o dele e caiu sobre mim, enquanto deixava as suas lágrimas molharem a minha pele.

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- Dominck… - brinquei com os seus cabelos, enquanto o seu rosto estava escondido no meu peito – não chores…
Ele respirou fundo.
- Consegui! – a sua voz era de triunfo, de vitoria. – Voltei a ser homem.
- Sempre foste, Dominick. Sempre.
- Obrigada. Por isto, por tudo!
- De nada! – ri – Não tens que agradecer, seu tolo!
- Eu sei que deve ter sido diferente do que estavas à espera, mas a ultima vez que fiz foi naquele bar… E agora… Bom, prometo que da próxima vez, será melhor. Desculpa, por te ter desiludido…
Gargalhei. Ele ficou tenso.
- Não me desiludiste! Podes ter a certeza, e se vai melhor… Bom, mal posso esperar.
Ele sorriu e girou para o lado, puxando-me para um abraço.
- Como te amo! – apertou forte.
- Eu também. – beijei os seus lábios. – Mas posso dormir? Estou cansada.
- Eu cansei-te? – arregalou os olhos.
- Aham.
Fechei os olhos, ainda com o rosto vaidoso de Dominick no pensamento.

Então, logo pela manha tivemos uma surpresa. Kyle, estava em casa. Mas estava no quarto dele, e fez Sheila avisar para não chegar-mos perto dele, ou voltaria a desaparecer. Dominick sentia-se mal de ver assim o irmão. Eu sentia-me mal por ver assim o meu melhor amigo. Quem quer ver o melhor amigo sofrer?
- Posso ir agora? – olhei com paciência para Clint – Sim. Eu sei isso tudo.
Perguntei se poderia levar B, a passear pela praia e o puto já estava á mais de 15 minutos a dar-me concelhos e avisos.
- Mas não o…
- Clint. Lembras-te que venho da superfície e lá existe montes de cães? O meu pai tem 3. Sei perfeitamente tomar conta deles. Sossega!
- Se calhar não é boa ideia…
Respirei fundo, despenteie-lhe o cabelo e esperei que ele se despedisse de B – como se ele fosse para a guerra!
- Cuidado…
- Eu sei Clint!
Lá levei o cão até a praia, para ele se divertir. Os miúdos queriam todos brincar com ele – deixei apenas fazerem-lhe umas festas pois tinha certeza que Clint estaria a espiar de uma varanda do palácio, com uns binóculos ou assim.
Então quando voltava para casa, tive uma surpresa. Desagradável. E muito inquietante.
No jardim, vi Roza. A falar com Kyle. Senti medo.
- Kyle? – tive que ir lá – Porque estás a falar com ela?
- Não fales comigo.
- Kyle…
- Já avisei Arianna. Não quero conversas com traidoras como tu! Não vou esquecer o que me fizeste.
- Kyle… Não estejas a ouvir nada do que a Roza te diga… Ela…
- Vou meter-lhe coisas na cabeça? – interrompeu-me roza – De que tens medo?
- Kyle…
Ele virou-me costas e guiou Roza para dentro do castelo.
Sentia-me com medo. Aquela Roza não era de confiança. Levei B a Clint que lhe fez uma inspecção completa, e depois fui á procura de Dominick. Contei-lhe as minhas preocupações, e ele estava demasiado feliz para perceber o que queria dizer.
- Dominick! Não percebes que eles podem tentar alguma coisa, para nos separar?
- Nada, nem ninguém me vai separar de ti, Arianna. Calma. – beijou-me – O meu irmão, por mais magoado que esteja não iria magoar-nos de propósito. Ele ama-nos. Sou o seu irmão, e bom, tu és a mulher que ele ama. – ficou um pouco triste – Ele não nos faria mal, assim como eu não magoaria o meu irmão nem tu o teu melhor amigo.
- Mas…
- Não percas tempo a pensar nisso.
- Ouve! Não percebes? A Roza vai encher-lhe a cabeça de coisas…
- Talvez tente. Kyle é inteligente o suficiente para perceber que ela apenas está com raiva por ter sido de certa forma rejeitada…
- Não percebes que rejeitamos Kyle? – exasperei-me – Que o traímos? Ele odeia-nos! Eu amo-o porque ele é o meu melhor amigo, mas matei aquilo que ele sentia por mim. Eu vi nos olhos dele, que ele me odiava!
- Não odeia nada. Está magoado, apenas…
- Tu não ligas ao que te digo! E é isso que nos vai lixar!
- Calma! – alisou os meus cabelos com ar de paciência. Aquela atitude despreocupada… - Confia em Kyle. Conheço o meu irmão desde sempre. Viu-o crescer e sei como ele é. Nunca que nos ia magoar. Kyle é bom.
- Dominick… Nós magoamo-lo… Ele odeia-nos. Ele pensava exactamente isso de nos, e nos traímo-lo. Não sei… Mas aqueles dois juntos não são bons juntos. Não são. Eu sinto que…
- Estás demasiado nervosa.
- A tua despreocupação e descaso ainda nos vai custar caro Dominick!
- Vai correr tudo bem.
- Espero que sim. Por tudo… Espero que sim. – mas não estava convencida.


Então, o que acharam?
O Dominick conseguiu! :D
Bom, o que acharam?
Eu queria agradecer a todos os que me apoiaram! Obrigada! :D
O próximo capitulo sai no Domingo!
Beijos!
P.S-) As aulas estão mesmo a começar… :S Amanha! :S
Se já não começou para alguns… :S
Beijinhos e já sabem! Comentem! ;)

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Patos emais patos... Todos patinhos dabem bem nadar, sabem bem nadar...

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

10 º Capitulo - Uma boa surpresa! Outra... nem por isso...



Kyle andou desaparecido a semana toda. Dominick ainda o procurou na superfície, mas não o encontrou. Acho que ele deveria querer ficar sozinho. Mas estava preocupada. Só queria que estivesse bem.
Dominick, contou-me que já falara com um pintor que iria fazer o quadro.
Dominick queria casar rápido, mas depois comprendeu que tinha razão em querer esperar mais um pouco. Seria um golpe grande para Kyle. Tínhamos que pensar em como tudo isso ia afectar Kyle.
Além disso, o Rei Jared disse que em duas semana iria fazer a transição da coroa para Dominick. Ele iria ocupar o lugar que no fundo já ocupava.
A novidade de que eu e Dominick estávamos juntos, acabou por se espalhar. As opiniões dividiam-se. Alguns criticavam o que fizemos com o príncipe Kyle que até tinha fugido. Outros diziam que Dominick merecia ter alguém, pois fazia muito pela cidade.
E tanto para mim como para Dominick o principal problema era a ausência de Kyle.
Estávamos muito preocupados com ele e como iria reagir quando voltasse. Por enquanto guardamos para nós a noticia do casamento. Mas quando estávamos sozinhos falávamos imenso disso. Disso e de uma nova descoberta.
Dominick segredou-me que recentemente começou a sentir umas coisas.
Ele depois de tanto tempo, tivera uma erecção! Dominick estava radiante. Mas guardava sempre muita reserva. Dizia que não foi uma coisa muito forte, e que isso não queria dizer que poderia mantê-la durante o tempo necessário para existir penetração. Para não abranger muitas esperanças, para depois não me desiludir.
Mas, para mim era algo maravilhoso. Claro que iria amar partilhar paixão com Dominick fisicamente, mas essa não era a principal razão.
Era algo muito importante para Dominick. Algo que o levava a sentir-se mais homem. Eu via a esperança nos seus belos olhos castanhos. A alegria expressada no brilho dos olhos. Ele tentava conter-se para não ter uma desilusão. Mas era uma altura para festejar.
Ele falara com médicos, que lhe disseram que aquilo já era uma coisa que nunca imaginaram ser possível pois tinham dado hormonas a Dominick para ter uma erecção e nada funcionava. Mas que se aconteceu era melhor ir com calma e não pressionar de mais. E que lamentavelmente isso não implicava que poderia vir a ser o suficiente para o fazer atingir um orgasmo e que nem devia pensar em ser pai, pois isso não aconteceria.
No entanto, estava feliz de mais. Dominick podia não admitir, mas estava.
Estávamos no quarto dele, com as cortinas fechadas e tudo escuro. Não percebia a razão, mas Dominick queria sempre assim. Sempre que tentávamos desperta-lo.
- Tudo bem? – perguntei com dificuldade, enquanto ele descia os lábios pelo meu pescoço e fazia o meu coração acelerar.
- Sim. – ele também estava com dificuldade de respirar.
Desapertei os botões da sua camisa lentamente e percorri a mão pelo seu tronco, fazendo-o ficar tenso e o seu corpo tremeu – como o meu tremia.
- Desejo-te…
- Eu também Dominick.
As carícias ficavam mais intensas, e eu já sentia a prova do seu desejo. E era tão bom saber disso. E para Dominick era ainda melhor, pois sentia lentamente as algemas serem libertadas.
- É melhor não… - suspirou quando beijei o seu pescoço, da forma que sabia que ele gostava – teres muitas esperanças…
- Quando fiquei contigo aceitava-te com aquilo que julgavas limitações… - tive que deixar de falar quando Dominick sugou os meus lábios e começou a erguer a minha camisola – Mas não posso deixar de ficar radiante com esta nova descoberta…
Ouvi o seu sorriso. Ele pressionou mais o corpo no meu, deixando-me sentir mais enquanto vinha sussurrar no meu ouvido.
- Também estou muito feliz…
- Eu sei…
- Queres tentar ir mais longe? – a sua voz estava rouca pelo desejo.
- Agora?
- Uhum…
- Sim…– murmurei.
Ele riu extasiado, enquanto as suas mãos percorriam as minhas curvas tentando livrar-se das roupas.
- Dominick? Porque estás trancado? - Ouvimos uma batida na porta , seguida de uma tentativa de entrar. A dona dessa acção era mãe de Dominick.
- A tua mãe acabou de nos interromper? – perguntei baixinho enquanto Dominick reclamava algo.
- Parece que sim! E logo agora que eu acho que ia conseguir…
- Achas que sim? – perguntei radiante com a perspectiva.



- DOMINICK? – batidas e mais batidas.
- Que foi mãe? – respondeu impaciente Dominick – Estou ocupado!
- Em quê?
- Assuntos meus. O que foi?
- Tens uma visita!
- Já vou.
- Não demores!
Tive que rir baixinho enquanto Dominick encostava a testa na minha e resmungava.
- Deixamos este assunto para mais logo? – questionou ainda um pouco aborrecido. Era raro Dominik chatear-se. Acho que nunca o bi zangado. Tinha um temperamento calmo e compreensivo.
- Sem duvida! – ambos rimos enquanto ele se levantava e apertava os botões da camisa e eu tentava compor a roupa naquela escuridão. Talvez aquilo da escuridão total o ajudasse, não sei.
Ele abriu as cortinas depois colocou a mascara puxando-me com ele.
- Quem será? – questionou retoricamente enquanto entravamos no salão de visitas.
A resposta veio rápida. E não gostei dela.
Roza. A linda e enervante Roza.
- Então é verdade? – apontou para as nossas mãos unidas.
- Sim. – sorriu Dominick enquanto colocava um braço ao redor dos meus ombros.
- E não me dizias? – gritou estridentemente a parva.
- Nunca fomos mais que amigos, Roza.
- Mas devíamos casar! – bateu o pé a outra.
A sorte dela, é que não era como a minha amiga Nikka, ou já me tinha metido e arrancado os cabelos dela. Mas como não sou temperamental como Nikka, deixei Dominick resolver a questão – mas fiquei tentada em pedir ajuda a uma amiga, que adoraria tratar do problema. E bem, ela agora era vampira.
- Roza, essa possibilidade nunca existiu. Não me iria casar contigo. E certamente se a tua família não insistisse não querias isso. Não gostas de mim dessa forma. Somos velhos amigos e gostaria de manter essa amizade.
- Mas desde sempre era para casarmos! Eu disse-te quando tínhamos 10 anos que iria casar contigo! A minha família educou-me para casar contigo!
- Roza… Lamento, mas nem me lembro disso… Além disso a tua família deveria saber que isso jamais poderia acontecer. A tua linhagem não se poderia juntar á minha…
- A dela é melhor? – rugiu apontando para mim. Eu estava serena, pois sabia que ali estava uma mulher despeitada – Ela pode ser filha de um homem muito importante – referia-se ao meu pai biológico – Mas é híbrida!
- Roza, não me refiro ao facto de não seres da nobreza. – explicou calmo Dominick – Sabes que não sou assim. Refiro-me ao facto de seres minha prima…
- Meia-prima! – esbracejou – O problema é a minha mãe ser meia-irmã da tua! A filha bastarda do nosso avó! A minha mãe era mais bonita que a tua, e mesmo assim o teu pai preferiu a tua mãe! Uma irresponsável e interesseira!
- Não vou trocar insultos contigo, Roza. Mas não permitirei insultos para com a minha mãe. Que caso estejas esquecida é a Rainha. E se a tua mãe não guardasse rancor e sede de vingança, não estaria nesta situação. A tua mãe é que é interesseira, sempre foi. Quer fazer parte da família real a todo o custo. Portanto, enquanto continuares com esse comportamento não é bem vinda aqui.
- Estás a expulsar-me? – gritou revoltada e indignada.
- Estou a pedir educadamente para te retirares. Amanha vais arrepender-te.
Ela olhou-nos com rancor. A mim e a Dominick. Mas o olhar amargurado e carregado de humilhação focou-se em Dominivk enquanto fazia a ameaça:
- Vais paga-las! Eu juro!
E saiu.
Olhei assustada para Dominick.
- Calma. Ela está apenas revoltada. A mãe dela envenena-a. Já não é a prima e amiga com quem brincava. A minha mãe sempre a chamava para ficar alguns dias aqui. A mãe dela é que se aproveitava das coisas. – deu de ombros desinteressado – Ela vai cair em si. Não te preocupes. Roza não é agressiva.
- Eu acho que nunca devemos menosprezar uma mulher rejeitada… Não gostei do olhar dela…
- Não te preocupes.
- Mas…
- Eu disse para não te preocupares, abelhinha!
Olhei-o zangada. Ele divertia-se com a situação. Quando lhe contei porque me chamavam isso ele achou estranho. Disse que não sabia que achava isso um insulto e que pensava ser algo que gostava de ser chamada, pois na superfície as pessoas tinham alcunhas estranhas.
- Domick, eu sei que gostas de me chamar isso. Mas irrita!
- Abelhinha…
- Dominick.
- Mas abelhinha…


Desculpem o capitulo ser pequeno. Hoje estou mal disposta.
Prometo que o próximo será melhor. Sairá na quarta.
Este é pequeno mas é importante para os próximos acontecimentos.
A Cidade de Cristal está mesmo achegar ao fim.
Mais dois e depois teremos o ultimo capitulo.
Preparem-se para o final. Não sei se vai agradar a todos, mas vai ser surpreendente. Podem contar com isso! :P
Acho que também surpreendi em Amor & Sangue À Meia-noite, não? =P
^Quem está com saudades dessa história?
o/
^Eu estou! Lol
Bom, deixem um coment se quiserem. Eu sei que este capitulo nem merecia ser postado, mas pronto… :S Como estou, até é um “milagre” ter saído uma palavra.
Beijinhos! :*
Já disse que a minha família do blog é a melhor? =P
P.S-> Eu respondi a alguns coments do capitulo anterior. Estou mesmo agora estou a responder ao resto. :D Devem estar prontos logo! =)