E vai também para a Carolina, a Mariana.
^Ontem nem deu para falar convosco na chat… Todos sabemos porque! Lol
Ora bem, este capitulo tem cenas para maiores de 16.
Quem não quiser é só passar á frente destes sinais ****
Exemplo:
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Levei Dominick pela mão até o meu quarto. Ele não sabia no que estava a pensar. Eu, não queria pensar. Apenas sentir. Senti-lo. Faze-lo sentir.
Quando abri a porta e lentamente o puxei, ele viu o que tinha preparado para o fazer sentir mais livre. Uma manta estava no chão, pois a primeira vez e última vez, que nos tínhamos amado tinha sido no chão. Velas melhoravam o ambiente escuro. De alguma forma eu sabia que ele precisava de um pouco de escuridão. E lentamente aprenderia a lidar com tudo. Porque, eu pretendia faze-lo tão feliz quanto ele merecia.
Dominick apenas me olhou. Nada disse. Os seus olhos falavam, o seu corpo expressava o que pensava. Tirou a mascara e ele próprio a atirou contra a parede e estilhaçou-a em mil pedaços. Puxou-me para um beijo e muito lentamente foi despindo-me. Vendo as mudanças que o tempo fez com o meu corpo. Não tinha vergonha dele. Não tinha vergonha de lhe mostrar o meu corpo nu. Era natural. Perfeitamente natural estar com ele assim.
Então, comecei a tirar a camisola dele. As suas mãos tremeram ao impedirem as minhas.
- Qual o problema? – sussurrei – Está tudo bem se não quiseres agora…
- Eu quero. Só que…
- O quê? – beijei lentamente os seus lábios. Era estranho. Parecia que tínhamos invertido agora os papeis. Da ultima vez era eu que estava nervosa e ele acalmava-me e ajudava-me a lidar com as sensações – Se não conseguir-mos, não tem nenhum problema.
- Eu… Arianna… - levou as minhas mãos ao seu rosto fazendo-me tocar as suas cicatrizes – Existe mais, por baixo da roupa…
- Não me importo. De todo.
- Só não quero que te assustes…
- Isso seria impossível. – depositei beijos no seu pescoço, recebendo suspiros em troca – Eu não as vejo.
O seu corpo deixou de ficar tão tenso e começou a soltar-se. Deixando a paixão correr livremente.
- Levanta os braços para mim, Dominick. – ele sorriu e ergueu lentamente os braços, permitindo-me tirar-lhe a camisola. Observei o seu tronco musculado. Forte. Se tinha cicatrizes? Sim, tinha. Piores que a do rosto? Não sei. São apenas cicatrizes e eu não as vejo.
Tracei-as com as pontas dos meus dedos, e depois beijei-as. Ele estava tenso. Senti-a que estava hesitante, um tanto retraído.
- Relaxa… - pedi.
Não sei exactamente como aconteceu. Acabamos deitados na manta, nus e entregues á paixão. Já não necessitava de guiar Dominick. Guiávamo-nos mutuamente. As nossas respirações arfantes podiam-se ouvir no quarto. Não podia evitar. As mãos que percorriam o meu corpo, que me acariciavam deixavam-se exactamente como me estava a comportar – sem ar.
Com carinho, e ao mesmo tempo paixão, incentivava Dominick. Tentava desperta-lo cada vez mais. Com paciência e amor iríamos dar prazer um ao outro. Embora, apenas acariciar a sua pele, já me deixava extasiada. Desejosa por mais.
Dominick, rodou para se posicionar sobre mim. Encarava os meus olhos que deviam ser o reflexo dos dele. Luxuriosos e pedintes por mais. Cada vez mais.
- Pronta? – murmurou alterado.
- Sim!
- Vai ser como se fosse a primeira vez. – afastou o meu cabelo do rosto, com mãos trementes pela paixão e desejo que lhe corria pelas veias – Amo-te.
- Eu também. – e ele penetrou-me.
Dominick, lançou a cabeça para trás e rugiu vitorioso. Eu prendi a respiração e abracei-o forte.
Começamos a movermos, sempre a pensar no prazer do outro – e ao mesmo tempo explodir de amor e paixão. Sentia as suas investidas, os seus lábios que me beijavam ora na boca no pescoço. Ao mesmo tempo que ouvia os sussurros do meu próprio nome no quarto, misturados com o nome dele que saia dos meus lábios em forma de gemido.
Então, senti que flutuava no clímax e tive a pequena percepção que Dominick também atingiu o dele e caiu sobre mim, enquanto deixava as suas lágrimas molharem a minha pele.
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- Dominck… - brinquei com os seus cabelos, enquanto o seu rosto estava escondido no meu peito – não chores…
Ele respirou fundo.
- Consegui! – a sua voz era de triunfo, de vitoria. – Voltei a ser homem.
- Sempre foste, Dominick. Sempre.
- Obrigada. Por isto, por tudo!
- De nada! – ri – Não tens que agradecer, seu tolo!
- Eu sei que deve ter sido diferente do que estavas à espera, mas a ultima vez que fiz foi naquele bar… E agora… Bom, prometo que da próxima vez, será melhor. Desculpa, por te ter desiludido…
Gargalhei. Ele ficou tenso.
- Não me desiludiste! Podes ter a certeza, e se vai melhor… Bom, mal posso esperar.
Ele sorriu e girou para o lado, puxando-me para um abraço.
- Como te amo! – apertou forte.
- Eu também. – beijei os seus lábios. – Mas posso dormir? Estou cansada.
- Eu cansei-te? – arregalou os olhos.
- Aham.
Fechei os olhos, ainda com o rosto vaidoso de Dominick no pensamento.
Então, logo pela manha tivemos uma surpresa. Kyle, estava em casa. Mas estava no quarto dele, e fez Sheila avisar para não chegar-mos perto dele, ou voltaria a desaparecer. Dominick sentia-se mal de ver assim o irmão. Eu sentia-me mal por ver assim o meu melhor amigo. Quem quer ver o melhor amigo sofrer?
- Posso ir agora? – olhei com paciência para Clint – Sim. Eu sei isso tudo.
Perguntei se poderia levar B, a passear pela praia e o puto já estava á mais de 15 minutos a dar-me concelhos e avisos.
- Mas não o…
- Clint. Lembras-te que venho da superfície e lá existe montes de cães? O meu pai tem 3. Sei perfeitamente tomar conta deles. Sossega!
- Se calhar não é boa ideia…
Respirei fundo, despenteie-lhe o cabelo e esperei que ele se despedisse de B – como se ele fosse para a guerra!
- Cuidado…
- Eu sei Clint!
Lá levei o cão até a praia, para ele se divertir. Os miúdos queriam todos brincar com ele – deixei apenas fazerem-lhe umas festas pois tinha certeza que Clint estaria a espiar de uma varanda do palácio, com uns binóculos ou assim.
Então quando voltava para casa, tive uma surpresa. Desagradável. E muito inquietante.
No jardim, vi Roza. A falar com Kyle. Senti medo.
- Kyle? – tive que ir lá – Porque estás a falar com ela?
- Não fales comigo.
- Kyle…
- Já avisei Arianna. Não quero conversas com traidoras como tu! Não vou esquecer o que me fizeste.
- Kyle… Não estejas a ouvir nada do que a Roza te diga… Ela…
- Vou meter-lhe coisas na cabeça? – interrompeu-me roza – De que tens medo?
- Kyle…
Ele virou-me costas e guiou Roza para dentro do castelo.
Sentia-me com medo. Aquela Roza não era de confiança. Levei B a Clint que lhe fez uma inspecção completa, e depois fui á procura de Dominick. Contei-lhe as minhas preocupações, e ele estava demasiado feliz para perceber o que queria dizer.
- Dominick! Não percebes que eles podem tentar alguma coisa, para nos separar?
- Nada, nem ninguém me vai separar de ti, Arianna. Calma. – beijou-me – O meu irmão, por mais magoado que esteja não iria magoar-nos de propósito. Ele ama-nos. Sou o seu irmão, e bom, tu és a mulher que ele ama. – ficou um pouco triste – Ele não nos faria mal, assim como eu não magoaria o meu irmão nem tu o teu melhor amigo.
- Mas…
- Não percas tempo a pensar nisso.
- Ouve! Não percebes? A Roza vai encher-lhe a cabeça de coisas…
- Talvez tente. Kyle é inteligente o suficiente para perceber que ela apenas está com raiva por ter sido de certa forma rejeitada…
- Não percebes que rejeitamos Kyle? – exasperei-me – Que o traímos? Ele odeia-nos! Eu amo-o porque ele é o meu melhor amigo, mas matei aquilo que ele sentia por mim. Eu vi nos olhos dele, que ele me odiava!
- Não odeia nada. Está magoado, apenas…
- Tu não ligas ao que te digo! E é isso que nos vai lixar!
- Calma! – alisou os meus cabelos com ar de paciência. Aquela atitude despreocupada… - Confia em Kyle. Conheço o meu irmão desde sempre. Viu-o crescer e sei como ele é. Nunca que nos ia magoar. Kyle é bom.
- Dominick… Nós magoamo-lo… Ele odeia-nos. Ele pensava exactamente isso de nos, e nos traímo-lo. Não sei… Mas aqueles dois juntos não são bons juntos. Não são. Eu sinto que…
- Estás demasiado nervosa.
- A tua despreocupação e descaso ainda nos vai custar caro Dominick!
- Vai correr tudo bem.
- Espero que sim. Por tudo… Espero que sim. – mas não estava convencida.
Então, o que acharam?
O Dominick conseguiu! :D
Bom, o que acharam?
Eu queria agradecer a todos os que me apoiaram! Obrigada! :D
O próximo capitulo sai no Domingo!
Beijos!
P.S-) As aulas estão mesmo a começar… :S Amanha! :S
Se já não começou para alguns… :S
Beijinhos e já sabem! Comentem! ;)