Beijinhos querida, espero que te emociones (como espero que todos o façam! xD)
P.S-> Desculpem se passou algum erro, ou repeti alguma palavra do género ( e e ela) lol, mas nem deu tempo de ler. Estou tão atrapalhada que teve que ir mesmo assim. Se dei algum erro desculpem! Beijinhos!
^Este foi um presente lindo que a Soraya me enviou. Logo depois de ter lido o capitulo anterior. Achei que ficava muito bem aqui! xDOBRIGADA SORAYA! EU AMEI!
^Obvio que depois farei um post de presentes – OMG eu recebi muitos que TENHO de partilhar aqui! São lindos, vão ver! =P
Confissões de um Rei
Ponto de Vista de Alexander King.
Quando se é imortal, o tempo perde um pouco de sentido.
A motivação é basicamente a vitoria, a liderança.
O prazer pelo sangue derramado, o desejo pelo sofrimento, a anciã pelo terror.
O pensamento de nunca poder encarar a verdadeira morte, tornou-me um homem sem medos, um milhão de oportunidades surgiam. Todo o mundo para mim. Sexo, mulheres, poder, liderança, respeito, dinheiro, imortalidade.
Eu quero e tomo. Sempre foi assim, e sempre será.
Então, ela chegou. Tão bela e selvagem.
Nikka.
O nome que vagava na minha mente, 24 horas por dia. 60 minutos por hora e 60 segundos em cada minuto. Tudo, porque eu simplesmente a amava.
Não sei como aconteceu, mas rápido o meu mundo não era o mesmo. Eu já não era intocável, já não me importava com poder, não me importava com absolutamente porra nenhuma, nada além de todos os dias ver aqueles olhos verde-esmeraldas que me faziam tremer. Observar aquelas bochechas coradas, e aquele revolto cabelo ruivo.
Era o meu paraíso particular.
Eu literalmente vivia apenas por mais um deslumbre seu.
Não era a beleza inquestionável dela, não era os seus lábios que certamente foram desenhados pelos deuses como um tormento para mim, não era a sua suave e doce voz. Não. Era tão mais que isso.
Era o felino que vivia nela, o instinto lutador, a sabedoria estranha para alguém da idade dela, a doçura que tentava esconder naquela muralha impenetrável, o brilho nos olhos mostrando segredos que me atormentavam, os seus altos valores morais que não compreendia, a forma como ria com os que gostava e fulminava os que desprezava.
A forma como ela olhava para mim. Ela via-me como um herói, ela admirava-me.
E, quando percebi, eu estava obcecado com ela. Eu queria de formas não muito puras, com volúpia, luxúria, paixão. Eu queria o corpo, o sangue, pela primeira vez que a vi. Imagens do que faria com ela já rondavam a minha mente, provocando tremores prazerosos por todo o meu corpo.
Então, eu olhei os seus olhos, e percebi. Ela era alguma espécie extinta de anjo.
E seria um crime hediondo, até para mim, privar o mundo de tal beleza. E todos os planos de seduzi-la e brincar com ela, caíram. Eu simplesmente não podia fazer isso. Ela não era apenas mais um brinquedo. Ela não iria aceitar dormir com o professor pelas notas como as colegas humanas dela fariam a qualquer momento. Ela não aceitarei que eu a dobrasse num canto da escola.
Tudo, porque ela simplesmente era a porra de um anjo. Eu não me podia aproximar.
Não sei em que momento eu me apaixonei por ela, desconfio que foi quando foquei os seus olhos pela primeira vez, só sei que rapidamente só ela importava.
Passava horas a pensar nela, cheguei a passar pela porta de sua caça e ficar a escutar as discussões com o irmão enquanto sorria apaixonado. A voz carregada se sarcasmo e aborrecimento, mas eu podia ver perfeitamente pelo tom que ela se preocupava com o irmão da mesma forma que ele se preocupava com ela.
Lembrava-me das noites em que acordava com anciãs dela. Do seu copo. Mas não podia acabar com o desejo com outra. Eu nem via outras mulheres, o mundo passou a ter apenas uma mulher. Nikka.
Era impossível como eu depois de milhares de anos, sentia alguma coisa. E tudo se resumia a um pensamento:
Ela fora feita para mim.
Alguém a fez para me salvar e me fazer sentir vivo de novo, experimentar o céu. Um presente. Mas eu não merecia um presente, talvez ela fosse uma maça envenenada. Um cavalo de Tróia, a beleza que me arruinaria.
Lutei para não me render, não por mim. Porque eu simplesmente a tomaria e fim da história. Mas, e o meu anjo?
Eu sabia que quando me aproximasse eu não queria metades. Eu iria sugar cada parte dela, eu iria acabar com o anjo. Obvio que não a mataria, mas aquele brilho no olhar iria desaparecer, aquela doçura morreria, a sensibilidade desapareceria.
E eu estaria pronto para isso?
Ela era apenas uma menina de 17 anos. Eu era doente.
Mas ela também me queria, e quem pode resistir ao canto da sereia?
Eu já estava num inferno, então eu ia queimar totalmente.
E eu iria toma-la, simplesmente por eu a queria. Como nunca quis nada em mais de milhares de anos. Eu queria um pouco de paraíso.
- Então, vamos? – aquela que ocupava os meus pensamentos chamou-me enquanto descia apresada as escadas.
Nunca poderia deixar de reagir assim ante ela. Sem fôlego. O sangue a rugir nas veias.
Ela era a minha perdição. Ela sempre foi bela, tão lindinha. Mas agora, ela era o pecado. A sua beleza acentuou-se, a imortalidade fora desenhada para ela. Assim como ela estava feita para levar á loucura qualquer homem, especialmente a mim que fazia tudo por ela.
Amando-a insanamente, mesmo quando ela se queria vingar de mim, quando ela me fazia sofrer, me fazia chorar na noite, morrendo cada vez que ela dizia ter nojo de mim.
Sentir desespero cada vez que dizia que eu lhe dava vómitos.
Mas, eu simplesmente a amava. Amava-a tanto, que nunca seria saudável.
Mas eu fi-la sofrer, de certa forma mereci isto. Sabia o que lhe faria ao transforma-la.
Eu sabia. E mesmo assim fiz.
Claro que faria de novo.
Ela ao menos ainda estava presente no mesmo mundo que eu. E ela iria voltar a ser totalmente a minha Nikka, eu podia esperar.
Eu esperaria por ela, nem que fosse por 1 milhão de anos.
Ela era minha.
Eu tinha que a perceber, porque eu sabia o que era ter a humanidade roubada, e eu nunca fui muito humano. E Nikka, ela tinha a humanidade como uma dadiva.
Ela era nada mais, nada menos, que uma adolescente de 17 anos, congelada para sempre. Além da dor emocional que sofria, ainda tinha as complicações que sofria por eu ter quebrado as regras. Mas eu sempre estaria ao lado dela, eu sempre a seguraria firme, sempre a protegeria, sempre a amaria. O tempo todo.
- Vamos sim, querida. – sorri-lhe.
Ela franziu o cenho. Sorri internamente. Ela esta semana andava muito irritada. Respondia sempre de forma rude. Mas nunca mais disse que lhe metia nojo, ou que me queria ver morto. Isso era um avanço. Mas havia outra parte. Porra, nestes dois meses nem me deixou toca-la. Apenas estive a fazer amor com ela naquele tempo louco que foi o natal até o ano novo. E eu queria mais e mais, mas ela andava estranha.
Assustava-se quando eu entrava no quarto dela, fugia de mim, andava irritada e nervosa. Algo a incomodava.
Eu queria saber o que era para a poder ajudar, mas Nikka só se desviava das minhas perguntas ou atacava-me. Então, eu sabiamente calei a boca para não estragar o que já tinha conquistado. Precisava ter paciência.
- Mas tu estás a ouvir, Alexander?! – ela bateu o pé toda furiosa.
- Claro, pequenina. - Oh, Nikka como eu te amo!
Aproximei-me dela e dei-lhe um beijo rápido no canto do lábio. Ela deu-me uma latada toda selvagem e saiu do castelo apressada.
Um sorriso formou-se nos meus lábios. Eu adorava irrita-la. Uma centelha acendia nos seus olhos, e ela é simplesmente encantadora com os olhos brilhantes e as bochechas coradas.
- Vamos de limusina? – ela arregalou os olhos ou ver a limusina preta na entrada – Estás a brincar, não?
Abri a porta para ela, pois sabia que ela adorava o cavalheirismo. E por mais que ela disfarçasse, eu sabia que ela estava empolgada pois nunca tinha andado numa. Eu conhecia bem Nikka.
- Então, gostas-te da surpresa?
Deu de ombros. Tradução: Adorei, obrigada.
Ao vela ali, com um vestido curto que mostrava a perfeição das pernas dela, não pode evitar pensamentos. Aquelas pernas já rodearam a minha cintura enquanto os seus lábios se abriam para receber a minha boca.
Ela mexia de mais comigo.
Percebi que uma erecção começava a surgir. Perfeitamente normal em mim, já que sou viril e era impossível pensar essas coisas de Nikka.
Se eu a puxasse para o meu colo, podia agarrar o cabelo dela e sugar os seus trémulos lábios, depois era só erguer o vestido dela e...
Respirei fundo. Sim, aquilo não iria acontecer. Era apenas mais uma das milhares fantasias que eu tinha com ela.
- Que foi? – olhei Nikka sem perceber. – Estavas a olhar para mim, como um pervertido! – acusou chateada.
- Não estava.
- Estavas sim! – apertou os olhos – Só pensas nisso?
Claro!
- Não, Nikka! – sorri torto fazendo-a bufar e dizer algo como “Estúpido vampiro pervertido!”. Como se ela não gostasse tanto como eu.
Peguei na sua mão e beijei-a.
- Amo-te anjo. – confessei mais uma vez.
Ela olhou fundo nos meus olhos, para depois desviar o olhar. Suspirei. Eu sabia que ela não estava pronta para repetir essas palavras, mas que tinha que as ouvir da minha boca.
Ela ainda era tão Nikka. Ela reagia como a Nikka humana reagiria. E ela só podia amar-me.
Sim, ela amava-me. Ela tinha que amar.
Oh, Nikka! Não lutes contra. Deixa o amor preencher o teu coração, deixa que juntos o alimentemos, deixa ele crescer mais, deixa o milagre salvar os dois.
Ou então vamos acabar por perde-lo, para sempre.
Ela era só MINHA!
Eu queria bater no peito e rugir, como um gorila. Rugir que ela era minha. Apenas o meu anjo. Para sempre.
- Alex? – o meu estômago embrulhou. Ela nunca mais me chamara de Alex. Apenas quando fazíamos amor e ela delirava. Agora, ela estava á minha frente, chamando-me de Alex novamente. E eu senti que o paraíso abria as portas para mim, uma nova vez – Nunca percebi bem.
- O que não percebes-te, amor? – Eu venero-te, anjo.
- Eu em humana era louca por ti, e sempre fui eu que tentei uma aproximação. Quer dizer, foste tu que foste á minha varanda dar o paço final, mas apenas porque fui a tua casa e te implorei para não me abandonares. Como me podias amar tanto, se não me querias por perto?
- Porque eras um anjo. – respondi.
- Não entendo. – confessou.
- Nem eu Nikka, nem eu. – fitei-a com a veneração que sentia só por ela – Eu estava completamente apaixonado por ti. Perdidamente louco. Mas tinha medo de te tocar, de te partir. Imagina um coleccionador de objectos de cristais, guardados em caixas de vidro. Ele admira-os horas sem fim, mas nunca os retira da caixa para ficar mais perto deles. Venera-os de longe, embora morrendo de anciãs de os tocar, de sentir tal tesouro. Mas, são tão frágeis que se podiam partir, e então, perder-se de forma irremediável. Percebes?
- Sim. – sussurrou.
- Eu temia saquear o meu próprio tesouro.
- Então, porque acabas-te por me tocar?
- Porque – suspirei – o inferno me alcançou. E eu só queria queimar de novo.
Peguei na sua mão, e encostei no meu rosto. Fechei os olhos e senti a pele macia e delicada dela. A sua pele quente, algo que poderia ter sido transmitido por mim, era um bálsamo para abrandar a dor da sua ausência.
Miss you love
Beijei a palma da sua mão, e ajoelhei-me em frente a ela. Nunca me ajoelhei perante ninguém, sem ser ela. Existia algo que não faria por ela?
Beijei a sua pele, deslizando os meus lábios pelos seus braços delicados.
Ela era tão delicada! Tanto que me enlouquecia, tanto que me torturava. Puxei-a para perto de mim, e dei-lhe um suave beijo, ao que ela tentou resistir.
Suspirei. Encostei a minha testa na dela, respirar o mesmo ar que ela.
Eu sempre a amaria.
Olhei nos olhos dela, perder-me naquela imensidão do verde-esmeralda que me acompanhava sempre. Fechamos os olhos em simultâneo e foi ela que me beijou, fazendo-me tremer e o meu coração aquecer para tolerar mais um pouco a tortura a que ela me submetia. Só ela me podia corar.
Miss you love – movi os meus lábios, que ela observava.
A viagem foi feita em total silencio, eu só apreciava a beleza dela, enquanto o motorista nos levava para a reunião a que iria. Quando chegamos, fui cumprimentado pelo representante do clã Brandon, que me deu as voas vindas e falávamos de forma educada sobre o que ele acreditava ser o melhor para o seu clã.
Nikka abraçou-me mais forte, ela estava intimidada pois os vampiros não paravam de olhar para ela, obviamente pela curiosidade que sentiam. Isso era bom, pois assim ela deixava eu rodear os seus ombros e ela também enlaçava os braços na minha cintura enquanto eu bebia sangue por um copo.
- Então, deixa-me ver se entendi, Pierre. Queres ter os teus próprios alimentadores em dobro. – ponderei – Queres um grupo de crianças humanas para poderes tirar a sua virgindade. – Nikka abraçou-me mais forte. – E com elas criar um bordel.
- Exacto! – riu o vampiro. – Todos querem a virgindade de alguém. Pelo menos, na cultura que tive, e que passei ao meu clã. – ouvia-o enquanto analisava o sangue do meu copo – Mas obvio que só poderia manter essa infra-estrutura aqui com a sua permissão, Rei. E pode ter a certeza que poderá usufruir das meninas também.
- Acreditas que crianças fazem o meu género? Sou mais requintado que um pedófilo. Os meus gostos não envolvem violar ninguém. Isso é escolha tua. Mas não autorizo nenhuma construção para esses actos. Chamariam a atenção, para além de incomodar a minha Rainha e por consequente, incomodar-me a mim.
- É impossível não queres desflorar uma virgem! Com todo o respeito, Rei, não vejo como pode nos recusar isto. Seria um alto negócio, para todos! Claro que lhe daríamos uma comissão pois tenho certeza que o negocio cresceria e…
- Cala-te. – ordenei – Já disse não. Eu já desflorei a minha virgem – ironizei sentindo Nikka corar – Não se fala mais nesse assunto. Acredito, que tal como eu, a maioria dos vampiros não gosta de crianças, especialmente para sexo. Até nós, temos certos padrões Pierre. Esse assunto não será mais mencionado. – falei calmamente bebendo o resto do sangue e depositando o copo na sua mão. – No entanto, concedo que transformes mais 50 membros, já que alguns do teu clã se aproximam da idade limite. Não temos mais que conversar. Alias, vim pensando que seria uma proposta rentável que proporias, não algo como a podridão de satisfazer desejos sexuais por crianças. O que fazes pelas ruas é da tua conta, mas nenhum bordel infantil será erguido para agradar vampiros. Não enquanto for rei – gargalhei – o que sempre irá acontecer.
Dirigi-me para a saída com Nikka, mas ela estava a apreçar-se de mais. Talvez estivesse com medo. Ela estava comigo, nunca estaria tão a salvo.
Então uma vampira loira parou-nos com um sorriso. Rugi pela ousadia, e ela recuou.
- Só vinha cumprimentar Nikka..
Olhei Nikka. Como ela conhecia a mulher de Pierre?
- Olá Joanne. – mostrou-se nervosa – Já estou de saída, falamos quando fores ao castelo, está bem?
- Claro, parceira. – sorriu mais uma vez para Nikka e foi para o lado de Pierre. – Tudo com muita, Democracy.
- De onde conhecias a mulher de Pierre, Nikka? – perguntei assim que a limusina arrancou. Um sexto sentido me fazia ficar alerta.
- Ela… - tossiu desconfortável – É amante de Alonzo.
Gargalhei.
- Por isso o desconforto! – revirei os olhos – Bom, não é de admirar que o gordo do Pierre não seja suficiente para uma mulher. Ele prefere crianças.
- Ele é tão nojento!
- Nikka, o clã Brandon sempre foi a escumalha dos clãs. – dei de ombros, enquanto Nikka não parava quieta – Calma, amor. Eu não deixarei eles criarem um centro de exploração infantil, os vampiros não gostam de humanos para prazeres sexuais, muito menos crianças. Preferimos alguém da nossa raça. – sorri e adiantei-me a uma possível argumentação dela – Eu é que me apaixonei por uma humana problemática, talvez também seja um vampiro problemático.
A dor que sentia era atrofiante. Era inacreditável. Sentia que veneno corria pelas minhas veias, sentia uma dor tão forte no peito que me fez cair de joelhos e lágrimas de sangue escorrer pelo meu rosto e pingarem o chão.
Senti um uivo de dor brotar dos meus lábios, senti uma agonia cada vez maior. Suores frios por todo o meu corpo, a alma que nunca tive arrancada de mim, as minhas vísceras contorcidas. O meu coração apodrecido esquartejado de uma forma medonha.
Era a verdadeira morte?
Eu desejava que fosse. Que aquilo parasse.
Não aguentaria. O meu corpo tremia, dando espasmos de dor.
Eu implorava silenciosamente por misericórdia. Eu implorava pela verdadeira morte, mesmo sabendo que ela não chegaria. Que ficaria a contorcer-me de dor, para sempre.
Eu só queria morrer. Parar de pensar nela. Na traição que me provocava tamanha dor atroz.
Sentia-me indefeso, sentia-me nada mais que cinzas.
Nikka. Nikka. Nikka. Nikka. Nikka. Nikka. Nikka. Nikka. Nikka. Nikka. Nikka. Nikka.
- Porque? – perguntei baixinho, a voz custava sair.
Ouvi paços, e uma cabeça morena de cabelo africano apareceu na minha linha de visão.
- Ela estava nisto desde sempre.
- Eu sei. – gemi agoniado.
- Temos que acabar com ela, temos de…
- Cala-te Kawit. – ordenei. Não aguentava ouvir nada naquele momento.
- Ela traiu-te! Ela organizou a tua caída! Ela quer-te morto! Ela nunca te amou nem em humana, não percebes Rei? Ela fodia contigo enquanto via a melhor forma de te injectar e enterrar-te vivo!
- Cala-te… - fechei os olhos.
- Ela traiu todos! Iremos trespassa-la, arrancar o seu coração! Tivemos sorte de descobrir antes de a vaca ter tido a oportunidade… Se eu não tivesse desconfiado dela, amanha poderias estar enterrado vivo…
Senti mãos levantarem-me e sentarem-me de volta no meu trono. Cabelos loiros apareceram-me enquanto me levantavam e me seguravam no trono.
- Rei. – a voz de Alain, o que me tinha erguido do chão falava – Não desmorones, precisamos de ti para revolver a bagunça… Não és a porcaria de um humano fodido! És o nosso líder, o nosso Rei! Podes lidar com isto.
- Calem-se… - agarrei o meu pescoço, custava entrar ar, apesar de ele me ser indispensável – Onde ela está? Nikka. Nikka. Nika. OH NIKKA! – lágrimas escorriam cada vez mais. Não tinha controle sobre mim mesmo. Era patético.
- Ela não sabe que descobrimos. – tive a ligeira impressão que era Jullianne que falava – Esta no piso 4 com… a Brandon.
Rugi desesperado.
- Eu sempre soube que ela era uma traidora! – cuspiu Kawit – Devias ter ouvido o que te disse, Rei. Desde o principio os Brandon sabia que te atraia, e entraram em contacto com ela, para a tornar próxima a ti, para mexer com a tua cabeça. Tudo fez parte do plano para te destruir. Eu sempre desconfiei da puta, e eu disse que ela era uma víbora! Ninguém acreditou em mim. Pensas-te que era o despeito de uma mulher. Agora…
- EU DISSE QUE JÁ SEI! – Com a mente atirei-a na parede, fazendo rachas aparecer na parede, e todos assustados saírem da sala do trono. Temendo a minha demência.
Gargalhei.
Entre tremores levantei-me. Arranhei o meu rosto. A traição em cada articulação minha. O meu amor nunca me amara, fora tudo um plano sórdido.
Ela era uma mentira.
Ela nunca existiu.
Ela foi uma arma desde o inicio.
Ela deixava-me dormir com ela, quando esperava a oportunidade de…
Ela era a porra de uma mercenária, ela era uma vadia mentirosa.
Ela não era um anjo.
Ela nunca foi minha.
Imagens dela com a porra da caixa na mão, apareciam na minha mente. O medo de ser apanhada…
Ela queria enterrar-me vivo. Trair o seu rei, o seu criador. Trair quem a amou mais que tudo
Rugi.
Ela tinha sido realmente o cavalo de Tróia dos Brandon.
Desde o inicio. Tudo uma grande encenação! Uma perfeita encenação!
Ela fez-me apaixonar por ela, iludir-me de tal forma para chegar aqui. Tudo meticulosamente pensado.
Gargalhei histericamente. Ela até era virgem.
Eu devia aplaudir todo o plano. Por pouco, eu não tinha caído. Por muito pouco.
- Não devias ter feito isto, Nicholah. – rugi -Não devias mesmo!
^Então? O.O
Agora comentem, por favor! =P
O que virá a seguir? O.O O que acham que Alex vai fazer?
Olhem, não vou dizer que é hora de saltarem do barco, pois as coisas vão ficar muito feias e mortes vão acontecer xD
Tambem não vou dizer que o Alex vai esquecer tudo e eles vão viver felizes para sempre.
Fiquem para ver! =P
A historia ainda tem muita coisa para dar. Estamos no inicio. Só no 5 capitulo! xD
Eu fiquei com tanta pena do Alex! =S
Tadinho =S
Nikka, onde te foste meter... =S
Margarida, lembras-te das conversas que fomos tendo?
^Curiosa para saber o que pensas! =P
=*
Bom, venho pedir desculpa ás queridas “Andreia, Bruna, Bella, TTF(inês),Lipa,á Martinha e á M Moon” porque não pode responder aos coment’s. Mas quero que saibam que os li, e que agradeço cada palavra. Do fundo do coração, mesmo! Obrigada por comentarem, por lerem, por estarem aqui. São mesmo queridas. Fico toda emocionada com as vossas palavras, e lamento muito não ter respondido, mas não deu mesmo. Até tive que só postar hoje! =S Desculpem mesmo queridas. Neste capitulo respondo sem falta!
Ah, no sábado ou Domingo novo capitulo.
Beijinhos grandes! Comentem! =P


