terça-feira, 22 de março de 2011

2º Capitulo

*Eu a entrar de mansinho e disfarçadamente*

Ai, ai que eu até estou com medo de aparecer por aqui…. O.O
Depois de quatro semanas sem postar, estou a habilitar-me a levar dois tiros na cabeça.
Quer dizer, eu não tenho muita vontade de aparecer ai numa sarjeta deserta assassinada brutalmente nem nada do género… Mas percebo que a vontade de me matar já passou pela cabeça de vocês, admitam lá! =P

Mas bem, as coisas não andaram fáceis por estes lados, desde escola a saúde, problemas (e honestamente muita preguiça). Enfim eu fui deixando para postar amanha, e amanha até que tive mesmo de postar quando vi a data da ultima pastagem. :O E além disso, estava com mesmo saudades disto por aqui, de ler os comentários maravilhosos e de responder, essas coisas todas.

Trago um capitulo de Quase sem Querer ( eu sei que já tinha esta história quase concluída e que podia ter postado logo, mas é que eu acabei por decidir acrescentar pelo menos mais um capitulo á história, porque já estava com a sensação que tudo passava numa correria. Então tive que escrever este capitulo, e estava difícil porque estava sem cabeça para escrever sinceramente.)

Bem, espero que gostem (e que não atirem em mim pois entendem que ás vezes por estes lados tudo corre mal como a toda a gente)

O Capitulo vai para a M Moon que é uma querida e que quase me mata por demorar a postar esta história! *medo de ti M Moon* Desculpa querida, espero que a espera tenha valido a pena. ;)
Vai também para a Verita-17. Obrigada pela preocupação querida! Beijinhos =)

Boa Leitura



3 semanas depois.

Resmungando tacteei com a mão até encontrar o despertador e o fazer calar. Arrepiei-me quando vi que eram 6 e 30 da manha. Infelizmente tive que me levantar, pois o parvalhão de Ryan estaria aqui exactamente ás 7 horas em ponto, e só esperaria até as 7:04 e depois iria para a escola. Ou eu estava pronta a essa hora ou ia a pé. Ele realmente não esperaria.
As 4 vezes que me atrasei, as 4 fui a pé. Muito sinceramente ele até me fazia o favor de me dar boleia até o colégio, se não ia a pé a ouvir camionistas pervertidos. A culpa era da minha mãe, já que ele não me devolvera o carro.
Enquanto tomava um duche rápido lembrei-me dos bons velhos tempos, onde acordava ás 7:45 e só sai de casa ás 8:20, quando as aulas começavam ás 8:30. Chegava sempre atrasada, mas bem… Os professores já nem ligavam. Agora não, a porcaria das aulas começavam ás 8 e 30, e eu sai de casa ás 7 horas! Fanático imbecil do Ryan!
Quando me sentei á mesa pronta para atacar o meu pequeno almoço, ouso uma buzina. Olhei o relógio. 7 horas em ponto.
- Foda-se!
- Olha a língua, Caroline! – a minha mãe, entrava já com a reprovação no olhar.
- Bom dia, mãe. – revirei os olhos, enquanto pegava uma maça – tenho de ir. – beijei o seu rosto enquanto ela deitava sumo no seu copo.
- Esse rapaz faz-te muito bem… - sorriu.
- Sem dúvida! – ironizei, embora ela não tenha notado.
Entrei no carro de Rayn sentando-me bruscamente e bati a porta com força, apesar de saber que ele nem se importava se destruía o carro dele ou não. Se alguém entrasse assim no meu carro e batesse a porta com força eu simplesmente enlouquecia.
- Bom dia, amor. – ironizou – O meu beijo?
Simplesmente o olhei.
- Sem beijo? Que pena.
- Penas têm as galinhas! – gargalhei alto. O filha da mãe sempre que eu dizia isso de penas, ele respondia altivamente “penas têm as galinhas” – Parolo! – É para nunca mais me chamares parola também, seu cretino desgraçado! Pensei vitoriosa.
Ele corou até á raiz dos cabelos talvez de fúria e vergonha por ter caído na sua própria armadilha. Conduziu até o colégio sem falar e tenso. Apostaria que para ele, ser corrigido (especialmente por mim) devia ser “doloroso”. Como para mim era fantástico.
Como sempre, éramos os únicos alunos ás 7:30 na escola, além dos funcionários. Fomos para a biblioteca (que se eu antes não gostava agora passava a odiar por iguala-la a uma prisão). Mas a verdade é que a prisão já mudara algumas coisas no rendimento escolar. Passara de um 6 a Filosofia para um 10. O que para mim, era sem duvida uma grande coisa.
Ryan entregou-me umas folhas dizendo para estudar por ali para o teste de Ingles que seria já na sexta feira.
- Eu prefiro estudar pelos livros… - Ryan disponibilizou na sexta-feira os seus resumos do 11 ano para eu estudar no fim de semana. No principio achei uma óptima ideia porque ele era super inteligente e nada melhor do que os resumos dele. Rápido mudei de ideias, porque aquilo era elegível. Não pela letra, porque sinceramente era tão precisa que chegava a ser irritante. O problema é que eu no fim de um paragrafo desisti, por diversas razões. Palavras que não sabia o significado, menções de pessoas que nunca ouvira falar, frases tão complexas que mesmo depois de ler 5 vezes não percebia que treta ele queria dizer com aquilo. Além de ter muita mais matéria que qualquer manual escolar. Então, no sábado quando ele me mandou uma mensagem a perguntar se estava a ajudar os resumos eu fui sincera e disse que não conseguia entender e que também não teria de saber tanta matéria além de ser impossível decorar aquilo tudo.
– Pelos manuais não vais lá. – reparei que ele ficara um pouco ofendido por estar a recusar – Lê, acho que estes são melhores para te ajudar nos estudos que os anteriores…
Então quando comecei a ver os resumos, foi como se tivesse levado um murro bem no estômago.
Ali estavam resumos completamente diferentes que os anteriores. Mais pequenos, com frases simples e palavras que facilmente percebia. Alias, tinha ali curiosidades sobre estilistas que se baseavam em poetas para criar algumas colecções para eventos especiais que eu sempre acompanhava pelas revistas e pela tv sem nunca ligar á poesia.
E ele tinha feito aquilo para mim, provavelmente ocupou-lhe um dia inteiro pois ele faria muito mais facilmente resumos para ele do que ter de pensar na forma mais fácil de eu entender e tentar prender-me ao estudo de forma a não achar aquilo uma “grande seca” como sempre reclamava. Ele pesquisara sobre moda, a ver se encontrava alguma ligação que me interessasse.
Senti-me muito parva por sempre lhe responder bruscamente e com ironia, e ele apesar de retribuir as farpadas verbais, ocupava o seu tempo a tentar ajudar-me.
- Sabes… - eu não sabia o que dizer – não tinhas de fazer isto…
- Não custou nada. - Deu de ombros desvalorizando o acto.
- Foi sim. – tive de admitir – Ninguém se daria a esse trabalho por mim, nem mesmo a minha mãe.
- Espero que ajude. – ele falava enquanto os seus olhos focavam o seu caderno, e resolvia um exercício de matemática.
- Obrigada. – agradeci ainda sentindo-me estranha e sem saber o que dizer pelo seu gesto.
Depois de ele resolver o seu exercício, reparei que passava como sempre a tratar de assuntos da associação de estudantes, enquanto levantava os olhos algumas vezes ara ver se o que eu fazia estava correcto. Obvio que muitas vezes corrigia.



- Estou cansada! – deitei-me na mesa, como se estivesse quase a morrer.
- Caroline, estamos apenas a estudar á meia hora.
- Meia hora? – olhei o meu relógio – Então, ainda falta mais meia… - choraminguei.
- Concentra-te.
- Podíamos fazer uma pausa, já estamos nisto á três semanas, eu até já recuperei a Filosofia e tudo…
- Não deves parar o ritmo só por isso – ele ia acrescentar alguma coisa quando eu dei um grito abafado.
- As minhas unhas! – reparei que estavam sem verniz, totalmente ruídas até pele tirara! Sem querer foquei um armário e vi o meu reflexo. Outro grito.
Levantei-me rápido e nem queria acreditar quando cheguei mais perto do armário e me vi reflectida lá. O meu cabelo estava sem nenhum acessório pequeno como sempre utilizava, estava despenteado. Não tinha batom nos lábios.
- Que foi? – Ryan chegou perto de mim preocupado.
- QUE FOI? OLHA SÓ PARA MIM! Meu Deus fiquei uma desleixada, os sapatos nem combinam com nada que vesti hoje! Tudo porque não me dás tempo para nada além de estudar! Nem coloquei batom! AI, AI! AIII – Comecei a abanar as mãos loucamente, num ataque de histeria – Ai meu deus, pegaste-me a miopia! Estou a ver tudo embaciado! MEU DEUS!
Ele agarrou-me os braços e passando-se gritou “ Controla-te”.
Tentei respirar fundo.
- Filha da mãe, Caroline a porcaria da miopia não se pega! Estás a ver mal, pelas lágrimas sua cabeça oca! - respirou fundo – E como só ligas á imagem?! Que fútil! – voltou a sentar-se, passou a mão nos cabelos e voltou a se concentrar no que estava a fazer antes da minha cena.
Eu fiquei uns minutos sem me mexer e sentei-me sem saber o que dizer.
- Ok, aquilo da miopia foi imbecil… - sussurrei envergonhada.
- E todo o resto, também. – nem se dignou a erguer os olhos, fazendo-me sentir cada vez pior. O “fútil” sempre a bater na minha mente. – Sinceramente, quando penso que não podes piorar, inacreditavelmente tu pioras. Bem, sempre a aprender.
- É só que… - eu nem sabia porque estava a tentar justificar-me. O que ele pensava não me interessava. Não me interessava nada. Eu só queria, sei lá, que não pensasse que era só fútil… – Eu… Desculpa o histerismo… Mas não é a primeira cena que me vês fazer.
- Não é, realmente. Mas irritas ás vezes. Especialmente com isso das futilidades. – Talvez fosse uma indirecta de quando eu fazia piada da sua roupa que apesar de ser cara, era estranha. – Prestes a chumbar o ano, e preocupas-te se não passa-te batom? Francamente. – Ele nem me olhava para falar, como se nem valesse a pena.
Engoli em seco. Não ia chorar por aquilo.
- Sempre fui assim. – tentei justificar – Sempre gostei de roupas e essas coisas. – disse voltando a sentar-me no meu lugar.
- Não é esse o problema. Se não fosse a única coisa que pensas. Só sabes pensar que batom vais usar, que roupa fica melhor…
- A beleza é a única coisa que tenho que valha a pena… - sussurrei muito baixinho.
Os seus olhos ergueram-se e atentamente focaram os meus. Não podia deixar de achar que os seus olhos eram lindos todas as vezes que ele me olhava nos olhos. Atrás daqueles óculos, existia uns lindos olhos verdes musgo.
- Caroline, a beleza não é tudo. Pelo menos, não para as pessoas que realmente importam e valem a pena.
- Eu sei… - desviei os olhos antes de ele ver que quase chorara com as palavras dele. – É que, eu realmente não tenho mais nada para oferecer. – aquela foi a primeira vez que expressei aqueles pensamentos – Ser bonita é a única coisa que sei fazer, a única coisa que sou realmente boa. E a única coisa que interessa aos outros.
- Estás errada. – disse gentilmente – Nunca ouviste a celebre frase “ a beleza está nos olhos de quem a vê”?
Assenti.
- Além disso, já ninguém avalia um livro pela capa.
- O problema é esse. Eu só tenho a capa. – suspirei – Não quero continuar a conversa. – comecei a ler os resumos novamente, escondendo-me atrás dos meus cabelos.
Em silêncio, Ryan voltou a focar a sua atenção nos seus papeis.
- Se queres mesmo saber, eu prefiro quando não usas batom. A cor dos teus lábios é muito mais bonita sem ele. – corei mas não levantei o rosto.
- Hum… Obrigada. Eu acho.

Na cantina, como sempre, sentei-me na mesa com Ryan. Ficávamos só os dois, ou algum outro nerd vinha até lá. Desde que começamos a dar beijinhos em publico (eram só um colar rápido de lábios quando estritamente necessário, para não desconfiarem) tanto o grupo dele o recriminava como o meu me recriminava. Além disso, o meu grupo quase não me falava.
Mexia na comida, até que Ryan perguntou se estava tudo bem.
- Sim, só me estou a lembrar do que a Alice me disse.
- Aquela loira oxigenada com implantes mamários maiores que o da Pamela Anderson? – soltei um risinho – O que quer que ela tenha dito, foi merda. – Já nem me surpreendia mais quando Ryan soltava “palavrões” ocasionalmente.
- Ela disse que eu era uma puta traidora… Por de um dia para o outro ter deixado o Chris porque me tinha apaixonado por ti. – revirei os olhos ao me lembrar do “ Toma uma aspirina para a dor de corno” que Ryan tinha dito ao Chris quando ele viera acusar-nos. Ainda mais quando o meu namoro com o Chris não passava de uma fachada. Se bem que eu também odiaria se ele me fizesse o mesmo, a vergonha de ser trocado por alguém que ele tanto desprezava devia roer aquele cérebro ainda mais minúsculo que o meu.
- Tenho certeza que lhe respondeste á altura.
- Sim – ri um pouco – Disse que não era mais que ela, quando tinha sexo com o namorado da irmã.
A conversa acabou por ali, porque vieram uns amigos nerd’s dele e ficaram a falar de coisas que nem valia a pena tentar acompanhar.

(…)



Já tinha acabado a “primeira rodada de testes”, como eu chamava. E inacreditavelmente, só tinha duas negativas. Claro que isso também tinha muito a ver, com o facto de que os professores admiravam tanto Ryan que falavam com ele sobre mim. Ryan dizia que me estava a esforçar e tal, e os prof’s iam-me dando o beneficio da duvida.
Se os professores adoravam Ryan, eles não gostavam de mim. Achavam um desperdício um rapaz inteligente como ele ficar com uma rapariga tão fútil. Da mesma forma como também ouvíamos bocas de como eu namorava com um nerd.
Aquilo não incomodava Ryan, mas a mim começava a incomodar bastante. Especialmente ficou-me entalado na garganta quando ouvi hoje de manha um amigo dele lhe dizer “Ela é tão burra! Mas, meu, para foder não precisas de inteligência”.
Então na cantina quando vi esse mesmo amigo, corei até as raízes do meu cabelo preto e baixei o rosto subitamente enjoada. Aquele devia ser o pensamento de todos.
Quando ele se afastou, soltei a respiração que tinha prendido pelo desconforto.
- Que se passa?
- Nada. – respondi-lhe fingindo não perceber a pergunta.
Ele suspirou e encarou-me sério.
- Ouviste o que ele disse hoje de manha, não foi? – não respondi – Pensei que como estavas a ouvir musica e como ele falou baixo não ouvisses.
- Estava a mudar de faixa na altura.
- Caroline, eu lamento que tenhas ouvido aquilo.
- Sim? – enruguei a testa ironicamente – Não pareceu.
- Porque não queria fazer ali uma cena e habilitar-me a que te apercebesses do que ele disse. Se bem te lembras mandei-o para a sala da associação que queria falar com ele. Quando fui ter com ele, juro-te que ele se desculpou.
- Hum.
- Caroline…
- Deixa lá isso. Não tens culpa do que eles pensam e vão continuar a pensar. – Olhei-o seriamente – Eu concordei em fazer esta farsa, porque tu querias provar que podias roubar a namorada ao capitão – tinham sido palavras dele – e eu porque precisava de explicações. Tudo bem por aí. Mas espero mesmo, Ryan, mesmo, que tu não leves isto a sério de mais e te ponhas por aí a inventar coisas sobre como me comeste aqui e ali.
Ele olhou-me ofendido.
- Alguma vez mostrei ser desse género, Caroline? – os seus olhos faiscaram de fúria e indignação – Alguma atitude minha te levou a pensar nisso? Para além de ter respeito por ti e pelas mulheres, recuso-me a descer ao nível de um miserável que se vangloria das coisas que fez e especialmente pensa que fez ou gostaria de fazer, como se isso os tornasse mais homens. E acima de tudo, tenho respeito por mim mesmo, para não fazer figuras deprimentes em balneários a inventar histórias.
Assenti sem saber muito bem o que dizer e voltei a focar o prato praticamente intocado.
- Eu só não quero passar a ser falada nesse aspecto. Não quero fama de puta.
- Nunca. – segurou a minha mão, fazendo-me prender a respiração. Ele já me tinha pegado na mão, mas desta vez uma pequena descarga electricidade latente. Reticente retirei a minha mão, e Ryan suspirou cansado.



Era Sábado, e pela primeira vez em bastante tempo, eu não tinha de estudar. Ryan tinha dito que este fim de semana podia fazer uma pausa, para recuperar baterias. E por mais estúpido que pareça não sabia o que fazer com o meu tempo livre. Definitivamente não podia ir ter com o grupo com quem sempre me divertia. Não era como se eles me dissessem para sair ou isso, mas eu já não me sentia bem vinda lá. Especialmente odiava as bocas desagradáveis e as indirectas disfarçadas pelos sorrisos falsos. Por isso estava na cama a ver tv, sem realmente ligar para o que o se passava no filme.
Hesitei e pegando no telemóvel. Escrevi rápido uma sms para Ryan.

De. Caroline
Para: Ryan

O que anda fazer o Nerd mais Nerd do mundo? =P A estudar?
Eu já estou farta de não ter nada para fazer. No inicio pensei que a folga seria boa, mas não está a ser… Seca.

Ele demorou uns minutos a responder, mais que o normalmente demorava. Pensei que não ia responder quando recebi a sms dele.

De: Ryan
Para. Caroline

Eu estou a fazer um projecto por diversão… Já que está a ser uma seca a tua tarde, podias vir até aqui… Quer dizer, eu podia ir buscar-te e podíamos estudar ou assim… Ou fazer outra coisa qualquer que gostes, não sei… É só uma ideia…

Não soube o que responder. Eu queria ir, mas… era na casa dele. E ir para casa do governador não era uma boa ideia… Além disso, não o queria incomodar e interromper o seu trabalho. Talvez ele se tenha sentido obrigado a fazer o convite ou assim…

De. Caroline
Para: Ryan

Não obrigada… Eu vou chatear a minha mãe, ou algo assim…

Mais um tempo que ele demorou a responder.

De: Ryan
Para. Caroline

Tudo bem.

Mordi os lábios com a sensação que ele tinha ficado chateado.

De: Caroline
Para: Ryan

Ficas-te chateado?
Eu só acho que é melhor não te estar a incomodar no teu projecto…

De: Ryan
Para: Caroline

Não fiquei chateado. Percebo perfeitamente. Não tens de te justificar, Caroline.

Respirei fundo e escrevi a mensagem.

De: Caroline
Para. Ryan

O convite está de pé, ainda?

Uns segundos depois recebi a resposta.

De: Ryan
Para: Caroline

Claro. Diz-me só quando posso passar aí…

De: Caroline
Para: Ryan

Quando te der jeito…

De: Ryan
Para: Caroline

Dentro de meia hora, estou aí. Tudo bem?

De: Caroline
Para. Ryan

Está óptimo para mim. Beijinhos

De. Ryan
Para: Caroline

Até já, então.

Franzi as sobrancelhas. Ele não mandara beijinhos de volta. Aquilo irritou-me um pouco. Porque ele não mandará? Quer dizer, não lhe custava nada ter escrito “beijos”. Pousei o telemóvel. Mas rapidamente me veio um pensamento á cabeça que me fez ligar logo para Ryan.
- Já não é para te ir buscar? – falou assim que atendeu.
- Não é isso… Hum, Ryan… Os teus país vão estar em casa?
Silencio.
- Não… - tossiu – Nem pensei que podias levar a mal, eles não estarem… Mas não é como se estivéssemos sozinhos, alguns empregados andam por aqui, se te sentes mais confortável com a ideia.
Eu gargalhei.
- Eu sinto-me é confortável com a ideia que os teus pais não estejam! Quer dizer, sem ofensa… Mas não me apetecia conhecer o governador, ainda mais como tua namorada e… Bom, não era o momento certo e…
- Relaxa. Já percebi. Eu também não te queria apresentar á família. – um soco no estômago. Provavelmente eu nem servia para ser apresentada como amiga. Não uma sem cérebro como eu. – Então, até já.
- Até já…
Desliguei subitamente perdendo o animo que o convite dele tinha proporcionado.
Se calhar, não era uma boa ideia no final das contas.

Bom, e aqui fica mais um capitulo! =D
Espero que estejam a gostar… O romance já começa a aparecer, embora subtilmente =D
Comentem (especialmente para eu ver que não perdi os meus leitores todos o.O) e mais uma vez desculpem esta ausência, mas é como disse, problemas afectam toda a gente...
Ey, para compensar esta semana trago no mínimo, mais um capitulo, que tal?
Beijinhos e já sabem, Comentem!
Como eu já tinha saudades de dizer isto! O.O

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

11º Capítulos - Promessas

Olá!

Capitulo nos dias dos namorados, obvio que não me podia esquecer! ;)
Espero que apreciem! =)
Para todos os que estão apaixonados!
BOA LEITURA!
11º Capítulo - Promessas



Pousei a carta em cima da mesa, e olhei Alex com os olhos a brilhar de felicidade. Ele esteve uns dias longe de mim, o que foi um verdadeiro tormento, pois não sabia se ele voltaria, apesar de me ligar pelo menos duas vezes ao dia para me acalmar. E quando finalmente regressou, entregou-me uma carta fechada, dizendo que foi ao castelo principalmente para me trazer aquela surpresa.
Era uma carta da Arianna, uma amiga que uns meses antes de conhecer Alex ela viera de ferias até a minha antiga villa, e criamos uma amizade de certa forma.
No final do verão ela partiu com os pais, mas ficamos amigas á mesma, sempre trocando e-mail’s.
- Eu lembro-me de quando me contaste que afinal ela era uma híbrida de Atlantis – sorri meio envergonhada – e eu por mais curiosa que estivesse, tinha sido transformada á apenas umas 3 semanas e fui extremamente parva contigo – fiz careta.
- Se me lembro, dizes-te “ Vai-te foder Alexander! Não fales comigo, seu filho da puta”. – dizia pensativo e depois sorriu-me brincalhão, mostrando não estar chateado com aquilo – É, acho que foi isso…
Gargalhei.
- Sabes, ela aqui está a dizer que casou com o Dominick, esse foi o rapaz que a tinha feito sofrer imenso antes de a ter conhecido e a razão de ela ter um olhar perdido, e agora foi encontra-lo lá? Quem diria! E adivinha só, o namorado dela, o Kyle de quem ela me chegou a falar, era irmão do Dominick que além de eles serem de Atlantis, são a família real de lá e isso… Fogo, que coisas!
- Admira-me não dizeres “foi o destino”… - picou.
- E foi! – ele gargalhou por me ter ofendido – Sabes – olhei-o toda deslumbrada – ela agora é super feliz! O Kyle pelo que me apercebi deu a vida pelo irmão – murmurei – Mas ela diz que agora tem dois filhos! Gémeos Alex! Oh meu deus! Um menino e uma menina, Kyle e Francesca! E aqui diz que está grávida de novo!
- Isso sem dúvida alguma será importante para Dominick.
- Tu conhece-lo? – perguntei meia confusa.
- Se te tivesses interessado pelo tema, já te teria contado – sentou-se no sofá ao meu lado e puxou-me para ele – Ele não era o rei da cidade perdida, mas sim Jared o seu pai. Mas no fundo Dominick é que governava na verdade. E ele ajudou imenso na altura em que estava contigo no hospital… - não alargou muito o tema pois era uma coisa que ainda custava um pouco a ambos – E ele ajudou na captura dos responsáveis da revolução, e do atentado que nos fizeram... Eu fui lá agradecer pessoalmente, e então a tua amiga mandou o recado… Agora pelo que sei, Dominick foi coroado Rei, pois o seu pai achou melhor já que ele era muito melhor como rei do que o próprio Jared, e casou com a Arianna tornando assim rainha. Agora, dos filhos eu não sabia.
- Nota-se que ela está radiante! Quando recebes-te esta carta? – questionei.
- Uns dois meses depois de te ter expulsado…
- Então, já foi á cerca de dois anos atrás! A esta altura os gémeos já têm quase 3 anos, e o filho que ela esperava, já nasceu e tudo! Deve er 2 anos e meio… Quer dizer, ela disse que o medico lhe pareceu suspeito pois quando ela fez piada de ser gémeos de novo, ele sorriu… Fogo, já pode ter 4 filhos! Tantos!
- Nikka, lá é uma cultura diferente dos humanos a qual estás habituada. É muito importante as crianças na família, e ainda mais na família real. Provavelmente ela ainda terá mais uns 7 ou isso – gargalhou com a minha cara de choque – E normalmente é curto o espaço de tempo entre eles, a idade fértil das mulheres de Atlantis, pelo que me apercebi, é até os 30 anos,33, por aí.
- Que estranho… Olha uma vampira a falar de coisas estranhas – ironizei.
-É verdade, trouxe-te bolsas de sangue – acariciou o meu cabelo – Eu sei que te custa caçar.
Abracei-o apertado murmurando um obrigada.
- Sabes o que eu queria? - sussurrei abraçando-o.
- O quê? – eu sabia que ele me daria.
- Ir ao cinema contigo. A ultima vez que fomos, foi na villa. E antes de eu saber que eras vampiro. Só fomos uma vez, depois compras-te uma televisão toda moderna e nunca mais fomos.
- Tu queres mesmo? – enrugou a testa. – Tem tantos humanos… - disse depreciativo.
- Quero sim. Vá lá, vamos!
Ele suspirou.
- Está bem. Mas alimenta-te antes de ires, para não te sentires incomoda. Trouxe-te bolsas suficientes para uns dois meses.
- Está bem. Vou vestir-me! – beijei os seus lábios. Ainda estava de pijama.
- Eu prefeita que não te desses ao trabalho de colocar roupas, mas…
Atirei-lhe com uma almofada do sofá.
- Só pensas nisso!
- Não é verdade…
- Conta-me histórias! Eu conheço esse olhar.
- E mesmo assim, preferes cinema! Enfim.
Não lhe liguei e fui me vestir.
Estávamos na fila e não é necessário dizer que Alex odiava estar na fila, por isso reclamava.
- Eu ter de esperar…
- E que tal dizeres que és o Rei dos vampiros, assim deixam-te passar á frente. – ironizei.
Ele resmungou.
- Qual queres ver? – perguntei olhando o painel dos filmes.
- Qualquer porcaria. Escolhe.
Suspirei.
- Vamos ver aquele – apontei para um de comedia romântica. Ignorei o murmúrio de descontentamento de Alex.
Uns rapazes passaram, e assobiaram para mim. Alex rosnou baixinho.
- Aperta a casaca.
Ignorei-o. Odiava quando me dava ordens.
- Estás a ouvir, Nikka? – olhou-me enervado – Mandei fechares a casaca!
Tirei a casaca, mostrando o meu tope preto que moldava o meu corpo. E fazendo os rapazes assobiarem mais.
Ele bufou irritado, e simplesmente olhou os rapazes, que logo se afastaram.
Eu entrelacei os dedos nos dele, e sorrindo percebi que ele olhava atentamente quem me ousava olhar.
- Se não vestires a casaca, antes de sairmos da qui, já terei matado alguem. Estou-te a avisar.
Vesti a casaca.



A experiencia no cinema não estava a ser a melhor. Tudo porque o filme era muito emotivo, e despertava a sensibilidade de todos. Eu cheguei mesmo limpara lágrimas discretamente, enquanto me abraçava a Alex.
Mas Alex não gostou nada do filme. Fazia criticas constantemente. E quando eu disse “que lindo” ele ficou mais chato. O “que lindo” referia-se a uma frase que o protagonista tinha dito, embora Alexander tenha acreditado que achei piada ao actor. Estava irritado.
- Eu não acredito que ele disse isso! – gargalhou alto Alexander desochadamente – Que imbecil.
- Alex fala baixo!
- Já se está mesmo a ver que o imbecil vai morrer. Se tem cancro terminal, tem que morrer, se não é irreal.
- Ouve lá meu, qual é a tua? – alguém a trás de nós exaltou-se e atirou com o pacote de pipocas.
O pacote acertou na cabeça de Alex que ficou completamente rígido e quieto, enquanto pipocas caiam pelos seus cabelos e ficavam coladas na roupa.
Oh não.
- Queres é levar nessa boca! – continuou o gajo levantando-se – Eu paguei para ver o filme sossegado, não para ter que ouvir um paneleiro qualquer a falar na merda do filme todo!
Oh não.
Alex delicadamente levou os dedos ao cabelo e tirou uma pipoca.
- Como disse? – A voz de Alex estava amigável.
OH NÃO!
- O que ouviste seu merdas! Calas a boca ao bem, ou ao mal!
Segurei a mão de Alex.
- Por favor… Por favor Alex. Calma.
Ele simplesmente me olhou, com os lábios rígidos e respirava pelo nariz de forma acelerada, enquanto os seus olhos brilhavam febris de raiva.
- Ouve a pequena – ouvi o barulho da cadeira a partir ao meu lado, quando o rapaz me chamou pelo “nome” exclusivo de Alexander – Antes de ela se cansar de um gajo como…
Alex levantou-se, e as pessoas resmungaram. Ele sacudiu calmamente as pipocas, e simplesmente olhou o rapaz. No escuro o humano não devia ver bem o rosto de Alex, já que cheio de arrogância se levantou apertando os punhos.
- Vais enfrentar-me é paneleirote?
- Eu simplesmente arranco o teu coração e obrigo a puta da tua namorada come-lo. – Ameaçou tranquilamente Alexander.
- Alexander, vamos embora…
-Puta o caralho! – levantou-se a loira mamuda – Puta é ela!
Oh não, eu só queria sair de lá e comecei a puxar por Alex. Ele não se movia um milímetro.
Alexander pegou no humano pelo pescoço e levantou-o, encarando-o nos olhos, e rugindo fez o rapaz começar a pedir desculpas e tentar soltar-se.
- Nunca… ninguém… me chamou… paneleiro…
- Desculpa meu! Retiro o que disse… Desculpa…
- Alexander, por favor…
- Tarde de mais para lamentações. – então, o pescoço do rapaz foi partido, e eu soltei um grito ao mesmo tempo que a loira mamuda.
Alexander puxou-me por um braço e saímos de lá, enquanto os humanos enlouqueciam.
- Era necessário teres matado o humano? – perguntei a tremer ligeiramente enquanto ele arrancava com o carro a alta velocidade
- Ninguem que me ofende, vive para contar a história.
- Alexander, tu é que começas-te! Para que tinhas de incomodar as pessoas no cinema? Ele estava no direito dele! E tu mataste-o!
- Não dou segundas oportunidades.
- Porque o matas-te, caraças?
- Do lado dele?
Mais uma discussão infernal. E no fim ninguém ganhava, ambos perdíamos.
Porque eu tive a brilhante ideia de ir ao cinema, acabando a saída na morte de um rapaz.




No dia seguinte, nem nos falávamos. O que tornava o ambiente ainda mais irritante.
Fui á sala pegar um livro que tinha deixado lá para me distrair a ler. Ele estava sentado no sofá a mudar de canais, sem mais nada para fazer. Fui para o quarto e continuei a minha leitura deitada na cama.
- Vais ficar amuada muito mais? – perguntou chateado ao entrar no quarto.
- Achas que não tenho razão? – olhei-o descrente – Alexander, porque não podias ter deixado para lá? – ele olhou-me como se fosse louca. – Esquece, já discutimos 3 horas o assunto e não consegui que pensasses direito, então é melhor esquecer.
- É sempre a mesma merda. Nunca percebes que sou um vampiro e não um santo.
- Não podias ter perdoado?
- Como também querias que te perdoasse a traição, Nikka?
- E lá vamos nos novamente! Não ficamos de deixar acalmar as coisas um pouco antes de te fazer ver a realidade? – exasperei-me.
- Se queres perdão, é melhor procurares um padre.
- Quero ler sossegada, sai por favor. – voltei os olhos para o livro.
Ele respirou fundo e sentou-se na cama. Ignorei-o. Ele acabou por se aproximar de mim, e lia o livro comigo.
- Se me amaces como dizias, terias tentado ouvir-me quando me acossaram. – sussurrei ainda a olhar para o livro. Ele respirou fundo e ignorou. Dei de ombros. Era a personalidade dele.
De um momento para o outro, Alexander tirou-me o livro das mãos e beijou-me ao mesmo tempo que me abraçava forte.
- Não estou no clima para ter sexo Alexander. – empurrei-o para o afastar de mim.
- Caso não tenhas percebido, só te estava a tentar abraçar. – sentou-se despenteando o cabelo nervosamente – Só queria estar abraçado a ti, sentir-te comigo. E nada tinha a ver com necessidade de sexo.
- Pensei que era só isso que te motivava.
- Não sou um animal que não se controla, percebes?
Ri sem humor.
- Nestes dois anos que estivemos separados, certamente não foste celibatário.
- Da mesma forma que tu. – acusou.
- Estás a queres saber com quantos tive relações depois de ti, é? – olhei-o firme.
- Não sei se quero saber. – deu de ombros desinteressado – Realmente prefiro não saber quem pós as mãos naquilo que é meu.
- Está bem. – dei de ombros – Então eu não te digo com quantos tive sexo, mas quero que me digas com quem tu tiveste. Dormis-te com a Kawit, não foi? E não me refiro a dormir mesmo. Deitaste-a na mesma cama que me amavas? – soltei aquilo que me roía por dentro á muito.
Silencio. Não era necessário dizer nada.
- Era de esperar que aquela badalhoca se aproveitasse da minha ausência. Nada de novo até aí. – Mas sentia o gosto amargo na boca, só de pensar que Alexander tivera sexo com ela. Eu sabia que antes de me conhecer, eles faziam. Mas, saber que depois de mim, depois de me conhecer e me amar, jurar-me venerar-me todos os dias da eternidade, e mesmo assim fazer com ela… ruía-me de tal maneira que eu nem sabia expressar.
- Nós tínhamos acabado.
- Eu percebo. – ironizei – Tambem percebes perfeitamente o facto de ter feito com outros, então.
Silencio.
- Ela tentou. – disse baixinho – E eu queria. Queria deixar de fechar os olhos e pensar em ti, no teu corpo, no teu cheiro.
- Belas desculpas. – sentia-me traída.
- Mas não consegui. – confessou enquanto se deitava e escondia o rosto no meu pescoço – Só via os teus olhos, a cor da tua pele, o teu cabelo… Não funcionava com ela, por mais que quisesse. Nem com ela, nem com outra qualquer. – confessou.
- Oh Alex, juras? De verdade?
- Juro. – respondeu baixinho. – Depois de ti, as outras não existem. Não têm atractivos para mim.
Abracei-o forte.
- Para mim funciona igual. Não existiu mais ninguém, Alex. Foste o meu primeiro e único. - Os dedos dele correram pelo meu rosto, enquanto me beijava lentamente - e se quiseres, será assim para sempre.
Fechei os olhos, e senti os seus beijos no meu maxilar, a devoção com os seus dedos corriam pelo meu cabelo, como sentia a sua temperatura corporal.
Sentia que estávamos juntos apesar de tudo, porque o ar pegava fogo sempre que os nossos olhos se cruzavam, sempre que estávamos no mesmo local.
O ar faltava-me nos pulmões, a visão desfocava-se sempre que ele me tocava. O seu corpo rodou para cima do meu, e apoiando-se nos cotovelos, contemplava-me enquanto eu o contemplava. Apreciando a beleza um do outro, e sorrindo com isso.
- Tu prometeste amar-me, venerar-me acima de todas as coisas. – sussurrei levando os meus lábios contra os seus – Para sempre…. Tu prometes-te, Alexander.
- Eu sei. – afagou o meu rosto – E para sempre, significa para sempre. Não importa o que aconteça, eu continuarei a cumprir a minha promessa pela eternidade.

Espero que tenham gostado.
Beijinhos e já sabem, comentem ;)

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Presentes de leitores! =D


Olá! =)

Hoje trago presentes que me ofereceram! =)
Que já me ofereceram á imenso tempo, só que eu na minha insanidade costumeira, pensava que já os tinha postado o.O Então andava pelo blog e não os encontrava em lugar nenhum (claro, não tinha postado! Seria difícil encontra-los xD)
Então trago-os muito atrasados, mas mesmo assim agradecendo a todos os que os fizeram com carinho e dedicação pois foi muito importante para mim – obviamente na altura agradeci devidamente por cada um – e partilho com todos estes presentes lindos feitos por pessoas cheias de um talento inegável e de quem eu tanto gosto! =)

Obrigada a todos! =)
Por tudo!

Andreia
^^Esta aqui já é de praxe fazer presentes lindos, so… ;) Obrigada querida, como sabes eu adorei! =) Lindos! ^^

Bruna
^^ As duas primeiras frases a Bruninha retirou do meu prefacio, lembram-se? o.O Adorei Bruna! =D Obrigada minha querida, está linda!! *-*

Iara

^^Obrigada Iara! Como sabes eu adorei! =) Os presentes estão maravilhosos minha querida! =O

"Oi meu anjo,
Não sei se vai gostar... mas te mando de todo coração! Quero que seja sincera comigo,ok?!
Ar,
Encontrei isso no meio de minhas coisas e assim que li... me lembrei de ti!

Criatividade

Criar é a capacidade inata de desestruturar algo e reestruturar em forma totalmente diferente e original.
É isso o que você faz! Pega algo que já existe e transforma em uma coisa muito melhor e com a sua cara! E é por isso que adoro o que escreve!
Espero realmente que goste e quero que seja sincera..."

Oh, claro que eu adorei minha querida! Muito mesmo! =) Estão lindos! E é mesmo muito bom saber que gostas do que escrevo, e que te lembras de mim! =)

Já não tenho notícias tuas á imenso tempo! Não sei se agora és uma leitora “fantasma” xD ou se deixas-te de visitar o blog, de qualquer forma agradeço por tudo querida! =) De verdade! =)

Por isso deixo aqui o recadinho, a ver se assim tenho noticias tuas! =P

E espero do fundo do coração que a tua ausência e a falta de notícias nada tenha a ver com o terrível cenário de catástrofe que se passou aí no Brasil. Não me lembro da parte onde moravas, mas espero verdadeiramente que nada te tenha acontecido, nem a ti nem a ninguém que conheças. Beijinhos.
P.S-> Preocupada desde o momento em que deixas-te de enviar e-mail’s e pela falta de resposta ao meu ultimo. =\ Nem pode agradecer devidamente! Se vires isto, diz qualquer coisa =*


Inês

^^A minha querida Inês fez estas duas montagens lindas, e na primeira eu amei ver frases que o Alex e a Nikka disseram o.O A segunda também está linda de mais também! =D

Lusa ^^A Lusa é aquela querida que me envia imagens do Alex! O.O Que eu adoro! :O Qual rapariga não adoraria?! O.o Obrigada Fátima! =)

Marta
^^A minha tonta fez-me estes presentes maravilhosos! =O E eu nem sabia que ela tinha tanto talento para fazer isto *-* Foi uma maravilhosa surpresa! =) Obrigada Martinha! Sabes perfeitamente que eu amei, como poderia ser diferente com imagens tão lindas?
p.s-> Falta aqui um presente a desejar feliz natal, mas como tinha a foto da marta eu decidi não postar =)

Sara ^^A Sara foi uma fofa ao me enviar este presente! =) Obrigada querida! =) Obviamente eu adorei muito! De verdade, obrigada! (= Olha só o castelo! *-*

Soraya
^^Obrigada minha querida! Eu amei, como sabes! =) Palavras para quê?

Vita
^^A minha loba Vita fez-me estes presentinhos lindos! És de mais Vita, obrigada querida! Já sabes que eu gostei muito! =) Lindas! o.O

Vitor ^^Adorei! Lembram-se destas falas? O.o Obrigada Vitor! =)


Agradeço mais uma vez, pois estes presentes são lindos de mais! *-* Deram trabalho como eu imagino, tempo dispensado, e eu sinto-me lisonjeada por tudo, não só pelos presentes mas por tudo que têm feito por mim e pelo carinho com que sempre me tratam. MUITOOOOO OBRIGADA! =D
Amei todos os presentes! Mais uma vez Obrigada! =)