segunda-feira, 25 de outubro de 2010

3 Capitulo - Reticente

Desculpem só colocar uma musica, mas não estou muito bem, e não tive “paciência” para procurar outras. Desculpem, mas é que estou mesmo com gripe :/ É super mau :S
Quando a musica acabar, coloquem de novo! ;)

Agora, este capitulo vai para a Bella Cullen! :D
Divirtam-se!




Os lábios de Alexander desciam pelo meu pescoço, fazendo-me agoniar num inferno. Mas eu queria desesperadamente queimar-me.
Estava a perder o controle. Eu não podia.
- Pára…
O meu suave protesto, a forma como o gemi não me convenceu a mim, quanto mais a Alexander.
- Não… - tentei afasta-lo lentamente, lutando para não o puxar para mim – Por favor pára.
- Porquê? – questionou segurando o meu rosto com as duas mãos – Diz-me porque me pedes para parar quando ambos desejamos isto?
- Porque eu não te quero assim…
- Não digas isso, quando tremes por mim. – beijou os meus lábios e voltou a olhar-me seriamente – Sabes que não é verdade. O teu corpo anseia pelo meu.
- Eu… - fechei os olhos e lutei para manter a voz firme – Alexander, eu desejo-te. Sempre foi assim e sempre será – os lábios dele davam beijos no meu maxilar – Tu foste o meu primeiro em tudo. O meu corpo venera-te. – enrosquei os dedos no seu cabelo, frágil. Facilmente me podia partir – Mas, é cedo para mim. Não posso, desculpa. Não estou preparada para isso.
Alexander abraçou-me fortemente e provocando arrepios por toda a espinha dorsal sussurrou no meu ouvido:
- Eu entendo.
- De verdade?
- Sim, pequenina. – um sorriso torto formou-se nos seus sensuais lábios – Eu espero.
- Obrigada. – sorri ligeiramente, mas forçando-me a ser sincera, completei – Sabemos que me perderia se continuasse com as carícias. Foste cavalheiro.
Ele soltou uma gargalhada, para depois me olhar com uma sobrancelha erguida.
- Acredita que não foi por ser cavalheiro. Na verdade, para um homem parar num momento destes requer muito autocontrole. Eu tinha muito disso, até te conhecer. Portanto parar agora, quando sabia que depois de tanto tempo sem poder ter o teu corpo, sem poder descobrir os seus novos segredos que a imortalidade te deu, é algum tipo de record. – beijou a minha testa e afastou-se – Apenas o faço, por medo se continuar deitar por terra tudo. Vou esperar, porque a outra alternativa é muito arriscada.
- Sempre calculista! – acusei semicerrando os olhos, ainda com a paixão á flor da pele.
- Aham. O tempo todo! – piscou divertido – Achas que cheguei onde estou, que conquistei o que possuo por não pensar antes de dar qualquer passo?
- Transformaste-me sem pensar! – acusei com mágoa.
- Não vamos discutir isso agora, por favor! Não toques na ferida, deixa abrandar a dor um pouco antes de a desinfectares como deve ser. – e saiu.


Na semana seguinte, evitei ao máximo Alexander. Ele andava com problemas no tão cuidado reinado. Eu não queria aproximar-me porque, de certa forma, eu era a responsável. Eu quem passava as informações de onde os principais grupos de patrulhamento existiam, tal como localizações importantes.
Alias, no momento falava com Joanne, que sempre era educada e atenciosa comigo. O seu discurso era envolvente, e mostrava o quão desejava a “Democrasy”. A imagem de mulher inteligente e sofisticada mostrava que ela sabia o que fazia. Deveria ter uns 40 anos, e era uma mulher bonita. Não a beleza de um puro obviamente, pois os vampiros normais exibiam a aparência que tinham em humanos, excepto a palidez que a morte trazia, obviamente.
Joanne era bonita, bastante bonita. Elegante, com cabelos pintados de loiro e penetrantes olhos azuis, rodeados de algumas rugas que transmitiam a segurança da idade.
- Eu acho perigoso falarmos aqui… - disse baixinho e um pouco receosa – Alonzo pode aparecer a qualquer altura…
- Não te preocupes com isso – apertou o meu ombro gentilmente – Alonzo esta ocupado com os alimentadores, e eu mantenho-o completamente á margem de duvidas.
- Mas… Vocês, tu sabes, estão apaixonados ou assim?
- Nicholaa! – riu divertida – Até parece que não és vampira e sabes o que isso significa. Esse tipo de sentimento, que acarreta altruísmo não nos afecta!
- Então, estás a usalo? – Não gostava da ideia de ela usar Alonzo. Alonzo era leal a Alexander, e sempre me ajudou e…
- Isto é um jogo de interesses – tirou-me dos meus pensamentos, enquanto andava de um lado para o outro acompanhada pelo som que os seus saltos faziam no solo – Eu uso-o para entrar aqui sem problemas, e ele usa-me para sexo.
- Tu também me usas – olhei-a atenta – Usas-me para chegar a Alexander.
- Não compares – sorriu amigavelmente – Tu sabes as minhas intenções, somos parceiras. E tu também me usas para ter a tua vingança – lembrou.
- Sim, mas… Alexander comentou comigo que tinham morrido vampiros jovens… O que eles fizeram?
- Estavam a ser treinados especialmente para rastrear. Tinha-mos que acabar com a ameaça. – falava enquanto abria a sua mala e se olhava num espelho retocando o batom vermelho sangue – Tudo pela democracia.
- Nos livros que li, Alexander era mencionado como alguém que melhorou tudo… - expressei as minhas duvidas.
- Claro que sim. – olhou-me seria – Ele controla as edições. Ele rege tudo isto com tirania. Não temos liberdade de expressão. Talvez não seja assim contigo, talvez ainda não tenhas visto essa sua faceta. Mas ele rege tudo de acordo com as suas necessidades, com as regras absurdas. – Segurou a minha mão e olhou-me com compreensão – Lamentavelmente mostrou-te isso ao te transformar contra a tua vontade… Alonzo contou-me o que passas pela sua tirania. Ele afirma amar-te, mas Nikka – apertou gentilmente a minha mão – Achas que ele te ama mesmo? Nos não amamos, tu sabes. Ele merece ser punido. Nos merecemos Democracy, merecemos liberdade de expressão, merecemos viver com dignidade. Merecemos nascer livres, longe da tirania de um Rei opressivo! Não deixes que ele te vire a cabeça, lembra-te do que ele te fez.
- Eu lembro.
- Vais averiguar então novidades? Podes fazer-nos o favor de descobrir se o Rei desconfia dealgum modo que o estão a tentar destronar?
- Vou ver o que posso fazer… É que Alexander não gosta muito de falar desses assuntos…
- Tenho certeza que o podes por a falar. – sorriu-me gentil – Estas a fazer um favor á tua raça. E sabes que te acolheremos e te iremos proteger sempre!
- Eu sei. – deixei que ela me abraçasse meia desconfortável, e pelo canto de olho vi Alonzo aparecer. Saí discretamente e deixei-os a conversarem numa língua que não conhecia, nem me apetecia conhecer.
Pelos corredores encontrei Alain e discretamente tencionava perguntar sobre Alexander, quando vi que Alain andava com um baralho de cartas na mão.
- Mas o que andas a fazer? – estranhei.
- Truques de magia! – sorriu e alisou os cabelos num tique meio afeminado, não que lhe fosse dizer isso. A ultima vez que o disse ele ofendeu-se de mais e nem me falou por uma semana.
-Não achas isso… - sorri – Humano de mais?
Ele olhou-me com horror. Ele odiava as semelhanças com os humanos. Ele odiava humanos. Menos para alimento, corrigi-me. Alain sempre fazia piada sobre humanos.
- Não acho nada disso.
- É que fazer truques de cartas, é coisa de vampiros. Obvio! Desculpa, eu ainda ando em aprendizagem… - provoquei.
- Tu não percebes. – resmungou ofendido enquanto me dava as costas.
- Oh loiro, olha lá, sabes do Alexander?
- A ultima vez que o vi, estava na sala do trono…
- Obrigada, génio da cartola!


- Interrompo? – perguntei abrindo um pouco a porta.
- Não. – Alexander estava tenso quando me respondeu e mandou sair uns vampiros da sala.
- Pareces cansado… - Comentei aproximando-me dele que estava sentado no trono e pensativo.
Ele deu de ombros.
- Problemas? – Perguntei preocupada pois não gostava daquela cara, e curiosa pois tinha de averiguar as coisas.
- Baixas sempre são problemas. – num movimento rápido puxou-me para o seu colo. Fiquei tensa. - Não te preocupes com isso – murmurou enquanto cheirava o meu cabelo – E relaxa, eu não te vou violar aqui – riu.
Ri sem vontade.
- Mas o que se passou?
- Porque o interesse agora? – alisava os meus cabelos, analisando os reflexos que a luz fazia.
- Só quero saber. Curiosidade. Além disso, gosto de saber as coisas. Também sou uma pura como os outros, ou não?
- Claro que és. – puxou o meu cabelo para o lado e beijou o meu pescoço. Respirei fundo e concentrei-me no dialogo – Eu não discuto isto com eles. Não têm de saber as coisas todas. Sabem de forma geral.
- Uhm… Foi mais algum ataque?
- Sim. – suspirou – Agora tem-se de criar novos vampiros mas não vamos conseguir preparamos rapidamente para desempenharem as funções dos que se perderam. Serão necessários pelo menos 7 meses.
- Parece complicado.
- Sim. Não entendo como de repente começaram a existir tantos ataques. Pergunto-me quem andará por traz disto.
- Podem ser acontecimentos isolados… - murmurei.
- Parecem. – corrigiu – Mas não sou tolo. É só uma questão de tempo até encontrar o padrão. E aí rastrear a fonte do problema. É uma questão de tempo.
- Mas… - começava a sentir um pequeno frio na barriga, um medo a surgir.
- Não canses a cabeça com isto. – sorriu nos meus cabelos – Tenho 5510 anos Nikka, já lidei com muitas coisas. Irei lidar com esta também.
Medo.
- Ah… Ainda bem. – saltei do seu colo – Vou até a biblioteca.
- O gosto pela leitura não se perdeu, pelos vistos! - riu
Nem o ouvia bem, estava pensativa. No meu quarto enviei uma mensagem para Joanne.
“ Ele está desconfiado. Não acredita em coincidências. Não é parvo, ele vai descobrir!”
Esperei ansiosa pela resposta andando de um lado para o outro no meu quarto.
“ Calma. Não vai. Ele nunca suspeitará de ti. Nem nada o liga a mim. Sou apenas a amante frívola de Alonzo.”
“ Espero que estejas certa Joanne. Espero mesmo!”
Se seguisse os instintos, eu devia saltar fora do borco. O plano ia dar em merda. Não estava muito preocupada com a minha pele, Alex iria perdoar. Ele sempre perdoava. Bastava fazer toda uma fita de arrependimento.
Mas e Joanne? Se ele se inteirasse de Joanne? O que lhe acontecia? Ela apenas lutava pelos seus ideais. E o que seria de Alonzo, que colocava a traidora dentro do castelo – mesmo não o sabendo?
Se Alexander descobrisse, não iria ser bom. Nada bom mesmo!

Olá!
Olhem eu sei que disse que iam sair dois capítulos, mas não consegui! Não dá para escrever nestas condições :/
Espero que percebam. O capitulo não está nada de mais, eu sei, mas como ando ter saído qualquer coisa foi bom! xD Só não queria não ter postado, quando sabia que vocês contavam com alguma coisa.
Eu ainda tenho uns comentários para responder no capitulo anterior, acho que uns 5, mas agora não posso mesmo! Mas quarta eu respondo! Obrigada a todos por comentarem1 O que seria de mim sem vocês? :D
E só poderei aceitar os coment’s deste capitulo na quarta, amanha é impossível vir á biblioteca para aceder á net – a minha net está novamente com problemas! Bahhhh – Espero que me desculpem esta situação, mas para mim é pior acreditem!
Sem net e doente, é mesmo mau! :/
O que uma pessoa faz sem net? Ainda mais quando se está doente e não se pode fazer nada!
Se eu cometer suicídio, já sabem a razão! --‘
Bom, comentem á mesma, embora eu só os possa aceitar mais tarde! Já sabem o que eu gosto de saber em todos os capítulos, portanto! xD
Agora quero agradecer do fundo do coração pelos comentários do capitulo anterior! MUITO OBRIGADA! Não podem imaginar o que significa para mim. :)
E o próximo capitulo sai na sexta em principio, vamos lá ver como a minha saúde se comporta até lá! :/
Desculpem.
Beijinhos, e já sabem… COMENTEM! ;)

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

2 Capitulo - Loucura

Novo capitulo! Espero que gostem!
Este capitulo vai para a Joana e a Lipa! Andreia e M Moon
^Obrigada por sempre comentarem! :D
Espero que todos gostem:

O tempo passava. Já era Novembro. E tudo era o mesmo. Dava muitas vezes comigo a pensar o que faria se ele não me tivesse transformado.
Provavelmente teria entrado na universidade, o curso, talvez algo sobre literatura ou físico-química. Teria amigos novos, talvez até Alexander fosse morar lá perto.
Sim, ele iria. Podia ouvir a sua voz dizer “Até parece que vou deixar os humanos pensar que não tens namorado…” Via ele a chatear-me por causa de ciúmes parvos.
Via o meu pai ficar orgulhoso de entrar na Universidade, e até ficaria contente por Alex estar a “vigiar” – embora nunca o admitisse. O meu irmão, ia ficar cheio de ciúmes. E pediria para apresentar raparigas universitárias. Eu responderia “olha-te no espelho, cabeça oca!”
Sorri.
Sim. Ia ser o máximo.
Alex iria defender-me se alguém abusasse com as histórias dos caloiros, eu até teria problemas com as raparigas se atirarem a ele. E então quando fizesse alguma cena de ciúmes, iria ouvir a voz rouca de Alex no meu ouvido “Só me importo com a pequena humana ruiva”.
Alex, iria fazer os meus trabalhos, e se algum professor me desse negativa ele iria “tratar do problema”.
Sim. Era isso que iria acontecer se a vida fosse perfeita.
Mas não era. Eu estava farta de saber isso.
Sai da enorme biblioteca, onde começava a ler os livros da história da minha nova raça. Era incrivelmente interessante ler sobre batalhas memoráveis, o que me enervava era ler o nome de Alexander uma e outra vez. Como se retratassem um Deus absoluto.



Pelo corredor, cruzei-me com Kawit. Olhei-a de cima abaixo, enquanto ela me olhava e sorria cínica.
Ela era mais forte que eu, porque com os problemas de adaptação não era tão forte como os restantes puros, mas ainda lhe podia dar uma boa porrada.
- Olá bebé! – riu. – Já tomou o leitinho, ou estavas ocupada de mais a ser um vampiro deficiente?
- Ola prostituta! – levei um dedo aos lábios pensativa – Ah… Espera… Não és bem prostituta… As prostitutas levam dinheiro, tu fazes tudo de borla… Então, o que és?
Ela rugiu e mostrou as presas lançando-me para a parede. Fiquei surpresa, pois ela nunca me tinha atacado. Só sugerido. O instante de hesitação passou rápido.
- Ah sua vaca! – rugi e saltei sobre ela. Eu comparada com os puros era como um miúdo de 15 anos que tentava bater no irmão mais velho e mais forte de 24 anos. Mas mesmo assim, ainda podia fazer os meus estragos. O poder dela não funciona com os puros.
Ela facilmente me lançou longe, fazendo-me raspar na parede. Levantei-me rápido e mais uma vez me lancei a ela, que me esperava com um sorriso debochado. Levava mais do que dava, mas quando lhe dei um murro no estômago e lhe arranquei metade da camisola – transparente – no meio da luta uns braços de férreos envolveram-me e arrastaram-me para longe.
Não precisei ouvir o “pára” para saber quem ele era. Conheci o seu cheiro, a forma como me tocava.
- SOLTA-ME! – debati-me com toda a minha força, que era cómica comparada á dele – SOLTA-ME!
A porca ainda me metia mais raiva, ao olhar debochada para mim, como se fosse uma criança. E a badalhoca nem tentava ocultar a parte de um seio cheio e cor de café que ficou á mostra.
- Tens de controlar a tua cria Alexander. Está a voltar-se…
- Não me lembro de pedir a tua opinião. – a voz de Alexander foi gelada, enquanto me prendia forte e não me deixava terminar o que queria, por mais que me debatesse. – Pára Nicholaa.
Aquele tom, era o que o criador utilizava com a sua criação. A voz de um Rei para com um seu súbdito. E o meu corpo foi ficando quieto, apesar de ainda se debater.
- Penso que ela está a perder a lucidez… Atacou-me do nada…
- DO NADA? TU É QUE ME PROVOCAS-TE SUA PORCA!
- E penso que ela me confundiu, pois chamava-me de mãe e dizia que ia pagar por ter sido má para ela. Que nunca mais a ia maltratar…
Gelei. Eu não fiz nada disso. O sangue pulsava forte, as minhas presas ainda continuavam alongadas e os meus olhos ensanguentados, pois via tudo numa escala absurda, sentia tudo de forma alucinada. Quando me “transformava” na vampira que era, com presas e olhos ensanguentados, tudo ficava numa escala irreal. Descontrole.
Analisei-a. Porque ela estava a dizer aquilo? Aquilo não tinha acontecido.
- ESTÁS A MENTIR! SÓ TE ATAQUEI PORQUE ME PROVOCAS-TE E QUANDO EU RESPONDI, TU ATIRASTE-ME CONTRA A PAREDE!
- Eu nunca faria isso, com uma recém-nascida. – olhou-me com pena e depois focou Alexander – A lucidez está a escapar-lhe. Alonzo disse que poderia acontecer, eventualmente…
Alexander estava calado e segurou-me mais forte. Ele tremia ligeiramente, com medo de eu ficar louca de vez. Eu até poderia ficar feliz por ele sofrer, mas aquela prostituta não iria fazer-me passar por louca!
Debati-me enquanto rugia para tentar apanha-la!
- EU MATO-TE SUA MENTIROSA! – gritei enquanto era arrastada até o quarto de Alexander que fechou a porta e se colocou á frente para me impedir de sair.
- Chega Nikka. Controla-te.
- Ela está a mentir! – tremi de raiva, enquanto tentava acatar a ordem do meu criador e respirava aceleradamente. – Ela está a mentir. – repeti mais calma, enquanto já me controlava melhor.
- Vou levar-te a Alonzo para ele te observar…
- Tu acreditas nela? Nela?! Estou-te a dizer que não foi nada daquilo que aconteceu!
- Nikka, talvez tenhas acreditado que aconteceu de forma diferente…
- Estás a insinuar que estou louca?! Percebi bem, Alexander?
- Nikka, ela não sabe nada da tua vida em humana. Como iria falar na tua mãe?
- Sei lá! – rugi – Ela pode ter investigado! Qualquer pessoa na Villa podia dar informações sobre a minha mãe! Não era segredo nenhum, todos sabiam como ela estava! – agora via bem as coisas. Aquela miserável devia ter mandado alguém investigar o meu passado e agora jogava contra mim, para me fazer passar por louca… Por isso ela provocava-me!
- Calma… - tentou abraçar-me – Eu fico sempre contigo!
- SAI DAQUI! – gritei descontrolada. Alexander baixou a cabeça e saiu, pensativo e preocupado.
Prendeu-me dentro do quarto dele. Controlei o impulso de destruir tudo, pois assim ele ainda pensaria que estava mais louca.
Sabia perfeitamente que Kawit mentia. Andava de um lado para o outro, a pensar qual seria a jogada dela. O que ela pretendia com mentiras? Fazer-me questionar se realmente estava lúcida e fazer-me enlouquecer de vez? Era isso?
Forcei-me a acalmar, pois umas pequenas picadelas começavam a acontecer no meu olho direito. Deitei-me no chão e respirei fundo. Fechei os olhos e esperei que passasse.
Umas horas depois Alexander entrou no quarto e eu ainda estava na mesma posição. Abri os olhos lentamente e levantei-me. Parei na porta antes de sair, e perguntei sem me virar para o olhar:
- Acreditas no que ela disse?
Silencio.
- Ok.
Pela primeira vez em mês, o que Alexander pensava de mim importava.
Ele escolheu ela? ELA!
As ideias passavam pela minha cabeça a mil. Lembrei-me de que quando despertei disse a Alexander para procurar Kawit e ficar com ela. Eu não ligava a isso.
Agora, imaginar aquela reles tomar o lugar que um dia foi meu, era inconcebível.
Eu não queria Alexander, mas ele também não ia ficar com ela! Só depois de eu encarar a verdadeira morte! Nem por cima das minhas cinzas!



Girei nos calcanhares e voltei até ao quarto de Alexander. Aquele piso era só dele, agora meu e dele, não toleraria a Kawit pisar aqui! E ia fazer Alexander perceber isso!
Abri com um safanão a porta, e estagnei. Ele estava em frente ao seu armário, sem camisa e olhava á procura de outra. Devia procurar outra, pois a que estava jogada no chão estava rasgada quando ele me segurou. O seu corpo era perfeito. Musculado, mas esguio. Poderoso e…
Chega!
Ele suspirou.
- Que foi Nicholaa?
- Se eu apanha Kawit neste piso, mato-a! – avisei-o.
Ele nem me ligou.
- Estou a falar a sério! – estava a ficar irritada de mais. – Estás a ouvir?
- Sim, querida.
- Não me chames querida. Estás avisado. Se ela entra aqui, eu rasgo-a em duas.
Ele vestiu uma camisa azul escura e olhou-me divertido.
- Então, com ciúmes? – ergueu um sobrancelha.
- Pft! – ri – Até parece. Só não a quero por aqui, para ela não me provocar. Só isso.
Ele sorriu torto. Da forma que em humana me fazia delirar. Agora, estava a enlouquecer-me. Eu via-me a cobrir os lábios dele e terminar com aquele sorriso. Eu… Não podia deixar o desejo por ele falar mais alto.
Ele tinha sido o um primeiro em tudo, e o meu corpo idolatrava-o. Como nunca idolatraria ninguém.
Dei meia volta e voltei a sair dali. Hoje não era o meu dia. Como de repete me sentia atraída por ele, e com raiva só de o imaginar com Kawit?
Depois de tanto tempo sem sentir nada, agora isto?

Durante 3 semanas, tratei de me manter afastada de Alexander. Embora tinha noção que os meus olhos, por vezes percorriam as salas do castelo á procura dele.
Loucura.
- Onde vais com tanta presa? – perguntei quando vi Alain correr para dentro do castelo.
- Recebi a informação que um grupo de vampiros estão a atacar um clã. Em grande numero. O clã é muito antigo e um grande aliado. Temos que ir pessoalmente ajudar. Vou informar o Rei.
- Espera! – corri atrás dele também. Obvio que não corria tanto como ele, e quando cheguei á sala do trono, os outros puros já estavam lá. Alexander dava coordenadas sobre a posição que cada um ia obter.
- Não podiam esperar por mim, não é? – perguntei chateada – Odeio quando me excluem! Que eu saiba também sou um puro sangue não?
- Eu avisei que ela iria querer participar – disse Julianne, que agora se tornara uma espécie de amiga – á forma de vampiro, se é que vampiros têm amigos – desde que a “salvei” da verdadeira morte.
Alain esfregou as mãos entusiasmado com a ideia de todos irmos lotar.
- Nikka, não podes ir.
- Porque, Alexander? – cruzei os braços. – Eu vou.
- Não vais. – É, eu não ia.
- Podia ajudar. – tentei argumentar.
- Vamos ter novamente esta conversa?
Dei de ombros aborrecida.
- Também temos que ver que com as deficiências dela, poderia atrasar-nos.
- Estás a ver como é ela que me provoca, Alexander?
- Eu só frisei o ponto de não teres nenhum poder, nada mais. – defendeu-se Kawit de forma fingida.
- Vamos, arranquem os cabelos uma da outra! – incentivou Alain, enquanto Jullianne ria.
Alexander mandou-os calar a boca, e a mim e Kawit deixarmo-nos disso.
- Defende-a novamente! – bati palmas, a ferver de raiva, enquanto Kawit me piscava o olho. Algum dia, eu teria o prazer de arrancar aquele olho.
Alexander suspirou, e pelos vistos achou que se me ignorasse seria o melhor. Não era.
- Alain e Jullianne, vocês vão na frente e atacam pela esquerda. Eu e Kawit esperamos 20 minutos e então surpreendemos atacando enquanto eles estão preocupados convosco e depois… - eu já não ouvia o que ele dizia. Só me focava no ponto em que ele fazia parceria com Kawit – que sorria provocadora para mim. Queria perguntar a razão de ele ir com Kawit e não poder ir com Julianne ou Alain. Mordi a língua para não perguntar.
Fiquei a pensar numa maneira de impedir Alexander de ir com Kawit. Alain e Jullianne saíram na frente, como combinado, e Alexander discutia com Kawit tácticas.
Sorri. Já sabia o que fazer. Tratei de colocar uma cara de dor.



- Ai… - gemi levando a mão á cabeça.
-Nikka? – automaticamente Alexander virou o rosto para mim alarmado.
Eu caminhei meia incerta apoie-me na parede. Tudo fingimento, claro.
- Que foi? – Alexander já estava ao meu lado, a segurar os meus ombros e olhando-me preocupado – Que foi, Nikka?
- Dói… - gemi levando a mão á cabeça.
Ele levou os dedos e massajou suavemente, todo preocupado. Atrá de Alexander estava uma Kawit que me olhava assassina, sim, ela sabia que eu estava a inventar tudo.
Fingi desequilibrar-me e apoiei-me em Alexander, rodeando o seu pescoço com os braços. Sorri e pisquei o olho a Kawit sem Alexander ver. Ela mostrou-me as presas.
- Temos que ir Rei. – disse impaciente Kawit.
Alexander afagava os meus cabelos preocupado. Ele devia pensar que estava mesmo mal, para o deixar abraçar e fazer carinhos.
- Tu vais? – perguntei baixinho no seu pescoço. A minha voz estava arrastada. Segurei a gargalhada. Cada um usa as armas que tem!
- Não te vou deixar assim, sozinha… - segurou o meu rosto e com a costa da mão afagou a minha bochecha. E nunca o tinha deixado fazer isso. Sempre lhe dava um safanão para ele tirar a mão. Desta vez, encarei os seus olhos, e deixei o carinho seguir. Sentia-me… Vulnerável. E essa parte, não fazia parte do plano.
- Temos de ir. Contam connosco. – salivou Kawit.
- Podes i. Eu fico bem…
- Não te vou deixar sozinha a enfrentar a dor, pequenina.
Pequenina. Pequena. Aquilo fez alguma coisa estalar em mim. Não era a primeira vez que me chamava assim, depois de me transformar. Mas era a primeira vez, que eu… senti algo. Pequeno, mas algo. Lutei com todas as minhas forças para enterrar aquele sentimento enquanto ele me pegava no colo. Como tratava de lutar numa batalha interior, não fiz nada para impedi-lo de me carregar.
- Continua o plano sem mim. – ordenou Alexander enquanto saiamos da sala.
Obvio que antes de sair, tinha de sorrir vitoriosa para Kawit, que salivava de fúria.
- Dói muito?
- Sim… Mas não preferes ir lutar com a Kawit? Não quero atrapalhar…- Sussurrei.
- Nikka, vou ficar contigo.
- Mas…
- Está decidido. Kawit, faz o que ordeno.
- Sim, Rei. – venenosa. – Querida, dói muito? – acrescentou preocupado.
- Sim… - gemi antes de ele fechar a porta de deixar uma Kawit furiosa.
Alexander deitou-me na cama, e tirou as minhas sapatilhas.
- Queres que chame Alonzo? – perguntou baixinho.
- Não… - murmurei – Vou ficar bem.
Eu sabia que ele não sairia do quarto até que amanhecesse. Era sempre assim. Quando estava mal, ele ficava lá o tempo todo. Eu nunca pedia. Ele sempre ficava.
Sentou-se no chão ao lado da cama onde estava deitada, e ficou em silencio.
Ao menos, estava ali comigo e não com a badalhoca. Apetecia-me gargalhar victoriosa.
Controlei o sorriso, e encarei o perfeito e deslumbrante homem que velava sempre por mim. Fiquei envergonhada pelas lembranças que me surgiram ao lembrar de como aquela boca me beijava.
Loucura.



- Sabias que coras algumas vezes? – perguntou num tom tão baixo que poderia nem ter ouvido.
- Sim. Alonzo disse que eu podia fazer isso porque a minha pele não é tão impenetrável como a tua. Quando… - virei-me para o outro lado. Não o conseguia encarar e falar aquilo – Quando despertei e me vi no espelho, lembro-me de pensar que o pequeno rubor era fruto da minha imaginação e consequência da saudade. E depois soquei o espelho e perfurei a pele. Depois Alonzo explicou. – o que se passava comigo, para estar a falar disso com ele?
- Isso faz-me lembrar da humana que conheci. – confessou – Embora, por vezes pense que não és a Nikka que derreteu o meu gelo.
- Foste tu que me tornaste assim. – sibilei baixinho – Se já não mexo contigo como mexia, a culpa é tua.
- Não foi isso que disse. Só disse que a doce Nikka talvez se tenha perdido. Ás vezes sinto saudades dela… Das palavras de apoio e compreensão. Dos toques carinhosos. Só isso. Apesar de amar a criatura selvagem que criei. Tens novos traços que me deixam ainda mais louco, se é possível. Estás mais apaixonada, um tanto selvagem.
- hum.
- Continuo a amar-te mais que no dia anterior… - confessou sem expressão alguma. – Tenho saudades tua, amor.
Fingi não ter ouvido.

Acordei primeiro que ele. Alexander dormia encostado á parede, de pé, todo tenso e sem respirar. Como um cadáver. Era assim que os vampiros normalmente dormiam.
Eu, como era debilitada e “deficiente” não dormia assim, dormia mais como um humano e isso tornava-me uma presa fácil durante o sono. Porque não tinha os instintos vampíricos necessários por ser demasiado jovem. Não estava sempre alerta. Por isso Alexander ordenara que ficasse no piso dele, para mesmo do outro quarto assegurar que ninguém me atacaria enquanto dormia.
Ele abriu os olhos e estalou o pescoço.
- Melhor?
- Sim. – dei de ombros.
- Estás muito pensativa. – afirmou. Talvez tenha percebido que o meu momento de fraqueza ontem tinha passado e durante a noite tinha erguido um novo muro impenetrável.
- É. Tenho esse defeito. Ao contrario de ti, costumo pensar.
- Lá vamos nos outra vez!
- Yap!
- Pensei que tínhamos feito progressos ontem. Deixas que te tocasse. Deixaste-me falar até ao fim. Deixaste-me cuidar de ti sem resmungares raivosa.
Dei de ombros.
- O que afinal, queres de mim? – exasperou-se.
- Justiça. É apenas uma questão de justiça, Alexander.
- Justiça? – riu sarcástico – Chamas a isto justiça? Eu dei-te vida. Tu queres sugar a minha.
- Vida. Deste-me vida… - ponderei pensativa – Se o dizes.
- Tu enlouqueces-me! – com raiva passou a mão pelos cabelos, furioso por não fazer progressos comigo.
- Uma pergunta. Arrependes-te de me teres transformado contra a vontade?
- Não. – nem hesitou.
Olhei-o com raiva.
-Nunca te vou perdoar por me teres condenado e esta merda, Alexander.

- Não aguento mais! – desesperado, Alexander sacudia ligeiramente os meus ombros, enquanto um sorriso cínico se formava na minha boca – Imploro que pares de me rasgar por dentro! Porque fazes isto comigo, Nikka?
- Mas, querido… Eu nem sequer comecei… - murmurei, levando as mãos e entrelaçando os meus dedos nos seus sedosos cabelos castanhos. Fazendo-o fechar os olhos e ansiar por mim. Partilhar do meu inferno.
Os seus olhos cinzentos azulados focaram os meus verde-esmeralda, os seus febris e desesperados, amargurados. Enquanto os meus os fitavam de volta, cruéis e vazios.
As mãos que seguravam os meus ombros, desceram pelos meus braços, acariciando-me e puxaram-me para o seu corpo rijo e quente. Fazendo o meu corpo moldar-se á perfeição do dele. Com a mão ligeiramente tremente, acariciou o meu rosto, alisando a minha pele incrivelmente perfeita e branca, enquanto a sua outra mão, que se metia debaixo da camisola, me mantinha colada a pois me segurava pela cintura.
- Não sentes, nada? Nada?! Não posso acreditar, Nikka… - o seu dedo indicador percorria os meus lábios lentamente. Olhei-o e com um aceno de cabeça, negando e sussurrei um “nada”. – Eu amo-te de mais… Quero-te tanto…
Os seus lábios, começavam a aproximar-se. Via a perfeição tentar cobrir e brincar com a minha boca. Ergui a minha mão e encostei-a aos lábios dele. Afastei-o.
- Eu queria tanto um beijo, Nikka… Só um… Apenas deixa-me matar saudades da tua boca, acariciar-te com os meus lábios, perder-me na tua boca e reunir forças para aguentar isto…
Voltei a negar com um gesto de cabeça.
Ele suspirou cansado. Encostou a testa na minha, fechou os olhos e perguntou:
- Porque me odeias tanto, Nikka?
- Porque, um dia te amei de mais.


Ele encarou-me, pensativo, e com o seu nariz acaricio a minha bochecha. Eu deixei. Não sei porque, mas deixei.
- Eu é que sempre te amei de mais, pequena.
Fechei os olhos e deixei os seus dedos delinearem os meus lábios.
- Isso não era amor Alexander. Era doença.
- O que seria do amor se não tivesse doença, vicio, dependência e loucura?
- Seria calmo, sereno. Como devia ser.
- Isso qualquer um te poderia dar, Nikka. Tu querias, e precisavas de mais. Só eu te podia amar daquela maneira e com tal intensidade, anjo.
- Eu só queria, ser humana de novo.



- Desculpa minha princesa, mas isso não pode acontecer. – beijou a ponta do meu nariz – Tens que te aceitar e superar…
Tentei afasta-lo, com a raiva a querer rebentar de novo.
- Não posso! Não quero!
- shhh – pegou nos meus braços e colocou-os á volta do seu pescoço. – Calma. Sei que é difícil.
- Não sabes! – murmurei com magoa – Não sabes nada!
- Nikka, como achas que me sinto de todas as vezes que dizes que tens nojo de mim. Que me odeias. Que querias a minha morte. Que te dou vómitos, que sou repugnante. Que não me toleras, que me odeias… Como achas que isso me faz sentir? - os seus olhos encheram-se de sangue, mas segurou as lágrimas. Mais alguma coisa quebrou em mim. Como se me tivessem dado um murro no peito – E sabes porque tolero tudo isso, e continuo-o sempre atrás de ti, sempre a tentar, sem nunca desistir? Porque apesar de doer cada vez que abres a boca e dizes aquilo, doía ainda mais não te ter de todo.
Não conseguia encara-lo. Não conseguia soltar os braços que rodeavam o seu pescoço. Então, fechei os olhos, pois sentia-me nua. Sentia-me vulnerável, como nunca fui.
Não pode fazer nada. Nunca tinha paz, vivia sempre num inferno que me queimava e queria que Alexander passasse pelo mesmo.
Mas ali, pela primeira vez em muito tempo, eu sentia quase paz. E como poderia tentar afastar aquela sensação? Eu sei que precisava, mas não pensava em nada mais que a respiração quente de Alexander no meu rosto. Sabia que os seus lábios estavam a milímetros dos meus.
Então, a maciez da sua boca cobriu os meus. Os meus dedos automaticamente agarraram e puxaram os seus cabelos para o afastar. Tinha medo.
- Calma, amor. – a força que exercia foi diminuindo, mesmo tendo os lábios dele em cima dos meus.
Então, senti a sua língua deslizar pelos meus lábios, acariciando-os enquanto as suas mãos me puxavam para ele. Incentivava-me a abrir os lábios, e deixa-lo deslizar para dentro da minha boca.
- Abre a boca para mim, pequena.
Lentamente, abri os lábios. E tudo parou. Segurei forte os cabelos dele e colei-me aquele corpo ofegante e ardente. Deixei o beijo consumirmos. Só sentia.
Sentia a língua dele tocar a minha, senti os lábios acariciarem os meus, sentia-me louca. Puxava os seus cabelos, enquanto Alexander deslizava a mão por dentro da minha camisola e acariciava a minha pele encaminhando-se para o fecho do meu sutiã, abrindo-o.
- Vou fazer amor contigo. Agora mesmo… – sussurrou rouco, mordiscando a minha orelha, fazendo todo o meu corpo ferver de desejo.

Então? O.o
Comentem. Partes preferidas, se gostaram das musicas (algumas tiveram que ser em Live porque não encontrei melhor no youtube)…
As coisas de sempre.
A sério comentem, é que eu começo a ficar com a sensação que estão a odiar isto, e que não estou a ser tão boa como em Amor & Sangue À Meia Noite. Se não estiver a ficar bom, se calhar é melhor não mexer mais. Se calhar não ando a escrever como antes e os sentimentos não passam.
Vocês não estão a gostar, né? :S
Eu lembro-me que na 1 Temporada vocês ficavam todos entusiasmados por mais, tinha leitores que nunca mais comentaram. Se calhar já não gostam da historia. Eu no prefacio tinha 35 comentários, no 1 capitulo tive 34. E ainda acabo sem nenhum. Na primeira temporada já tive 42. Lembro-me que sempre ficavam ali na chat á espera – não é margarida, desde as 9 da manha, querida! xD – que estavam sempre a visitar o blog e isso. Eu tenho um numero de visitas elevado, mas se calhar foi pela boa aceitação que teve a 1 temporada.
Depois tive leitores novos que nunca mais disseram nada, e acho que é porque esta temporada esta a desiludir todos. =( Pessoas que nem sei como estão. Pessoas que comentavam assiduamente e de repente… Já nem sei mais se lêem ou não.
Mas também tenho de agradecer a todos os que têm comentado. Obrigado pessoal. Mesmo. E se calhar não gostam e comentam para não ficar triste. Tambem obrigado áqueles que visitam e lêem, ás vezes mesmo na esperança de começar a escrever decentemente novamente.
Profanação está a ser um completo falhanço, não é?
Digam a verdade. Eu prefiro.
A sério, se estiver a ficar mau digam por favor. Começo a achar que a escrita já não cativa nem atinge desse lado. Que o “jeito” para isto se perdeu. Não quero andar a postar e estragar o que gostavam da 1 temporada. Prefiro parar do que estragar o trabalho que já fiz.
Beijinhos.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Mais presentes de leitores! =D OBRIGADA POR TUDO!

Ora aqui estão mais presentes que recebi! :D
Vou apresenta-los por ordem alfabética, o nome das pessoas que me enviaram, porque não posso coloca-los por ordem de preferência, porque vamos falar a verdade, estão todos perfeitos!
Os meus leitores são cheios de talento. Cada coisa linda, que eu passo a vida a babar por eles! :D


Andreia

Andreia, tem super talento. Fez estas capas lindas. E montes delas! :D
Estão perfeitas Andreia, como já te tinha dito. Obrigada por teres gasto o teu tempo comigo, e com a minha fic. Por teres utilizado o teu talento comigo. Por me presenteares ao comentares sempre.
És uma querida.
Obrigada também pelos e-mail e pelas conversas que temos – quando eu apareço no msn lol

Já te tinha dito que adorei, mas repito novamente. ADOREI E MUITO OBRIGADA.






^Mas ela tem ou não tem talento? :O


Lusa - Fátima

A Lusa foi uma querida, que me animou quando estava doente enviando-me uns presentinhos – disse que não era muito boa a fazer montagens então envia-me umas imagens…
E que imagens Fátima!

Mandou o Ian – o nosso Alex…

Não é necessário dizer que isto anima logo uma pessoa.
Este Alex é lindo, não?

Babem comigo….





Lusa, obrigada por me enviares e-mails quando estava mal, ou noutras situações ;) Até e-mail’s de boa sorte para o exame envias-te! :D

Estás sempre lá com algumas palavras.


Estas imagens matam-me! E vocês meninas, este homem não é lindo? :O


Obrigada Lusa!


Margarida

A minha Margarida linda, que adora esta historia, que sempre envia e-mails a perguntar coisas sobre ela, que adora falar sobre ela, e que se tornou uma amiga que nem dá para descrever.

Ela enviou-me uma montagem linda. Tipo, assim… Wow



^É super linda não é?

Não foi ela que fez, ela encontrou-a algures na net – já nem se lembra bem como a encontrou no Google – mas andava ela a ver coisas destes dois e encontrou esta montagem linda – made in Google.
O que me surpreendeu foi ela encontrar uma imagem deles dois juntos. Mas eu babei por ela.

A Margarida é aquela pessoa que no fim dos capítulos enviava um e-mail sobre duvidas, ou “o que vai acontecer?”e depois nos alongávamos em conversas. Ela sempre lia entre linhas. Sempre atenta aos pormenores. :D
Ela é quem mais sabe do que vai acontecer nesta 2 temporada. Apesar de pequeninas coisas. Mas eu mato-a se ela conta! – não mato, não! Eu gosto muito dela para a matar! =P

Portanto, obrigada Margarida, por gostares tanto que andas sempre a pesquisar coisas – ainda me lembro dos nossos primeiros e-mails onde dizias quem te parecia cada personagem, e depois eu envia-te quem eram. Ela foi a primeira a ver o Alain e a Kawit! :D ( Que não eram quem ela imaginava xD)
Eu divertia-me muito com isso!

Obrigada por tudo Margarida. Tu sabes o quanto vales para mim, nem vale a pena estar aqui a falar… =P

AMO VOCÊ!

Soraya

Outra que é uma querida!
Todas são umas queridas.

Ela enviou-me um e-mail lindo e que me emocionou de mais, e mais esta capa de tirar o fologo. Obrigada querida. Mesmo. Por tudo.
A capa sobre a Cidade de Cristal !



^Está linda não esta?
Ela antes já tinha feito uma da 1 temporada de Amor & Sangue À Meia-Noite, e mostrou o seu talento.
Isto é outra prova de como ela tem jeito para estas coisas.!

Está linda Soraya! Obrigada!
^Pela imagem, pelos coment’s, pelos e-mails, pelo carinho, pela amizade, pelas conversas… e tantas outras coisas.

És 5 estrelas Soraya. Nem sei mais o que dizer!!


Vita

A loba que todos conhecem pelo talento que tem nisto de fazer montagens – ela já me deu presentes lindos antes, lembram-se? – mais uma vez mostrou o talento.
Fez duas placas lindas, que eu babo muitas vezes. Lindas, lindas!




^Estão lindas. Deslumbrantes!
A Vita já mostrou muito bem que tem muito talento. Agora mais uma vez provou isso. Eu adorei mesmo. Mesmo!
E ela utilizou a imagem que eu fiz da Nikka de olhos verdes e cabelo ruivo. Obrigada Vita! Tiveste em atenção isso!
Eu fiquei mesmo feliz ao ver.

A Vita é uma querida que também está sempre a enviar em-mail’s e sempre lá para mim.
Uma prova disso:



Eu fico mesmo feliz com isto. Ela é super querida e carinhosa. Sempre a dar presentes lindos, sempre preocupada, sempre a comentar.
Gostava de ter mais oportunidades de lhe mostrar o quão preso tudo o que ela faz. Ela é incrível e uma pessoa espectacular.

OBRIGADA VITA, POR TUDO.


Vitor

O Vítor é outro que tem super talento. Já me deu outras capas, lembram-se?
Uma da Cidade de Cristal e outra de Amor & Sangue Á Meia-Noite. E uma montagem de parabéns ao blog.
O rapaz tem jeito para isto! :D

E agora fez-me um vídeo! :O

Um vídeo lindo sobre a Cidade de Cristal. Tipo um Trailer de como eu fiz para Amor & Sangue Á Meia-Noite.

O vídeo está lindo. Deve ter dado, assim, imenso trabalho!

Obrigada Vitor, por sempre comentares, e por usares o teu tempo a fazer-me estas coisas. Obrigada mesmo.
EU ADOREI!



^Vejam! Está lindo!


Agora, agradecer a todos que visitam o meu blog e formam a “família do blog”. É óptimo poder contar convosco.
Obrigada por todos os presentes que me dão – estas imagens lindas e vídeos – mas também um MUITO obrigada a todos que passam por cá, que comentam. – porque os coment’s é um grande presente.
Por esperarem pelos capítulos, por rirem com a historia, por chorarem, por ficarem ansiosos.
Cada coment é um presente. Eu não posso explicar como eu adoro os vossos coment’s! MUITO OBRIGADA!
Eu posto a historia, e vocês comentam – para mim essa é a melhor parte! xD Fico toda nervosa e ansiosa á espera dos coment’s!
A vossa opinião é tipo, super importante.
Eu tento responder sempre – ás vezes com dias de atraso, mas vejam á mesma é que conciliar a minha vida privada com a “AR” lol ás vezes é difícil. E é por tudo o que ganho de vocês que vale a pena o “esforço”.

OBRIGADO POR COMENTAREM, OBRIGADO PELO APOIO INCANSAVEL, OBRIGADA POR ACREDITAREM EM MIM, OBRIGADA PELA PALAVRAS DE INCENTIVO, OBRIGADA POR LEREM O QUE ESCREVO, OBRIGADA POR TUDO!
OBRIGADA POR ESTAREM SEMPRE AQUI.

Nunca irei esquecer. Eu lembro de cada pessoa que comentou, mesmo que seja uma única vez eu lembro de todos, quando peço para comentarem é mesmo para saber se estão aqui a ler. Comentem nem que seja um “eu li. Estou a gostar. Continua”, não imaginam como isso é importante para mim. É 1 minuto. E eu fico tão contente! :D
Eu sei que muitos lêm e nunca comentam. Mas comentem, por favor, deixem de ser “leitores fantasmas” lol e deixem a vossa opinião. É que assim é uma forma de avaliar o meu “trabalho” e torna-lo melhor. De saber que estão aqui a ler. Eu escrevo com muito carinho para vocês, não deixem de comentar.
Mesmo para quem não comenta, um grande obrigada por lerem a minha historia. De todas as formas, também fazem parte da família do blog.

Bem, obrigada a todos, por tudo. Espero que continuem por cá, e desculpem atrasos e essas coisas. Nunca esquecerei quem esteve aqui comigo e sempre acreditou em mim. Quando for uma velha de dentadura – ok, a imagem que surgiu na minha mente não foi muito agradável… :S Não quero usar dentadura nem ser assim muito velha – mas bom, quando for velha, vou-me lembrar disto e se tiver netos, irei falar da historia e da “familia do blog”.

Mais uma vez obrigada – e eu já devo começar a ser tipo se can te – e até o próximo capitulo!

^Que irei querer muitos coment’s no próximo capitulo de Profanação! :P Vai ser… atribulado… Talvez até tenha umas cenitas de bolinha vermelha, se é que me entendem… (mas ainda não é garantido, veremos…Ainda estou na duvida) ;)


Beijinhos, e já sabem… COMENTEM! =P
^Lembram-se da frase?