Olá! Aqui vai novo capitulo! E é dedicado à Marilia. A minha melhor amiga, que realmente tem uma paciência de santo para me aturar! :P Além de ter sido a primeira a ouvir esta história, antes de ser passada para o papel.
És uma parva M, mas sabes que te adoro sua porca! :P Não seria a mesma coisa se nunca tivesse conhecido a minha vizinha tola. Quem aturaria as minhas piadas sem humor, a minha ironia enquanto que em plenas 8 da manha vamos a pé para as aulas? Quem esperaria que a dorminhoca se levantasse da cama ao frio na beira da estrada? Quem aturaria os meus filmes, a minha constante louquice e os meus exageros?
Só podia ser a minha melhor amiga e que será uma amiga de muitas vidas, mesmo que na próxima vida sejamos estrelas de rock. P.S-> Na ultima devíamos ter sido loucos internados num hospício.
Aviso:
Agora queria fazer um aviso… Este capitulo é especial…
Vai haver uma parte que é para maiores de 16… Quem não quiser ler é só saltar o que está no meio destes símbolos: ****
Antes de começar eu ponho aquilo e quando acabar a cena também.
Exemplo:
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E este capitulo tem também um vídeo feito por mim. Espero k vejam e gostem! :D
Divirtam-se! :D
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E este capitulo tem também um vídeo feito por mim. Espero k vejam e gostem! :D
Divirtam-se! :D
Passaram três dias após a “conversa” no miradouro com Alexander.
Não é necessário dizer que ele estava certo. Eu sempre diria sim para ele. E o pior é que eu já o via como alguém com sentimentos e não o monstro sem alma que sempre me tentava convencer que era.
Se algum dia me dissessem que perdoaria uma mentira deste género, dizia que nunca o faria.
Mas… aqui estou eu, pronta para lhe dizer sim.
Alias, ansiosa para dizer sim.
Sinto-me mal por saber que ele é um “pouco” sem escrúpulos e sem respeito pela vida humana, mas… Ele ainda é o homem que me beijou naquele miradouro. Ainda é o homem que me faz tremer e quase desmaiar sempre que me toca.
Ainda é o homem por quem eu me apaixonei e por quem morreria.
Quando via casos de violência doméstica, sempre pensei que aquelas mulheres eram loucas de continuarem a perdoar. Acaso não fazia algo semelhante?
Claro que Alex nunca me magoaria, disso tinha certeza absoluta. Mas mesmo sabendo que ele não iria mudar, lá estava eu. Pronta para o aceitar… Porque… Amava-o de mais.
Tentei segurar-me ao máximo. Juro! Coloquei a imagem dele a alimentar-se, sempre na minha mente.
Tentei imaginar as atrocidades que fez em 5510 anos.
Mas sempre acabava a imaginar o vampiro poderoso que viu numa parva humana alguma coisa. Algo que o fez ficar perto de mim e aturar as minhas coisas. Aturar a minha família.
O homem que a meio da noite subiu na minha janela e me pediu para ser dele.
Não sabia o que iria acontecer a partir de agora, mas sabia que sempre amaria aquele filho da puta!
E morreria a ama-lo. Iria pagar bem caro esta louca paixão que tudo ultrapassa, esta necessidade louca que tenho por ele.
Como se fosse viciada nele. Era como se dependesse dele para continuar bem, para poder viver.
Era pleno sábado de manha. Como sempre o meu pai e o meu irmão foram correr.
Levantei-me e a primeira coisa que fiz, foi espreitar pela janela, para ver Alexander.
Ele estaria encostado ao seu carro, e como sempre fazia, iria sorrir e tentar-me.
Mas, assim que puxei a cortina branca vi. Ou melhor, não vi.
Ele não estava lá.
Fiquei alarmada. Ele estava lá sempre! E hoje não estava.
Algo se passava.
E fiquei aterrorizada. E se… ele não me quisesse mais?
Não. Ele amava-me, certo?
Tinha que amar. Eu matava-o se ele não me amasse!
O resto do dia pensei nele. Cada segundo.
Umas vezes lembrava-me de como me sentia enganada, traída e manipulada. Lembrava-me que ele não era da minha raça, que éramos diferentes. Que ele… matava. Que era imortal…
Mas outras imagens vagueavam por lá também.
Via o seu sorriso torto. Ainda ouvia a sua voz suave e a sua risada calorosa. Sentia o seu toque quente, as suas mãos gentis a tocarem-me. Lembrava-me do sabor dos seus lábios macios, da textura da sua pela quente.
Os olhos dele perseguiam-me. Aqueles azuis acinzentados, eram a minha perdição.
O seu rosto perfeito…
No fim do dia, quando a noite já caíra estava a tomar banho, a tentar que a água limpasse a dor da sua ausência, a vontade louca de correr para ele e colar os meus lábios nos deles. A água quente não estava a ter sucesso.
Depois de horas a pensar se valeria a pena lutar contra o impossível e ficar com ele. Tomei uma decisão.
A água corria pela minha pele e eu já sabia o que fazer.
Não ia prolongar a espera. No fundo do meu ser eu sabia que voltaria para Alexander. Sempre soube. Era um amor doente e destruidor e eu sempre iria querer ficar com ele, pelo menos um pouco mais. Eu amava-o. Por isso aceito-o como ele é.
Não era o que eu imaginava para mim, certamente não era o meu sonho.
Mas quantos sonhos se realizam na íntegra?
Eu queria que ele fosse humano. Ele não pode. Mas em troca eu viveria um grande amor. E pelo seu olhar sabia que a minha louca paixão era respondida.
Alexander amava-me assim como eu a ele.
Sabia que não ficaríamos juntos muito tempo, mas não ia deixar de ficar com ele por isso. Se fosse assim ninguém aproveitava a vida.
E a minha será curta. Não ia deixar para amanha, pois o amanha podia não chegar.
Sai do banho, sequei os meus cabelos e vesti-me. Com calma, pois tremia. Havia sempre o medo de ele não me querer mais, de se ter cansado. O que era fácil de compreender. Até hoje, não percebo como ele me atura. As minhas idiotices, as minhas coisas parvas.
Mas aí estava… Ele amava-me. Exactamente como era. Aceitava-me.
E eu só poderia fazer o mesmo por ele.
Depois de vestir um vestido da cor dos meus olhos, calcei-me e olhei-me ao espelho. Os meus cabelos estavam soltos e sentia-me bonita. Queria estar bonita para ele.
Ele adorava ver-me de verde, a combinar com os olhos. E eu vesti-me de verde. Ele adorava o meu cabelo solto e eu soltei o cabelo.
Respirei fundo e sai de casa sem antes ter que dizer onde ia. Disse ao meu pai que iria dormir em casa de Nereida. Ele não fez perguntas, pois durante toda a minha infância e adolescência, dormir em casa de Nereida e ela na minha, era algo muito natural.
Mal ele sabia que eu ia para a casa de um vampiro.
Dirigi até casa dele. O portão enorme da mansão não estava trancado.
Entrei e fechei-o novamente.
Hesitante, caminhei até a casa dele.
Antes de bater á porta, olhei por uma janela estava levemente iluminada.
Para meu alivio vi Alexander imediatamente. Estava sentado no sofá.
Ele não me viu. Estava com as pernas abertas e o rosto apoiado nas mãos, numa atitude de completo desespero.
O meu coração contorceu-se. Eu não queria que ele sofresse.
- Alex… - sussurrei e ele automaticamente levantou a cabeça incrédulo.
Ele levantou-se e sabia que iria para a porta. Corri até lá e a tempo de o ver abrir a porta.
- Nikka? – Olhava-me como se não tivesse bem a certeza do que via.
Não disse nada. Simplesmente atirei-me nos braços dele e beijei-o.
Beijei-o tentando mostrar todo o meu amor por ele. Alexander irradiava calor e o seu toque era apresado ao percorrer as minhas costas. Segurava-me forte como se a qualquer momento pudesse fugir.
Tive que desviar os lábios dos dele para procurar ar. Mas mesmo assim Alexander foi beijar o meu pescoço dando pequenas mordidinhas.
Eu não tinha medo. Sabia que ele era um predador e eu a presa. Sabia que ele era um vampiro, mas quando o tocava pensava que não havia perigo, pois Alexander nunca me magoaria. Disso tinha 100% certeza.
Ele voltou ao meus lábios, beijando-me novamente, inebriando-me com o seu toque e o seu calor.
- Eu amo-te. – sussurrei contra os seus lábios.
Alexander parou de me beijar, segurou o meu rosto com as suas duas mãos, que pareciam tremulas, e olhou-me nos olhos.
Os olhos dele brilhavam triunfantes. O azul mesclado com o cinzento derretiam-se. Aquela visão tirava-me o folgo.
- Repete. – ordenou.
- Eu amo-te Alexander.
Ele voltou a capturar os meus lábios acariciando o meu rosto enquanto eu puxava os seus sedosos cabelos castanhos.
Senti que ele entrava comigo em casa e fechava a porta enquanto os seus lábios não abandonavam os meus, nem que disso o mundo dependesse.
- Faz amor comigo Alexander – roguei nos seus lábios.
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Alexander olhou-me com desejo. Com luxúria. Como nunca antes tinha-se permitido a olhar.
Respirava fundo e pesadamente olhando-me de tal forma intensa que o meu coração voava a mais de mil á hora.
Agarrou-me novamente, beijava-me feros, invadia a minha boca com a sua língua indomável. A minha indomável procurou a sua, envolvendo-se numa guerra de prazeres.
Ele mordiscava os meus lábios mas de repente ficou imóvel. Ouvi um pequeno barulho como um estalido.
Alexander parou o beijo e virou o rosto para outro lado.
Acariciei o seu maxilar e voltei-o novamente para mim.
- Não tenhas medo de me mostrares como realmente és…
Primeiro fixei os seus olhos. O branco dos seus olhos estavam vermelhos sangue. Não tive medo. Pois ao olha-lo nos olhos percebi que neles havia medo, medo da rejeição e vergonha. Os seus olhos estavam mais intensos tal era o desejo.
Observei os seus lábios.
Lá haviam duas presas. Como os típicos vampiros os seus caninos estavam alongados. Brancos e incrivelmente belos. Dava-lhe um ar misterioso e ainda mais belo.
Mas a maior beleza era que Alexander finalmente me deixou velo como ele realmente era.
Sorri para ele, acariciei os seus lábios e beijei-o. Mostrei que não tinha medo dele e que já amava os seus olhos vermelhos e as suas presas.
O beijo de Alexander no princípio foi cauteloso, mas depressa deixou a cautela de lado e rendeu-se á paixão.
Subiu as escadas comigo ainda abraçada a ele e numa troca de beijos que se tornara mais calma.
Se continuasse-mos naquele ritmo ele teria que me possuir imediatamente se não morreria.
No seu quarto ardia a lareira e o resto do compartimento estava numa escuridão agradável, banhada pela luz da lua.
- Quero conhecer o teu corpo. – sussurrou enquanto prendia o meu lábio inferior no seu.
Respirei extasiada.
Alexander, lentamente despiu-me. Fez-me ficar ali, só de lingerie preta, vulnerável aos olhos dele.
Avaliou o meu corpo. Corei como nunca. Nunca um homem me tinha visto assim.
Lentamente desapertei os botões da sua camisa azul escura. Não conseguia desviar os olhos da pele branca que ia aparecendo. Deslizei a camisa pelos seus ombros fazendo-a cair no chão. Pela primeira vez vi o peito de Alexander.
Deus ele era maravilhoso. Os seus músculos definidos na medida certa, a sua pele branca como o luar, e alguns pelos no peito faziam de Alexander algo irreal, inimaginável.
Fiquei sem respiração e toquei aquilo que pensei ser uma miragem e fi-lo tremer ao meu toque.
Senti os seus músculos ficarem tensos debaixo da pele lisa como mármore, enquanto lentamente percorria o seu estômago. Alexander começou a respirar pesadamente.
Senti a mão quente dele nas minhas costas. Começar no fundo da minha coluna e parar no meu sutiã e com mestria desapertou o fecho.
Olhei-o e vi que toda a sua atenção estava naquela peça de roupa.
Peça que ele lentamente fez cair ao chão deslizando pelos meus braços.
Senti-me queimar pelos olhos dele. A respiração dele faltou.
Eu com tal olhar cruzei os braços, numa atitude de timidez, para proteger a minha nudez. Eu estava apenas com as cuecas. Sentia-me demasiado vulnerável.
Ele sorriu torto fazendo borboletas esvoaçarem no meu estômago.
- Nada disso… - sussurrou tirando-me os braços do peito.
Ele levou as mãos e tocou-os levemente. Mordi os lábios para não gemer.
Os meus seios firmes e tensos foram acariciados por ele. Os mamilos doíam de tão rijos que estavam. As mãos dele eram do tamanho ideal para acariciar os meus seios, e o seu toque era atormentador.
Gemi de frustração.
Alexander puxou-me para ele.
Levantou-me pelas nádegas chocando os nossos quadris.
Senti a sua poderosa erecção, a prova irrevogável do seu desejo por mim. O ar faltou-me, a boca secou, e o coração disparou.
Alexander gemeu e deitou-me na sua cama.
- Pareces um anjo banhada pela luz do luar… - sorriu torto – Mas demasiado apetitosa…
O olhar dele era como se fosse um mendigo a olhar para uma refeição da qual á muito se tinha privado. Ou como alguém que se tivesse perdido no deserto abrasador e encontrasse um copo de água.
Despiu-se eficazmente comigo a observar cada movimento seu.
Fiquei aterrada. Nunca vi nada de tamanha beleza e perfeição na minha vida. Nem tão assustador.
Alexander cobriu o meu corpo com o dele, ofeguei quando senti os meus seios sensíveis contra o seu peito nu. Aquele pele contra pele era algo que não podia ser exprimido por simples palavras. Sentir aquela intimidade com Alexander era… simplesmente maravilhoso.
O meu Alexander começou a beijar-me o pescoço enquanto afastava as minhas pernas com as suas.
Juntando os nossos sexos apenas separados pelo tecido das minhas cuecas.
Aquele medo que começava a sentir evaporou-se. Nunca tinha pertencido a nenhum homem, mas sabia que aquele vampiro, mas homem, ia ser terno comigo. Ia amar-me. Corpo e mente. Seria dele, apenas dele.
Sentia o peito doer. Mas era uma dor boa. Queria desesperadamente uma coisa da qual nunca tinha tido e nem sabia o que era. Apenas que o meu corpo tremia por ela. Os ouvidos zumbiam a coração queria sair do peito. Sentia as mãos dele percorrerem a pele do meu corpo, acariciando-me e excitando-me.
Levei as minhas mãos às costas de Alexander e percorrias, sentindo os seus músculos, a sua pele, o seu corpo quente. Enquanto que Alexander brincava com os meus seios e beijava a minha boca arrancando gemidos meus.
Eu levei a minha mão até a sua barriga e desci até o seu ventre a acaricia-lo e faze-lo tremer ao meu toque assim como eu tremia ao dele
Alexander mordeu-me os lábios e foi descendo pelo meu pescoço, e parou nos meus mamilos.
Soltei gemidos enquanto ele tomou nos lábios os meus seios… mordiscava lambia e chupava.
Nunca senti nada igual. A excitação era demasiada. Sensações novas e selvagens.
Traçou um caminho de beijos pela minha pele, excitando-me com os beijos no estômago. Senti Alexander deslizar as minhas cuecas pelas pernas.
Sentiria vergonha se não estivesse tão excitada. Afinal eu era toda dele.
Voltou a cobrir o meu corpo com o dele, sentia os seus músculos firmes, o peito forte dele a esmagar-me os seios. E era uma sensação deliciosa. As pernas que queimavam as minhas e a prova irrefutável da virilidade de Alexander que tocava a minha pele das coxas.
Alexander enrolou o meu cabelo na sua mão fazendo-me olha-lo nos olhos.
Arfei mais quando vi o seu estado desesperado. Os seus olhos estavam cheios de luxúria, os seus lábios separados com as presas visíveis e a respiração pesada. Acariciou-me e com a outra mão separou as minhas nádegas para facilitar o acesso e penetrou-me num só impulso.
Soltei um grito de surpresa e gemi de dor. Mordi os lábios sentindo as lágrimas nos meus olhos. Au! Aquilo doía!
Alexander arregalou os olhos e olhou-me intensamente.
- Devias ter-me dito. – o seu corpo estava tenso e meio que tremia pelo esforço de não se mover – Porque não me dizes-te? – apoiou-se no cotovelo para o seu corpo não pesar no meu – Porque nunca disseste que nunca tinhas estado com um homem? Podia ter evitado ter-te magoado…
- Desculpa… Não te zangues… - pedi com medo – Não queria desiludir-te…
- Nunca me zangaria por isto… - afirmou docemente. – E nunca ficaria desiludido contigo.
- Não pares… - implorei a acreditar que morreria se ele se detivesse.
- Não pretendia. – gemeu Alexander.
Alexander apoiou o seu corpo nas suas mãos que ficaram ao lados meus ombros, como se estivesse a fazer flexões e depois lentamente investiu em mim.
Gemeu pelo prazer que sentiu.
Observava cada expressão do meu rosto e moveu-se lentamente.
Sem deixar de me beijar na boca penetrava-me lentamente, saia para depois voltar a preencher-me fazendo-me acolhe-lo dentro de mim e acomodar-me com a sensação.
A dor começou a desaparecer face ao amante extraordinário que Alexander era. Ele sabia onde, como e quando devia tocar. Sabia fazer o meu corpo responder exactamente como ele queria. Rápido gemia para ele e balançava os quadris ao encontro dos seus, procurando aquele prazer soberbo.
- Gostas? – perguntou entrando mais fundo em mim.
- Sim! – gritei e gemi.
Empurrei o meu quadril mais para ele, para o sentir melhor. Esfreguei-me nele com ânsia, exigência e com urgência.
- Calma meu amor… - gemeu – Não quero magoar-te…
- Alexander! – soltei um gritinho e arranhei as suas costas.
Ele queria ser terno e não me magoar, mas eu não permiti. Soltei a minha paixão e exigi tudo dele. Alexander tornou os movimentos mais fortes, mais rudes e eu adorei. Delirei enquanto os meus gemidos se juntavam aos dele.
A boca dele beijava-me a todo o momento. Deixando os lábios para tomar ar e fazendo-me tremer com a sua língua na minha pele.
O meu corpo estava perto de algo bom, eu sabia. Os nossos corpos procuravam algo, tornando aquela dança intima e antiga que existia desde o inicio dos tempos, em um emaranhado de sensações loucas e que nunca imaginei sentir. Cravei mais as unhas na pele das costas de Alexander fazendo-o gemer o meu nome e investir poderoso contra mim. Sentia os impulsos dele, a minha pele a queimar de tanta paixão. Ouvir os sussurros apaixonados em forma do meu nome, que saiam dos lábios do meu amor.
- Eu não suporto mais! – gemi enquanto arranhava as suas costas.
O meu corpo parecia que ia rebentar, a minha visão parecia ficar turva e tudo o que sentia era o homem que amava tocar-me fundo atingindo todos os meus pontos sensíveis e beijar-me ardentemente. Parecia que ia morrer. Nunca senti nada tão bom.
- ALEXANDER! – Gritei cravando mais as unhas nele e colando o meu corpo ao dele.
Atingi o clímax. Foi inimaginável e consumiu-me. Apertei-me contra o seu corpo quente enquanto o orgasmo me consumia. Escondi o rosto no seu ombro e fechei os olhos ainda a tremer depois de tamanha experiencia. As ardentes sensações a dispararem por todo o meu corpo.
O meu grito de prazer provavelmente seria ouvido na rua se alguém passa-se.
Alexander não se controlava, os seus impulsos, as suas investidas ficaram mais rápidas. Com o meu orgasmo senti-o atingir o seu. Esvaziar-se em mim enquanto sentia a sua semente quente.
O nosso orgasmo assombrou-nos. Ficamos vários minutos em silêncio aproveitando os últimos espasmos de prazer que afloravam o nosso corpo.
- Estás bem? – Perguntou-me Alexander enquanto alisava o meu rosto.
Soltei um suspiro extasiado como resposta.
Ele sorriu arrogante, convencido consigo próprio e rolou para o lado puxando-me para o seu abraço. Aconcheguei-me nele, abraçando-o e repousei o rosto no seu peito sentindo mais feliz que nunca.
O fogo ainda ardia, mas não tão intensamente provocando uma aura de romantismo evidente. Ou seria eu que via dessa forma?
Era tão bom estar com Alexander assim…
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- Foi bom para ti pequena? Tinha medo de te magoar… - perguntou enquanto nos cobria com o lençol preto.
- Foi maravilhoso Alexander. – ergui o olhar para ele e sorri para perceber que falava absolutamente verdade.
Reparei que agora os seus olhos estavam intensos, mas não mais vermelhos. Estavam relaxados e neles brilhava a felicidade.
Ele sorriu de volta e beijou-me lentamente.
- Foi bom para ti? – perguntei com a incerteza a apoderar-se de mim.
- Foi magico Nikka. Melhor do que algo que já tenha feito… Nunca pensei poder sentir algo assim.
- Não é como se fosses um virgem. – recriminei-o – Não precisas de mentir para me sentir bem. Com a experiencia melhorarei.
Ele sorriu e mordiscou a minha orelha.
- Sua louquinha. Claro que já tive muitas mulheres. Muitas. Mais do que me poderei lembrar .- o ciúme apoderou-se de mim. Claro que em 5510 anos ele teria que ter feito muito isto…
- Não suporto pensar que ouve alguém com quem partilhas-te isto! – resmunguei.
- Não me deixaste terminar. – apertou-me carinhosamente – Apesar de milhares de mulheres terem feito sexo comigo, nenhuma fez amor, Nikka. Nenhuma me deu a mão enquanto estava com ela. Nenhuma me olhava nos olhos com o amor que tu me olhavas. Nenhuma tocava a minha pele ao mesmo tempo que tocava o meu coração gelado e apodrecido. Ninguém tinha o meu coração na pequena palma da mão, como tens. E por mais milénios que viva, o teu toque nunca se poderá comparar à mais habilidosa das meretrizes. Nenhum gemido me poderia fazer perder a razão como o teu. Nenhuma mulher teve de mim o que tu tiveste. Tiveste-me por inteiro Nikka, vulnerável e perdido na paixão. Garanto-te que nunca me senti tão satisfeito. E nunca tão desesperado por mais. - emocionada abracei-o forte. Como poderia pensar em não o ter? Como poderia colocar a ideia de nunca mais ficar com ele?
Aconcheguei-me novamente nos seus braços e fiz círculos no sei peito ao redor do mamilo, brincando com os seus pelos do peito.
Alexander colocou a mão dele sobre a minha, impedindo-me de continuar.
Olhei-o interrogativa.
- Não podemos fazer amor tão cedo Nikka. Não me provoques. – disse tenso.
Eu corei.
- Na verdade sinto-me um pouco dolorida – Admiti. – Quando… - deixei que ele percebesse o que eu queria saber pois dize-lo envergonhava-me. Apesar de tudo o que se tinha passado entre nos…
- Nunca tinha estado com uma virgem antes. Nem em humano nem depois que despertei… - parecia pensativo – Mas segundo li algures em um livro acho que não poderemos voltar a fazer amor antes de dois dias…
- Oh… - suspirei desanimada.
Alexander riu e beijou a minha testa.
- Logo vamos recuperar o tempo perdido. – sussurrou e eu estremeci fazendo-o rir.
Beijou o meu nariz e a minha bochecha corada.
- Sentes-te bem com aquilo que sou? - Alexander perguntou depois de algum tempo em silêncio enquanto percorria a minha coluna com o seu dedo levemente, como uma brisa suave.
- Confesso que ainda me é estranho e talvez demore um pouco a aceitar e perceber tudo… Mas se vim ter contigo e me entreguei a ti é porque estou disposta a tentar.
- Pensava que nunca mais me irias querer… - afirmou com dor.
- Eu amo-te. E então aceito-te como és. – beijei o seu peito e voltei a aconchegar-me nele.
- Não imaginas como isso me faz sentir Nikka!
Por acaso imaginava. A voz dele resplandecia de entusiasmo e vida como nunca.
- Espero que da mesma forma que me faz a mim.
- É tão bom não ter que esconder nada de ti… Poder ser apenas o que sou… - desabafou.
- Assim espero! – afirmei feliz – Chega de mentiras!
- Prometido! – acariciou o meu cabelo e olhou-me divertido – Nunca que iria imaginar que a menina rebelde ainda era uma virgenzinha…
- Muito engraçado! – fiz uma careta – Queria que fosse com alguém especial. Embora agora veja que não és essa pessoa… - olhei-o divertida.
-Claro que sou! – riu – É maravilhosos saber que fui o primeiro.
- Foste o meu primeiro em tudo. – confessei.
Ele olhou-me sem entender.
- Foste o meu primeiro amor, o meu primeiro amante e até o meu primeiro beijo.
Ele sorriu convencido e beijou-me ternamente.
- Espera! – parei o beijo alarmada – Nos não usamos protecção! Tenho que ir á farmácia…
Pela minha cabeça já passava ideias que me faziam tremer. Podia ter engravidado! Pior! De um vampiro! Oh Meu Deus! Teria um bebé com dentinhos afiados? Seria um bebé? Céus! Sentia-me quase a desmaiar.
- Relaxa. Não podemos ter filhos. – beijou-me lentamente acalmando-me. – E as doenças não me afectam.
-Certeza? Vê lá Alexander!
- Certeza. Caso contrario já teria filhos por todos os cantos…
- Isso! Joga na cara! Mostra mesmo que és um mulherengo! – olhei-o chateada.
Ele riu e beijou a minha boca. Beijei o seu pescoço e dei-lhe um abraço rápido.
- Já estava a fazer altos filmes na minha cabeça! Que envolviam bebés chorões, com fome. De sangue!
- És incrível. – revirou os olhos.
- Incrível como? – porque tinha a ideia de ele pensar que era louca?
- Não funcionas com o baralho todo.
- Alexander!
Ele simplesmente gargalhou. Revirei os olhos e apoiei a cabeça no seu peito. Se não me tivesse dado tanto prazer, batia-lhe.
Agora que reparava, não ouvia nada no seu peito. Só o som da respiração. Nada. Não batia um coração ali. Como nunca tinha reparado? Sabia a resposta. Estava sempre com o coração alucinado que nem reparava se o dele batia descompassado como o meu.
Beijei o seu peito quente e duro...
Espera… A pele dele é quente?
- Alexander? – levantei o rosto para o encarar interrogativa – Os vampiros não deviam ter a pele fria? A tua é tão quente… Quer dizer… Morto e tal…
Ele riu suavemente. Aquele som fez um sorriso aparecer nos meus lábios.
- Na verdade sim. Sou o único vampiro que tem a pele quente…
- O único? – perguntei surpresa – Porque?
- Bem… Deve-se ao meu poder…
- Poder? – arregalei os olhos alarmada.
- Lembras-te da historias dos puros, não é? - Assenti.
- Controlo o Fogo.
Na palma da sua mão fez aparecer uma bola de fogo. Depois fechou a mão e aquilo desapareceu.
Fiquei feita imbecil a olhar para a mão dele.
- Como… - estava baralhada.
As imagens do corpo que ele tinha feito cair no beco pegou fogo… Afastei aqueles pensamentos.
- Por controlar o fogo a minha pele é quente. – explicou.
- Como funciona? – perguntei curiosa. Esqueci o facto de perguntar como era possível. Porque… Bem ele era vampiro…
- Posso fazer arder em chamas o que quiser. Não preciso de o tocar vasta ter contacto visual. O meu corpo pode ficar coberto pelas chamas. O mais conveniente é que o fogo não me magoa.
- Wow… - fiquei sem palavras.
Agora tudo fazia sentido! O seu toque quente como fogo.
Quando ele a brincar falou nos vampiros… Lembrei-me do que ele disse “Eu acho que existe aquilo a que se chama puros. E esses são muito superiores aos vampiros “normais”. Eles não sofrem com alho, sol, água benta, ou estacas. Água benta, serve para se molharem. E também não dormem durante o dia. A noite serve perfeitamente. Mas não gostam muito de fogo. A maioria. Além de terem algum poder especial. Não seria divertido?”
- Mas… - olhei-o desconfiada – se a única maneira de matar um vampiro puro é o fogo, e tu és imune, então…
- Exacto. – olhou-me malicioso.
- Oh! É-és… - engoli em seco - indestrutível?
- Por isso governo á tanto tempo. Não posso morrer. Até hoje via isso como algo bom, mas… agora não. Se te perdesse, não conseguiria seguir-te para onde quer que foces… Estaria amaldiçoado a viver para sempre… sem ti.
Ficamos em silêncio. Eu a assimilar aquilo e Alexander a pensar provavelmente em como seria se algo me acontecesse. Afinal eu era sortuda. No final, não teria de viver sem ele.
- Olha só… - olhei interrogativa para ele.
Ele fez um ligeiro gesto com a cabeça indicando-me para olhar para a minha mão no seu peito.
Assustei-me quando vi. Na minha pele andava um fio de fogo. Mas eu não sentia dor nenhuma! Só um pouco quente… Como uma carícia. Ele fez desaparecer e depois puxou o meu queixo para o encarar.
- Também posso fazer com que não magoe quem não quero…
- Parece que nunca morrerei queimada ao teu lado! – brinquei.
- No que depender de mim, nunca morrerás.
Gelei.
- Claro que morrerei. É a ordem lógica da vida. Nascemos, crescemos e morremos.
- Não quando te posso dar a imortalidade.
- Não a quero. – afirmei com medo.
Não queria falar sobre aquilo. No fundo eu temia que ele me propusesse algo assim. Temia de mais isso.
- Falamos disso noutra ocasião. – assegurou, certamente por ter ouvido o bater assustado do meu coração – Agora vem cá e deixa-me aproveitar a tua doce boca.
E assim com beijos fez-me esquecer aquela conversa.
Percorria o seu estômago com a palma da minha mão e quando estava a ir demasiado para baixo, ele apanhou a minha mão e levou-a ao lábios, enquanto ofegava.
- Ainda é cedo para ti, Nikka.
Resmunguei e aconcheguei-me para dormir, já que não podia fazer outra coisa…
- Alexander?
- O quê?
- Sempre que fizermos amor vai doer ao inicio?
- Não.
Lancei uma perna em cima dele para apreciar aquele calor maravilhoso.
- Nikka?
- Sim?
Ele suspirou.
- Esquece…
- Diz… - pedi. Estava quase a dormir.
- Dói para um homem quando querer fazer e não pode…
- Oh! – senti-me corar. – Podemos tentar… Tu sabes… - ele saberia que eu estava a ponderar entregar-me a ele novamente…
- Nikka?
- Sim?
- Dorme.
- Mas…
-Boa noite.
Ri suavemente na escuridão e ainda abraçada a ele fiz o que mandou.
Foi a primeira vez que dormi nos braços dele a saber que o meu amor era um vampiro.
E… estava bem com isso. E isso talvez não fosse uma boa coisa.
Meu Deus! Não posso explicar o quanto estou nervosa!
Então? O-o Que tal?
Bem, vou explicar umas coisitas…
O capitulo hoje foi assim para o grande, pork as pessoas que não lessem as partes intimas iriam ler pouquinho. Por isso, para não fazer diferenciações escrevi mais. E além disso este era um capitulo especial para a história e para mim. O próximo será mais curto.
Não sei se gostaram das partes, bem… hot… Eu avisei para quem não gostar não ler… :S Mas eu bem sei que os menores aqui (:P) leram á mesma (se fosse eu, teria lido mesmo com os avisos! :P) e gostariam que dessem a sua opinião também. Por favor é muito importante que comentem!
Eu sei que provavelmente não gostaram de ver a intimidade de Nikka e Alexander ser descrita. Mas eu tinha que o fazer. Não seria hipócrita ao ponto de não o fazer. Critico os escritores que “pulam na porta do quarto” e só sabemos o que aconteceu pela manha. Descrevem beijos intensos e depois… nada. Para o leitor é frustrante (pelo menos para mim) E como tal, se critico não faria igual.
Mas uma coisa é certa, é difícil de escrever essas coisas. Portanto se não estava o tal hot, e não passou as emoções desculpem…
Eu ainda não tenho experiencia no campo sexual e talvez por isso tenha sido tão difícil, portanto se descrevi algo incorrecto ou fisicamente impossível, avisem! :P
(mas também nunca estive apaixonada e escrevo romance, não é? E isso é que dá gosto escrever. O constante desafio. Tentar sempre passar o que acontece da melhor maneira possível.)
Tive que pensar muito em como iria fazer isto. Li livros onde o acto não é tabu e vi como escreviam essas coisas. E daí imaginei a cena dos nossos protagonistas e escrevi à minha maneira. Espero que tenha ficado do vosso agrado.
^ Valeu pelo desafio. Foi uma prova a superar. para quem escreve estas coisas são um desafio! ^
Foi muito bom tentar supera-lo e queria saber se foi com êxito ou não! Comentem, ok? Por favor! Mesmo aqueles k não comentam normalmente, abram uma excepção hoje!
E também queria saber se devo continuar com estas cenas ou não. Depende dos vossos gostos! :P
Eu escrevo a história, se vocês não gostarem desta parte eu não posto. É só dizerem! :P
No entanto eu tinha mesmo que por a primeira vez da Nikka. A primeira vez deles os dois. Isso era fundamental na história. Quer dizer, imagino que numa mulher deve marcar imenso a sua primeira experiencia e que ninguém deve esquecer. E além disso um amor como o deles merecia ser descrito no aspecto intimo. Também acho que o sexo não deve ser um tabu. É uma coisa natural da vida. E como tal não iria fazer dele uma coisa impossível de ser descrita. Fiz o melhor que pude. E sexo não é uma coisa que deve ser evitada (como o pai da Nikka acha ;) )quando duas pessoas se amam tão profundamente como eles os dois e quando se desejam ardentemente. Tinha que descrever essa experiencia que marcará uma revolta no relacionamento deles. O sexo é perfeitamente natural. Afinal eles amaram-se sem mentiras. Ela sabia que estava com um vampiro que amava e ele sabia que amava a uma humana como jamais amaria ninguém. Talvez não tivessem futuro, mas ali eram só dois seres que se amavam.
E quanto ao resto do capítulo também quero saber a vossa opinião, o poder do Alex e tal…
Comentem muito! O-o
Respirava fundo e pesadamente olhando-me de tal forma intensa que o meu coração voava a mais de mil á hora.
Agarrou-me novamente, beijava-me feros, invadia a minha boca com a sua língua indomável. A minha indomável procurou a sua, envolvendo-se numa guerra de prazeres.
Ele mordiscava os meus lábios mas de repente ficou imóvel. Ouvi um pequeno barulho como um estalido.
Alexander parou o beijo e virou o rosto para outro lado.
Acariciei o seu maxilar e voltei-o novamente para mim.
- Não tenhas medo de me mostrares como realmente és…
Primeiro fixei os seus olhos. O branco dos seus olhos estavam vermelhos sangue. Não tive medo. Pois ao olha-lo nos olhos percebi que neles havia medo, medo da rejeição e vergonha. Os seus olhos estavam mais intensos tal era o desejo.
Observei os seus lábios.
Lá haviam duas presas. Como os típicos vampiros os seus caninos estavam alongados. Brancos e incrivelmente belos. Dava-lhe um ar misterioso e ainda mais belo.
Mas a maior beleza era que Alexander finalmente me deixou velo como ele realmente era.
Sorri para ele, acariciei os seus lábios e beijei-o. Mostrei que não tinha medo dele e que já amava os seus olhos vermelhos e as suas presas.
O beijo de Alexander no princípio foi cauteloso, mas depressa deixou a cautela de lado e rendeu-se á paixão.
Subiu as escadas comigo ainda abraçada a ele e numa troca de beijos que se tornara mais calma.
Se continuasse-mos naquele ritmo ele teria que me possuir imediatamente se não morreria.
No seu quarto ardia a lareira e o resto do compartimento estava numa escuridão agradável, banhada pela luz da lua.
- Quero conhecer o teu corpo. – sussurrou enquanto prendia o meu lábio inferior no seu.
Respirei extasiada.
Alexander, lentamente despiu-me. Fez-me ficar ali, só de lingerie preta, vulnerável aos olhos dele.
Avaliou o meu corpo. Corei como nunca. Nunca um homem me tinha visto assim.
Lentamente desapertei os botões da sua camisa azul escura. Não conseguia desviar os olhos da pele branca que ia aparecendo. Deslizei a camisa pelos seus ombros fazendo-a cair no chão. Pela primeira vez vi o peito de Alexander.
Deus ele era maravilhoso. Os seus músculos definidos na medida certa, a sua pele branca como o luar, e alguns pelos no peito faziam de Alexander algo irreal, inimaginável.
Fiquei sem respiração e toquei aquilo que pensei ser uma miragem e fi-lo tremer ao meu toque.
Senti os seus músculos ficarem tensos debaixo da pele lisa como mármore, enquanto lentamente percorria o seu estômago. Alexander começou a respirar pesadamente.
Senti a mão quente dele nas minhas costas. Começar no fundo da minha coluna e parar no meu sutiã e com mestria desapertou o fecho.
Olhei-o e vi que toda a sua atenção estava naquela peça de roupa.
Peça que ele lentamente fez cair ao chão deslizando pelos meus braços.
Senti-me queimar pelos olhos dele. A respiração dele faltou.
Eu com tal olhar cruzei os braços, numa atitude de timidez, para proteger a minha nudez. Eu estava apenas com as cuecas. Sentia-me demasiado vulnerável.
Ele sorriu torto fazendo borboletas esvoaçarem no meu estômago.
- Nada disso… - sussurrou tirando-me os braços do peito.
Ele levou as mãos e tocou-os levemente. Mordi os lábios para não gemer.
Os meus seios firmes e tensos foram acariciados por ele. Os mamilos doíam de tão rijos que estavam. As mãos dele eram do tamanho ideal para acariciar os meus seios, e o seu toque era atormentador.
Gemi de frustração.
Alexander puxou-me para ele.
Levantou-me pelas nádegas chocando os nossos quadris.
Senti a sua poderosa erecção, a prova irrevogável do seu desejo por mim. O ar faltou-me, a boca secou, e o coração disparou.
Alexander gemeu e deitou-me na sua cama.
- Pareces um anjo banhada pela luz do luar… - sorriu torto – Mas demasiado apetitosa…
O olhar dele era como se fosse um mendigo a olhar para uma refeição da qual á muito se tinha privado. Ou como alguém que se tivesse perdido no deserto abrasador e encontrasse um copo de água.
Despiu-se eficazmente comigo a observar cada movimento seu.
Fiquei aterrada. Nunca vi nada de tamanha beleza e perfeição na minha vida. Nem tão assustador.
Alexander cobriu o meu corpo com o dele, ofeguei quando senti os meus seios sensíveis contra o seu peito nu. Aquele pele contra pele era algo que não podia ser exprimido por simples palavras. Sentir aquela intimidade com Alexander era… simplesmente maravilhoso.
O meu Alexander começou a beijar-me o pescoço enquanto afastava as minhas pernas com as suas.
Juntando os nossos sexos apenas separados pelo tecido das minhas cuecas.
Aquele medo que começava a sentir evaporou-se. Nunca tinha pertencido a nenhum homem, mas sabia que aquele vampiro, mas homem, ia ser terno comigo. Ia amar-me. Corpo e mente. Seria dele, apenas dele.
Sentia o peito doer. Mas era uma dor boa. Queria desesperadamente uma coisa da qual nunca tinha tido e nem sabia o que era. Apenas que o meu corpo tremia por ela. Os ouvidos zumbiam a coração queria sair do peito. Sentia as mãos dele percorrerem a pele do meu corpo, acariciando-me e excitando-me.
Levei as minhas mãos às costas de Alexander e percorrias, sentindo os seus músculos, a sua pele, o seu corpo quente. Enquanto que Alexander brincava com os meus seios e beijava a minha boca arrancando gemidos meus.
Eu levei a minha mão até a sua barriga e desci até o seu ventre a acaricia-lo e faze-lo tremer ao meu toque assim como eu tremia ao dele
Alexander mordeu-me os lábios e foi descendo pelo meu pescoço, e parou nos meus mamilos.
Soltei gemidos enquanto ele tomou nos lábios os meus seios… mordiscava lambia e chupava.
Nunca senti nada igual. A excitação era demasiada. Sensações novas e selvagens.
Traçou um caminho de beijos pela minha pele, excitando-me com os beijos no estômago. Senti Alexander deslizar as minhas cuecas pelas pernas.
Sentiria vergonha se não estivesse tão excitada. Afinal eu era toda dele.
Voltou a cobrir o meu corpo com o dele, sentia os seus músculos firmes, o peito forte dele a esmagar-me os seios. E era uma sensação deliciosa. As pernas que queimavam as minhas e a prova irrefutável da virilidade de Alexander que tocava a minha pele das coxas.
Alexander enrolou o meu cabelo na sua mão fazendo-me olha-lo nos olhos.
Arfei mais quando vi o seu estado desesperado. Os seus olhos estavam cheios de luxúria, os seus lábios separados com as presas visíveis e a respiração pesada. Acariciou-me e com a outra mão separou as minhas nádegas para facilitar o acesso e penetrou-me num só impulso.
Soltei um grito de surpresa e gemi de dor. Mordi os lábios sentindo as lágrimas nos meus olhos. Au! Aquilo doía!
Alexander arregalou os olhos e olhou-me intensamente.
- Devias ter-me dito. – o seu corpo estava tenso e meio que tremia pelo esforço de não se mover – Porque não me dizes-te? – apoiou-se no cotovelo para o seu corpo não pesar no meu – Porque nunca disseste que nunca tinhas estado com um homem? Podia ter evitado ter-te magoado…
- Desculpa… Não te zangues… - pedi com medo – Não queria desiludir-te…
- Nunca me zangaria por isto… - afirmou docemente. – E nunca ficaria desiludido contigo.
- Não pares… - implorei a acreditar que morreria se ele se detivesse.
- Não pretendia. – gemeu Alexander.
Alexander apoiou o seu corpo nas suas mãos que ficaram ao lados meus ombros, como se estivesse a fazer flexões e depois lentamente investiu em mim.
Gemeu pelo prazer que sentiu.
Observava cada expressão do meu rosto e moveu-se lentamente.
Sem deixar de me beijar na boca penetrava-me lentamente, saia para depois voltar a preencher-me fazendo-me acolhe-lo dentro de mim e acomodar-me com a sensação.
A dor começou a desaparecer face ao amante extraordinário que Alexander era. Ele sabia onde, como e quando devia tocar. Sabia fazer o meu corpo responder exactamente como ele queria. Rápido gemia para ele e balançava os quadris ao encontro dos seus, procurando aquele prazer soberbo.
- Gostas? – perguntou entrando mais fundo em mim.
- Sim! – gritei e gemi.
Empurrei o meu quadril mais para ele, para o sentir melhor. Esfreguei-me nele com ânsia, exigência e com urgência.
- Calma meu amor… - gemeu – Não quero magoar-te…
- Alexander! – soltei um gritinho e arranhei as suas costas.
Ele queria ser terno e não me magoar, mas eu não permiti. Soltei a minha paixão e exigi tudo dele. Alexander tornou os movimentos mais fortes, mais rudes e eu adorei. Delirei enquanto os meus gemidos se juntavam aos dele.
A boca dele beijava-me a todo o momento. Deixando os lábios para tomar ar e fazendo-me tremer com a sua língua na minha pele.
O meu corpo estava perto de algo bom, eu sabia. Os nossos corpos procuravam algo, tornando aquela dança intima e antiga que existia desde o inicio dos tempos, em um emaranhado de sensações loucas e que nunca imaginei sentir. Cravei mais as unhas na pele das costas de Alexander fazendo-o gemer o meu nome e investir poderoso contra mim. Sentia os impulsos dele, a minha pele a queimar de tanta paixão. Ouvir os sussurros apaixonados em forma do meu nome, que saiam dos lábios do meu amor.
- Eu não suporto mais! – gemi enquanto arranhava as suas costas.
O meu corpo parecia que ia rebentar, a minha visão parecia ficar turva e tudo o que sentia era o homem que amava tocar-me fundo atingindo todos os meus pontos sensíveis e beijar-me ardentemente. Parecia que ia morrer. Nunca senti nada tão bom.
- ALEXANDER! – Gritei cravando mais as unhas nele e colando o meu corpo ao dele.
Atingi o clímax. Foi inimaginável e consumiu-me. Apertei-me contra o seu corpo quente enquanto o orgasmo me consumia. Escondi o rosto no seu ombro e fechei os olhos ainda a tremer depois de tamanha experiencia. As ardentes sensações a dispararem por todo o meu corpo.
O meu grito de prazer provavelmente seria ouvido na rua se alguém passa-se.
Alexander não se controlava, os seus impulsos, as suas investidas ficaram mais rápidas. Com o meu orgasmo senti-o atingir o seu. Esvaziar-se em mim enquanto sentia a sua semente quente.
O nosso orgasmo assombrou-nos. Ficamos vários minutos em silêncio aproveitando os últimos espasmos de prazer que afloravam o nosso corpo.
- Estás bem? – Perguntou-me Alexander enquanto alisava o meu rosto.
Soltei um suspiro extasiado como resposta.
Ele sorriu arrogante, convencido consigo próprio e rolou para o lado puxando-me para o seu abraço. Aconcheguei-me nele, abraçando-o e repousei o rosto no seu peito sentindo mais feliz que nunca.
O fogo ainda ardia, mas não tão intensamente provocando uma aura de romantismo evidente. Ou seria eu que via dessa forma?
Era tão bom estar com Alexander assim…
****************************************************************************
- Foi bom para ti pequena? Tinha medo de te magoar… - perguntou enquanto nos cobria com o lençol preto.
- Foi maravilhoso Alexander. – ergui o olhar para ele e sorri para perceber que falava absolutamente verdade.
Reparei que agora os seus olhos estavam intensos, mas não mais vermelhos. Estavam relaxados e neles brilhava a felicidade.
Ele sorriu de volta e beijou-me lentamente.
- Foi bom para ti? – perguntei com a incerteza a apoderar-se de mim.
- Foi magico Nikka. Melhor do que algo que já tenha feito… Nunca pensei poder sentir algo assim.
- Não é como se fosses um virgem. – recriminei-o – Não precisas de mentir para me sentir bem. Com a experiencia melhorarei.
Ele sorriu e mordiscou a minha orelha.
- Sua louquinha. Claro que já tive muitas mulheres. Muitas. Mais do que me poderei lembrar .- o ciúme apoderou-se de mim. Claro que em 5510 anos ele teria que ter feito muito isto…
- Não suporto pensar que ouve alguém com quem partilhas-te isto! – resmunguei.
- Não me deixaste terminar. – apertou-me carinhosamente – Apesar de milhares de mulheres terem feito sexo comigo, nenhuma fez amor, Nikka. Nenhuma me deu a mão enquanto estava com ela. Nenhuma me olhava nos olhos com o amor que tu me olhavas. Nenhuma tocava a minha pele ao mesmo tempo que tocava o meu coração gelado e apodrecido. Ninguém tinha o meu coração na pequena palma da mão, como tens. E por mais milénios que viva, o teu toque nunca se poderá comparar à mais habilidosa das meretrizes. Nenhum gemido me poderia fazer perder a razão como o teu. Nenhuma mulher teve de mim o que tu tiveste. Tiveste-me por inteiro Nikka, vulnerável e perdido na paixão. Garanto-te que nunca me senti tão satisfeito. E nunca tão desesperado por mais. - emocionada abracei-o forte. Como poderia pensar em não o ter? Como poderia colocar a ideia de nunca mais ficar com ele?
Aconcheguei-me novamente nos seus braços e fiz círculos no sei peito ao redor do mamilo, brincando com os seus pelos do peito.
Alexander colocou a mão dele sobre a minha, impedindo-me de continuar.
Olhei-o interrogativa.
- Não podemos fazer amor tão cedo Nikka. Não me provoques. – disse tenso.
Eu corei.
- Na verdade sinto-me um pouco dolorida – Admiti. – Quando… - deixei que ele percebesse o que eu queria saber pois dize-lo envergonhava-me. Apesar de tudo o que se tinha passado entre nos…
- Nunca tinha estado com uma virgem antes. Nem em humano nem depois que despertei… - parecia pensativo – Mas segundo li algures em um livro acho que não poderemos voltar a fazer amor antes de dois dias…
- Oh… - suspirei desanimada.
Alexander riu e beijou a minha testa.
- Logo vamos recuperar o tempo perdido. – sussurrou e eu estremeci fazendo-o rir.
Beijou o meu nariz e a minha bochecha corada.
- Sentes-te bem com aquilo que sou? - Alexander perguntou depois de algum tempo em silêncio enquanto percorria a minha coluna com o seu dedo levemente, como uma brisa suave.
- Confesso que ainda me é estranho e talvez demore um pouco a aceitar e perceber tudo… Mas se vim ter contigo e me entreguei a ti é porque estou disposta a tentar.
- Pensava que nunca mais me irias querer… - afirmou com dor.
- Eu amo-te. E então aceito-te como és. – beijei o seu peito e voltei a aconchegar-me nele.
- Não imaginas como isso me faz sentir Nikka!
Por acaso imaginava. A voz dele resplandecia de entusiasmo e vida como nunca.
- Espero que da mesma forma que me faz a mim.
- É tão bom não ter que esconder nada de ti… Poder ser apenas o que sou… - desabafou.
- Assim espero! – afirmei feliz – Chega de mentiras!
- Prometido! – acariciou o meu cabelo e olhou-me divertido – Nunca que iria imaginar que a menina rebelde ainda era uma virgenzinha…
- Muito engraçado! – fiz uma careta – Queria que fosse com alguém especial. Embora agora veja que não és essa pessoa… - olhei-o divertida.
-Claro que sou! – riu – É maravilhosos saber que fui o primeiro.
- Foste o meu primeiro em tudo. – confessei.
Ele olhou-me sem entender.
- Foste o meu primeiro amor, o meu primeiro amante e até o meu primeiro beijo.
Ele sorriu convencido e beijou-me ternamente.
- Espera! – parei o beijo alarmada – Nos não usamos protecção! Tenho que ir á farmácia…
Pela minha cabeça já passava ideias que me faziam tremer. Podia ter engravidado! Pior! De um vampiro! Oh Meu Deus! Teria um bebé com dentinhos afiados? Seria um bebé? Céus! Sentia-me quase a desmaiar.
- Relaxa. Não podemos ter filhos. – beijou-me lentamente acalmando-me. – E as doenças não me afectam.
-Certeza? Vê lá Alexander!
- Certeza. Caso contrario já teria filhos por todos os cantos…
- Isso! Joga na cara! Mostra mesmo que és um mulherengo! – olhei-o chateada.
Ele riu e beijou a minha boca. Beijei o seu pescoço e dei-lhe um abraço rápido.
- Já estava a fazer altos filmes na minha cabeça! Que envolviam bebés chorões, com fome. De sangue!
- És incrível. – revirou os olhos.
- Incrível como? – porque tinha a ideia de ele pensar que era louca?
- Não funcionas com o baralho todo.
- Alexander!
Ele simplesmente gargalhou. Revirei os olhos e apoiei a cabeça no seu peito. Se não me tivesse dado tanto prazer, batia-lhe.
Agora que reparava, não ouvia nada no seu peito. Só o som da respiração. Nada. Não batia um coração ali. Como nunca tinha reparado? Sabia a resposta. Estava sempre com o coração alucinado que nem reparava se o dele batia descompassado como o meu.
Beijei o seu peito quente e duro...
Espera… A pele dele é quente?
- Alexander? – levantei o rosto para o encarar interrogativa – Os vampiros não deviam ter a pele fria? A tua é tão quente… Quer dizer… Morto e tal…
Ele riu suavemente. Aquele som fez um sorriso aparecer nos meus lábios.
- Na verdade sim. Sou o único vampiro que tem a pele quente…
- O único? – perguntei surpresa – Porque?
- Bem… Deve-se ao meu poder…
- Poder? – arregalei os olhos alarmada.
- Lembras-te da historias dos puros, não é? - Assenti.
- Controlo o Fogo.
Na palma da sua mão fez aparecer uma bola de fogo. Depois fechou a mão e aquilo desapareceu.
Fiquei feita imbecil a olhar para a mão dele.
- Como… - estava baralhada.
As imagens do corpo que ele tinha feito cair no beco pegou fogo… Afastei aqueles pensamentos.
- Por controlar o fogo a minha pele é quente. – explicou.
- Como funciona? – perguntei curiosa. Esqueci o facto de perguntar como era possível. Porque… Bem ele era vampiro…
- Posso fazer arder em chamas o que quiser. Não preciso de o tocar vasta ter contacto visual. O meu corpo pode ficar coberto pelas chamas. O mais conveniente é que o fogo não me magoa.
- Wow… - fiquei sem palavras.
Agora tudo fazia sentido! O seu toque quente como fogo.
Quando ele a brincar falou nos vampiros… Lembrei-me do que ele disse “Eu acho que existe aquilo a que se chama puros. E esses são muito superiores aos vampiros “normais”. Eles não sofrem com alho, sol, água benta, ou estacas. Água benta, serve para se molharem. E também não dormem durante o dia. A noite serve perfeitamente. Mas não gostam muito de fogo. A maioria. Além de terem algum poder especial. Não seria divertido?”
- Mas… - olhei-o desconfiada – se a única maneira de matar um vampiro puro é o fogo, e tu és imune, então…
- Exacto. – olhou-me malicioso.
- Oh! É-és… - engoli em seco - indestrutível?
- Por isso governo á tanto tempo. Não posso morrer. Até hoje via isso como algo bom, mas… agora não. Se te perdesse, não conseguiria seguir-te para onde quer que foces… Estaria amaldiçoado a viver para sempre… sem ti.
Ficamos em silêncio. Eu a assimilar aquilo e Alexander a pensar provavelmente em como seria se algo me acontecesse. Afinal eu era sortuda. No final, não teria de viver sem ele.
- Olha só… - olhei interrogativa para ele.
Ele fez um ligeiro gesto com a cabeça indicando-me para olhar para a minha mão no seu peito.
Assustei-me quando vi. Na minha pele andava um fio de fogo. Mas eu não sentia dor nenhuma! Só um pouco quente… Como uma carícia. Ele fez desaparecer e depois puxou o meu queixo para o encarar.
- Também posso fazer com que não magoe quem não quero…
- Parece que nunca morrerei queimada ao teu lado! – brinquei.
- No que depender de mim, nunca morrerás.
Gelei.
- Claro que morrerei. É a ordem lógica da vida. Nascemos, crescemos e morremos.
- Não quando te posso dar a imortalidade.
- Não a quero. – afirmei com medo.
Não queria falar sobre aquilo. No fundo eu temia que ele me propusesse algo assim. Temia de mais isso.
- Falamos disso noutra ocasião. – assegurou, certamente por ter ouvido o bater assustado do meu coração – Agora vem cá e deixa-me aproveitar a tua doce boca.
E assim com beijos fez-me esquecer aquela conversa.
Percorria o seu estômago com a palma da minha mão e quando estava a ir demasiado para baixo, ele apanhou a minha mão e levou-a ao lábios, enquanto ofegava.
- Ainda é cedo para ti, Nikka.
Resmunguei e aconcheguei-me para dormir, já que não podia fazer outra coisa…
- Alexander?
- O quê?
- Sempre que fizermos amor vai doer ao inicio?
- Não.
Lancei uma perna em cima dele para apreciar aquele calor maravilhoso.
- Nikka?
- Sim?
Ele suspirou.
- Esquece…
- Diz… - pedi. Estava quase a dormir.
- Dói para um homem quando querer fazer e não pode…
- Oh! – senti-me corar. – Podemos tentar… Tu sabes… - ele saberia que eu estava a ponderar entregar-me a ele novamente…
- Nikka?
- Sim?
- Dorme.
- Mas…
-Boa noite.
Ri suavemente na escuridão e ainda abraçada a ele fiz o que mandou.
Foi a primeira vez que dormi nos braços dele a saber que o meu amor era um vampiro.
E… estava bem com isso. E isso talvez não fosse uma boa coisa.
Meu Deus! Não posso explicar o quanto estou nervosa!
Então? O-o Que tal?
Bem, vou explicar umas coisitas…
O capitulo hoje foi assim para o grande, pork as pessoas que não lessem as partes intimas iriam ler pouquinho. Por isso, para não fazer diferenciações escrevi mais. E além disso este era um capitulo especial para a história e para mim. O próximo será mais curto.
Não sei se gostaram das partes, bem… hot… Eu avisei para quem não gostar não ler… :S Mas eu bem sei que os menores aqui (:P) leram á mesma (se fosse eu, teria lido mesmo com os avisos! :P) e gostariam que dessem a sua opinião também. Por favor é muito importante que comentem!
Eu sei que provavelmente não gostaram de ver a intimidade de Nikka e Alexander ser descrita. Mas eu tinha que o fazer. Não seria hipócrita ao ponto de não o fazer. Critico os escritores que “pulam na porta do quarto” e só sabemos o que aconteceu pela manha. Descrevem beijos intensos e depois… nada. Para o leitor é frustrante (pelo menos para mim) E como tal, se critico não faria igual.
Mas uma coisa é certa, é difícil de escrever essas coisas. Portanto se não estava o tal hot, e não passou as emoções desculpem…
Eu ainda não tenho experiencia no campo sexual e talvez por isso tenha sido tão difícil, portanto se descrevi algo incorrecto ou fisicamente impossível, avisem! :P
(mas também nunca estive apaixonada e escrevo romance, não é? E isso é que dá gosto escrever. O constante desafio. Tentar sempre passar o que acontece da melhor maneira possível.)
Tive que pensar muito em como iria fazer isto. Li livros onde o acto não é tabu e vi como escreviam essas coisas. E daí imaginei a cena dos nossos protagonistas e escrevi à minha maneira. Espero que tenha ficado do vosso agrado.
^ Valeu pelo desafio. Foi uma prova a superar. para quem escreve estas coisas são um desafio! ^
Foi muito bom tentar supera-lo e queria saber se foi com êxito ou não! Comentem, ok? Por favor! Mesmo aqueles k não comentam normalmente, abram uma excepção hoje!
E também queria saber se devo continuar com estas cenas ou não. Depende dos vossos gostos! :P
Eu escrevo a história, se vocês não gostarem desta parte eu não posto. É só dizerem! :P
No entanto eu tinha mesmo que por a primeira vez da Nikka. A primeira vez deles os dois. Isso era fundamental na história. Quer dizer, imagino que numa mulher deve marcar imenso a sua primeira experiencia e que ninguém deve esquecer. E além disso um amor como o deles merecia ser descrito no aspecto intimo. Também acho que o sexo não deve ser um tabu. É uma coisa natural da vida. E como tal não iria fazer dele uma coisa impossível de ser descrita. Fiz o melhor que pude. E sexo não é uma coisa que deve ser evitada (como o pai da Nikka acha ;) )quando duas pessoas se amam tão profundamente como eles os dois e quando se desejam ardentemente. Tinha que descrever essa experiencia que marcará uma revolta no relacionamento deles. O sexo é perfeitamente natural. Afinal eles amaram-se sem mentiras. Ela sabia que estava com um vampiro que amava e ele sabia que amava a uma humana como jamais amaria ninguém. Talvez não tivessem futuro, mas ali eram só dois seres que se amavam.
E quanto ao resto do capítulo também quero saber a vossa opinião, o poder do Alex e tal…
Comentem muito! O-o
As partes favoritas...
Sorprendi? O-o Ou fui prevesivel?
Imaginavam k a 1ª vez deles ia ser neste capitulo e nestas circonstancias, e k o poder dele era o fogo?
Não gosto de ser previsivel... --'
Viram como desde k ela sente o toque dele, eu dava dicas? :P Não achavam estranho ele ser quente? O-o
Estou super nervosa!
Desculpem se o capitulo não está bom e se está muito cansativo, mas é que é difícil tentar sempre prender o interesse do leitor, só espero conseguir, e não estiver, por favor avisem!
Beijos :*
P.S-) Comentem também o vídeo! Deu muito trabalhinho mesmo! :P
P.S 2-) Desculpem o testamento, hoje deu-me para escrever! ;) e não se deve parar a imaginação enquanto ela vêm! Ás vezes queremos e não sai nada! --'
Estou super nervosa!
Desculpem se o capitulo não está bom e se está muito cansativo, mas é que é difícil tentar sempre prender o interesse do leitor, só espero conseguir, e não estiver, por favor avisem!
Beijos :*
P.S-) Comentem também o vídeo! Deu muito trabalhinho mesmo! :P
P.S 2-) Desculpem o testamento, hoje deu-me para escrever! ;) e não se deve parar a imaginação enquanto ela vêm! Ás vezes queremos e não sai nada! --'
Aqui está o video que fiz, com o nosso gato do Alexander e a rebelde da Nikka. Espero k gostem. Podia estar melhor, mas foi o meu primeiro video. No proximo melhoro!
Comentem, pois foi dificil de fazer... Arranjar as cenas, editalas, e blablabla....
Foi feito para os leitores! :D Espero k gostem! :P