Novo Capitulo!;)
Espero que gostem!
Este vai para todas as que comentaram o capítulo anterior. Muito obrigada pelo apoio! :D Mesmo!
Espero que gostem!
Este vai para todas as que comentaram o capítulo anterior. Muito obrigada pelo apoio! :D Mesmo!
Fiquei super feliz ao ter revebido coments tão lindos e ainda de pessoas que não costumavam comentar, ou de leitores recentes! :D -> Obrigada!
Divirtam-se! -> Afinal é para isso mesmo que posto! :D
Divirtam-se! -> Afinal é para isso mesmo que posto! :D
Descobri uma coisa muito engraçada.
Alexander, depois de fazer amor, fica dócil como um gatinho.
Exemplo:
Na manha, depois de fazermos amor pela primeira vez, fui acordada por ele.
- Amor… - senti acariciarem-me a nuca. – Querida…
- Hum… - resmunguei.
Ouvi uma risada.
- Vá lá Nikka. É hora de levantares…
Inspirei fundo e abri os olhos.
O ser mais lindo sorria-me. Aquele olhar… Fazia-me sentir no topo do mundo.
Alexander olhava-me como se eu fosse um presente e não a quem estava a ser presenteada.
- Bom dia! – saudei-o abrindo um sorriso gigante tal era a felicidade – Que horas são? – perguntei enquanto o puxava pela camisa para o beijar.
Alexander beijou-me com aqueles lábios macios e sussurrou nos meus lábios que já eram 10 da manha.
- Preparei o teu pequeno almoço…
Ele não é lindo?
- Obrigada! Assim vou ficar mal habituada!
- Não importa… Tudo para a minha princesa…
Uau! O que uma noite de sexo não faz com um homem!
Bem, o nosso relacionamento estava perfeito. Aprendi a não tocar no assunto V. Eu aceito-o e por vezes fazemos brincadeiras, mas não gosto de saber que ele vai caçar. E ele sabe disso, então não me diz. Mas sempre ando com aquilo na cabeça.
Bem… o sexo com ele era… sem palavras. E pelos vistos ele achava o mesmo, já que me procurava constantemente (não que reclame, muito pelo contrario…) Alexander era/é um amante extraordinário e todos os momentos que partilhamos o prazer a paixão e o amor estão sempre presentes.
Mas o meu pai não gostava muito que eu andasse sempre na casa de Alexander, resmungava constantemente e bem… não sabia da missa a metade.
Estava em casa a fazer um trabalho no pc, quando a aberração da Natureza do meu irmão aparece.
- Nikka.
- Fecha a boca, oh porco! – o badalhoco do Michael falava com a boca cheia de comida.
- Sabes – ignorou-me – já sei o que se passa contigo.
- Vem aí asneira…
- O prof anda a comer-te.
- OMG!
O portátil caiu ao chão e quase cai ao apanha-lo. Parece que não teve problemas.
- Queres levar na cara? – olhei-o super vermelha – Mete-te na tua vida!
- Mas é isso que eu sei! Eu sei ver na cara das gajas quando elas têm sexo!
- Michael…
- O pai vai ter de saber disto…
Olhei-o assassina.
- Bem… podemos negociar… - Filha da puta!
- O que queres? – não podia fazer mais nada. Se ele contasse ao meu pai, o sr. Samuel ia logo acreditar nele, pois já se referia à minha constante alegria com desconfiança.
- Bem… Eu gosto muito do teu carro…
- NEM PENSAR!
- PAI!
- Cala a boca! – tapei a boca dele toda atrapalhada – Não abuses cabeça oca! O que eu faço não te diz respeito!
- Mas o pai vai adorar saber…
- Arma-te! Conta-lhe que tu vês! Alexander põe-te logo os dentes a boiar no estômago!
Ele fez cara de choro e lá saiu do meu quarto. Derrotado.
Michael estava na ignorância! Ele que se ponha esperto ou eu atiço o meu namorado/vampiro/puro/REI para cima dele! Adeus Michael!
Fiquei a pensar o quanto a minha vida seria mais tranquila sem aquela alminha burrinha a infernizar-me.
No dia seguinte, eu e Alex fomos para o miradouro e ficamos lá abraçados enquanto riamos das coisas que eu fazia nas aulas dele.
- Sabes… Naquele dia em que roubas-te os teste… - olhei-o surpresa – Nikka, achas mesmo que eu não sentia a tua presença na sala? - revirou os olhos – Só conseguiste porque eu deixei…
- Oh… Pensei que o meu plano tinha dado certo. – eu que pensei que o mérito tinha sido meu.
- As trapalhadas em que tu te metes! – riu e beijou o canto da minha boca arrepiando-me.
- Se não tivesses sido mau em fazer aquele teste eu não teria que o roubar!
- Foi uma espécie de vingança por andares amiguinha daquele adolescente. Quem ele achava que era para te enviar papelinhos?
- Menos. - Ri – Ainda me lembro quando entrei atrasada e todos estavam a fazer o teste! E tu ainda ris-te de mim!
- Claro. – revirou os olhos – eu digo-te que é teste surpresa e tu dizes que não sabia.
Revirei os olhos e calei-o com um beijo. Ele prontamente respondeu.
- Sabes, o meu irmão já descobriu que nós… - corei.
- Nós… - ele sabia muito bem do que falava, pois tinha aquele sorriso irritante nos lábios.
- Que nós já fizemos amor.
- Como?
- Segundo ele, sabe ver quando uma gaja é comida.
Ele riu e apertou-me mais para depois ir sussurrar no meu ouvido:
- E tu? Foste bem comida?
- Alex! – ri e despentiei os seus sedosos cabelos. Que já eram desalinhados. E perfeitos.
Ele fingiu que se ofendeu. Revirei os olhos.
- E depois ameaçou contar ao meu pai se eu não lhe emprestasse o meu carro.
- Emprestas-te? – perguntou desconfiado.
Segundo Alex eu andava num monte de sucata ambulante e mesmo assim pensava que era um Ferrari.
- Claro que não. – revirei os olhos – Já lido com o chantagista à muitos anos.
- Que fizeste?
- Disse que lhe punhas os dentes a boiar no estômago.
Ele gargalhou e beijou o meu pescoço. Tremi.
- Algo que ia adorar fazer. Por os dentes a boiar no estômago... Não sei onde raio vais encontrar essas expressões... Embora sugar o sangue dele seria muito mais divertido…
- Alex – olhei séria – Podes coçar os dentes dele com um paralelo – ele riu mais uma vez com a minha expressão, mas eu continuei – Mas não podes sugar-lhe o sangue.
- Tudo bem… - suspirou triste – Mas não percebo o porque de teres família. É tão inconveniente!
Tive que rir dele. Para ele, ter família era algo mau.
- Tantas mulheres por aí e eu tive que me apaixonar por uma com família. Enfim...
- Coitadinho de ti. – ironizei.
Olhei para os lados a ver se encontrava alguém. Não vi ninguém.
- Alex, mostra-me as tuas presas. – pedi.
- Tu pareces gostar muito delas. – riu e lá me mostrou. Suspirei feliz – Não queres umas para ti?
- Não. As tuas servem. – Alex agora insistia constantemente em falar dessas coisas.
A perguntar se eu não queria ser mais rápida, ter mais força… E eu não gostava nada dessa conversa. Mesmo nada.
Depois de com a língua delinear os seus lábios, toquei-os seus dentes com a ponta da língua. Sempre com o cuidado que Alex recomendava, pois poderia magoar-me. Eram muito afiadas.
- Amor? – olhei-o interrogativa – Quando caças-te pela ultima vez?
Ele ficou sério e recuou as suas presas.
- Acho que realmente não queres saber isso.
- Na verdade quero.
- Pronto. Como queiras. Só depois não reclames comigo. – avisou – Foi ontem.
- Ah… - engoli em seco.
- Vês? Ficas logo assim. Se ainda não consegues lidar bem com isso, é melhor só perguntares quando te sentires bem com a resposta que te irei dar.
- Mas… - suspirei – Foi homem ou mulher? Idade?
- Para que queres saber? Foi alimento Nikka.
- Tu próprio dizes-te que só necessitavas de pouquinho sangue… Para que matas?
- Como já te disse, porque gosto. E isso não vai mudar.
- Eu sei… Mas… Tipo, não pensas na família dessas pessoas…
Ele olhou-me como se fosse uma criança a perguntar aos pais se já tinham enviado a carta para o pai natal.
- Nikka. Eu não ligo para isso.
- Mas…
- A única coisa que eu não caço são criança.
- Pelo menos isso!
- Também tenho os meus princípios. Não iria morder uma criança de 5 anos, não? Não dá prazer em persegui-las.
- Mas como sabes a idade delas? Pedes o BI? – tentei brincar com o assunto que no fundo assustava-me.
- Não. Se tiver aparência menor de 10 anos, não mordo.
- Menor de 10? – olhei-o sem acreditar – Se tiver 11 tu matas?
- Claro. Eu disse que não me alimentaria de uma menor que 10. Mas se necessitasse de utilizar a morte de uma criança para atingir os meus objectivo, não hesitava.
- Essas coisas que dizes deixam-me doente. – respirei angustiada – Como podes pensar assim?
- Nikka. – segurou o meu rosto e olhou-me sério – Começas-te esta conversa. E eu disse que não ia mentir mais. Isto é o que sou. Sou um puro, o rei. Não um santo. Quanto mais sedo perceberes isso, melhor. Não sofrerias.
- Já sei isso. É só que… Não podias beber sangue animal? – perguntei com esperança.
- Que nojo! – olhou-me enojado, como se lhe tivesse dito para beber urina – Onde raio fostes buscar isso?
Dei de ombros.
- Pensei que fazia o mesmo…
- Não faz. Precisas de sangue humano. Além disso, estás a ver-me a correr atrás de um coelho? – acrescentou irónico.
- Aham.
- Já vi que vais ficar assim toda chateada. Pensei que já me tinhas aceitado.
- Existe certas coisas que me fazem muita confusão. – sussurrei – Diz-me uma coisa Alex… Como era a tua vitima?
- Para que queres saber? – suspirou triste – Isso vai fazer-te ficar com medo.
- Não vai. Responde.
- Pronto. – ficou a pensar -Era uma rapariga que teria à volta de 20 anos… Loira… Não me lembro de muito mais.
- Já tentas-te imaginar qual o seu nome? – tentei faze-lo perceber que era uma pessoa – Já pensas-te que tinha um passado e um futuro?
- Nikka…
- Deixa-me terminar, por favor. Ela poderia ter família. Namorado. Já pensas-te como o seu namorado se iria sentir com a morte dela? Como te sentirias se me matassem? Ela poderia ser a Nikka de alguém.
- Nicholaa. Nunca permitiria que te fizessem mal. – olhou-me sério – E nunca irás morrer. E realmente não me importo com o que acabas-te de dizer. Além do mais, um simples humano não poderia sentir o que sinto. É um novo nível de sentimentos.
- Apenas… Não consigo perceber porque não sentes essas coisas.
- Não sou humano. Não tenho os mesmos valores que tu.
- Isso talvez não seja desculpa.
- Então pensa da seguinte forma. Existe culturas onde animais como a vaca, são sagradas. No entanto na tua cultura comer vaca é perfeitamente normal. Desculpa a analogia, mas no fundo é verdade. Tu alimentas-te de algo que para alguém è mais importante que os próprios humanos.
Não respondi. No fundo, talvez ele tivesse ração. Mas apenas não conseguia perceber. E o que deveria fazer era esperar até a sua “alimentação” não me fazer confusão.
Nessa mesma noite, tive uma revelação assustadora. Quando Alex foi até o meu quarto falou algo que me fez tremer de medo.
Ele via os meus livros e fez piada por ter tantos sobre vampiros.
- Por curiosidade, como é que nestes livros eles transformam vampiros?
- Depende. – respondi sentada na cama – Alguns é com uma mordida, outros com drenagem de sangue… Depende. – olhei-o curiosa – Como é na realidade?
- Se quisesses que te transformasse, teria que beber metade do teu sangue e depois repor o que retirei com o meu. – olhou-me a avaliar-me enquanto falava - Assim passava-te a imortalidade e o meu sangue correria nas tua veias até fazer os órgãos pararem. Como um veneno que lentamente mata. Acordaria vampira. Neste caso um puro, pois o teu criador seria um puro. Pois teria o sangue mais puro e real dos vampiros. Serias muito mais superior aos vampiros normais e terias um poder. Além de imortalidade, claro.
- Uhum.
- Estarias interessada, é isso?
- Não. – respondi com o coração a bater acelerado.
- A imortalidade não te atrai?
- De todo. Acho que seria solitário.
- Caminharias ao meu lado. Iria proteger-te também. Ao meu lado o fogo não te poderia afectar.
- Alexander… - disse, numa maneira de o alertar para o facto de que não queria falar nisso.
No segundo seguinte estava sentado ao meu lado, nem o vi chegar lá.
- Claro que só te poderia transformar depois de chegares à idade adulta. Depois dos 22 anos poderia transformar-te. Mais sedo poderia trazer complicações pois o teu corpo não estaria preparado. A lei impede que te transforme mais cedo que os 22 anos ou depois dos 55. – sorriu-me – Mas quando completares 22 anos, poderei transformar-te e assim ficaríamos juntos para sempre.
Tremi e as minhas mãos soaram com os nervos. Discretamente limpei-as às calças.
Engoli em seco e fitei o seu olhar ansioso e esperançoso.
- Tu… queres transformar-me?
- Claro. Seria como eu. Foi sempre esse o plano, tornar-te imortal.
- Não.
- Não o quê? – perguntou confuso.
- Não serei um vampiro Alexander.
- Agora não. Mas daqui a uns anos poderei faze-lo.
- Nunca serei um vampiro Alex. Não quero.
- Não queres?
- Não.
- Não queres ficar comigo para sempre?
- Alexander… Daqui a uns tempos provavelmente separamo-nos. Não quero ser imortal…
- Não vou deixar de te amar, se é isso que queres dizer. E viver num mundo sem ti, não é alternativa. Terás de ser imortal. Tu queres, não é?
- Não. – olhei-o triste – Eu não quero Alexander.
- Como assim? – levantou-se furioso – Pensei que quando me aceitas-te estaria a aceitar uma vida comigo. Que caminharias comigo pela imortalidade.
- Eu…
- Como achas que isto terminaria? Tu és mortal, eu imortal. Acabaras por morrer num pequeno período de tempo! O que pretendias fazer?
- Eu queria ficar algum tempo contigo… Quando acabasse, cada um seguiria caminhos diferentes…
- Quando acabasse? – olhou-me incrédulo.
- Sim Alexander. Sabes perfeitamente que um dia nos separaríamos. Apenas queria aproveitar ao máximo o tempo que podíamos estarmos juntos.
- Era essa a tua ideia? Passar uns anitos comigo e depois seguirias outro caminho?
- Sim. – admiti sem conseguir olha-lo nos olhos. Olhos que me olhavam magoados e rancorosos. Furiosos e tristes.
- Não tens medo de lentamente morrer?
- Não. Eu quero isso Alexander. – olhei-o enquanto me levantava – Que o tempo passe e tenha significado para mim. Que ver alterações no espelho. Que ver rugas parecerem, rugas que marcaram uma historia. Marcas do passado. Que envelhecer, ver os cabelos ficarem brancos enquanto vejo o mundo evoluir.
- Não posso envelhecer. – sussurrou.
- Quero filhos – continuei – Que gerar uma criança e dar à luz. Quero acompanhar o crescimento dela, juntamente com o seu pai. Quero um dia olhar o meu marido, com cabelos brancos a ajudar-me a subir as escadas ao mesmo tempo que vemos netos barulhentos caminharem para nós. Não posso perder essa experiencia. Os humanos vivem para isso.
- Não te posso dar filhos. – murmurou ainda mais baixo.
- Quero uma família Alexander. Foi o que sempre quis.
- Seriamos uma família. – prometeu.
- Apenas com dois elementos.
- Não conseguiria dar-te mais.
- Eu sei. Por isso quando chegar a altura, seguiremos caminhos diferentes.
- Não digas isso por favor.
- Alex… - acariciei a sua bochecha, cheia de dor – A vida é uma puta. Eu sei. Mas… Não temos futuro. Sabes disso. És vampiro e eu humana. Não teríamos final feliz.
- Tenho anos para te fazer mudar de ideias.
- Lamento querido, mas não mudarei. Eu adoro a minha humanidade. E não posso dar-ta.
- Ajas um preço elevado de mais? Não darias a tua mortalidade por mim? Eu daria a minha imortalidade, apenas por um sorriso teu, Nikka.
- Lamento, mas não seria feliz sendo imortal. Vendo todos aqueles que amo morrerem.
- Então penso que se nota a diferença entre os nossos sentimentos.
- Não digas isso… Eu amo-te. Apenas… não me podes pedir o impossível.
- Então é isso? Temos data de validade?
Engoli em seco, não suportava ver a dor e revolta nos olhos do meu amor.
- Sim.
- O teu plano era ficares comigo um tempo, depois partirias, encontrarias outro que te pudesse dar aquilo tudo. Criarias família com ele? E eu?! E o que faço com os meus sentimentos? Achas que suportaria ver-te com outro? E ainda mais ver-te partir deste mundo quando serei obrigado a ficar? Porque Nikka, é impossível para mim morrer. O fogo não me afecta! Mesmo querendo desesperadamente seguir-te, não poderei! B- olhou-me desesperado.
Segurou o meu rosto e beijou a minha boca, mostrando o quanto me amava apenas com um beijo. Deixava o amor fluir entre nos e fazer-me tremer com isso.
- Vais acabar por esquecer. – disse assim que as nossas bocas se separaram.
- Nunca seria capaz. E tu? Irás esquecer-te de mim?
- Não Alexander… Vou amar-te sempre. Mas… não poderemos ficar juntos. – engoli as lágrimas que queriam sair.
- Vais beijar outro e deitares-te com ele se me amas?
- Alex…
- Não Nikka. Simplesmente não percebo. Pensei que querias a imortalidade. Algumas décadas contigo nunca seriam suficientes.
- Não posso ser imortal. Mas amarei-te até o final dos meus dias. Seria impossível não o fazer.
- Podemos arranjar solução… Ficaríamos juntos até a tua morte se aproximar, até os teus 55 anos como dita a lei e depois transformava-te…
- Tu… - engoli em seco. Tinha uma bola na garganta – ficarias… a ver-me envelhecer? Ficaria enrugada e feia.
- Nunca serias feia Nikka. Para mim serás sempre a maior beleza do universo. E sim. Ficaria. Amarei-te mesmo que tenhas um olho na testa. – fez piada enquanto afagava a minha bochecha – Até poderias ser mãe. Não por métodos naturais, pois não suportaria nem tolerava outro tocar-te. Mas poderia levar-te a uma clínica e farias inseminação artificial. Terias o filho que tanto queres e depois, quando o visses crescer como tanto queres, depois transformava-te. Apenas não poderia acompanhar-te na velhice. Não poderia envelhecer contigo.
- E eu a ver-te sempre jovem… - ironizei – Alex, não. Além disso, sei que nunca amarias um filho.
- Mas nunca lhe faria mal. Porque isso te magoaria. Não o amaria pois tu ocupas todo o meu coração. Mas faria tudo para te ver feliz, para não ter que viver sem ti.
- Não te assusta a ideia de eu envelhecer? – perguntei sem acreditar.
- Não.
- Mas eu não seria velha enquanto tu eternamente jovem. Não irias querer ver isso! E muito menos eu deixaria que me visses a envelhecer. Não seria uma solução. Ainda veria aqueles que amo morrerem.
- Que queres, então?
- Não podemos aproveitar estes anos? Depois cada um seguiria para o seu mundo, para a sua realidade. Aproveitar o dia. Levarias na memoria a Nikka jovem e despreocupada que conheces. Não uma velha rabugenta. Além disso, poderia morrer amanha mesmo. É essa a essência do ser humano. A nossa única certeza é a morte.
- Eu ficarei com o que me queres dar, Nikka. Mesmo que ache insuficiente, mesmo que será a minha destruição. – desviou o olhar do meu. Amargurado enquanto me abraçava forte. As suas mão tremiam e o meu coração partisse.
- Não fales assim. Com o tempo esquecerás… A vida é assim. – beijei a sua boca enquanto lágrimas caiam pelo meu rosto – Sou um capitulo da tua vida. Outros virão.
- Não Nikka. Quando esse capítulo terminar, o livro acaba. Poderei continuar cá. Mas será um recipiente ambulante.
E o meu amor chorou.
Abracei-o forte enquanto também chorava, sentindo as suas lágrimas de sangue no meu rosto.
Beijei e senti o sangue dele e as minhas lágrimas misturarem-se. Humana e Vampiro. Sempre essa diferença. Sempre essa barreira. Sempre essa destruição.
- Não chores! – implorei enquanto limpava o seu rosto – Vamos aproveitar ao máximo.
- Ainda tenho anos para te mudar de ideia.
- Ambos sabemos que nunca aceitarei que me transformes.
- Sim. Eu sei.
Beijou-me com ardor enquanto murmurava que eu iria mata-lo.
Chorei com ele. Enquanto nos confortávamos nos braços um do outro. Eu tentava aliviar a dor que causei nele e ele fazia o mesmo comigo.
Mas… Como poderia confortar-nos, quando nunca poderia aceitar a vida que ele queria para mim?
Olá! :D Então? O-o
Gostaram? Comentem muito! ;)
Este capitulo é importante, pois mostra exactamente o que a Nikka quer. E ele não irá mudar de ideias.
Também foi importante para verem como Alex não liga a mínima para os outros. Ao mesmo tempo que é capaz de chorar.
E o irmão da Nikka? Sempre o mesmo aquele Michael… Aquela alminha burrinha não tem solução…
Este capitulo não está muito bom, mas teve que se feito à pressa… Estou com a cabeça longe… Tenho que estudar para o teste intermédio de matemática, e como sabem a matemática têm sido o meu problema! Infelizmente.
Beijos grandes e o próximo capitulo será só no Domingo...
Eu sei que vão reclamar que é muito tarde, mas tentem perceber... Estou no 12 ano e na recta final do ano. Tenho montes de trabalhos, testes, apresentações, e ainda tenho que estudar para os exames k de facil não terão nada.
Agora é o tudo ou nada! ;)
Comestas coisas todas o tempo fica pouco para escrever... Assim que terminar esta fase eu compenso! ;) Mas ate lá, os capitulos serão postados à sexta. (apartir de Domingo já k prometi k o proximo capitulo será no Domingo) ;)
Não me matem!Por favor! :S
Mas realmente os meus estudos devem estar em 1º lugar. Sei que vão tentar perceber, pois a maioria deve ser estudante e se não estuda trabalha o que ainda provoca mais falta de tempo. E certamente eu não demoro o mesmo tempo a escrever que voces a ler... ;)
Beijinhos, e já sabem… COMENTEM! ;)
Portem-se bem… ou não! ;)
Gostaram? Comentem muito! ;)
Este capitulo é importante, pois mostra exactamente o que a Nikka quer. E ele não irá mudar de ideias.
Também foi importante para verem como Alex não liga a mínima para os outros. Ao mesmo tempo que é capaz de chorar.
E o irmão da Nikka? Sempre o mesmo aquele Michael… Aquela alminha burrinha não tem solução…
Este capitulo não está muito bom, mas teve que se feito à pressa… Estou com a cabeça longe… Tenho que estudar para o teste intermédio de matemática, e como sabem a matemática têm sido o meu problema! Infelizmente.
Beijos grandes e o próximo capitulo será só no Domingo...
Eu sei que vão reclamar que é muito tarde, mas tentem perceber... Estou no 12 ano e na recta final do ano. Tenho montes de trabalhos, testes, apresentações, e ainda tenho que estudar para os exames k de facil não terão nada.
Agora é o tudo ou nada! ;)
Comestas coisas todas o tempo fica pouco para escrever... Assim que terminar esta fase eu compenso! ;) Mas ate lá, os capitulos serão postados à sexta. (apartir de Domingo já k prometi k o proximo capitulo será no Domingo) ;)
Não me matem!Por favor! :S
Mas realmente os meus estudos devem estar em 1º lugar. Sei que vão tentar perceber, pois a maioria deve ser estudante e se não estuda trabalha o que ainda provoca mais falta de tempo. E certamente eu não demoro o mesmo tempo a escrever que voces a ler... ;)
Beijinhos, e já sabem… COMENTEM! ;)
Portem-se bem… ou não! ;)